Sexta-feira, 17.04.09

O Presidente da República confirmou a promoção do Coronel Jaime Neves a Major-General. Fez muitíssimo bem. Aplaudo! Abril sem Novembro seria Outubro.



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Quinta-feira, 16.04.09

"No dia em que, por iniciativa da extrema-esquerda, são aprovadas uma série de medidas demagógicas e perigosas para os direitos e liberdades individuais, o pior é que as abstenções cobardes do PSD e do CDS-PP e a posição anti-sigilo bancário de Cavaco Silva já nem sequer constituem surpresa."

 

André Azevedo Alves, n' O Insurgente.



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Sexta-feira, 03.04.09

Considerando o ambiente nauseabundo de compadrios, traficancias e corrupções sortidas que por cá campeiam, há quem faça perguntas inocentes. Eu tenho dúvidas inocentes: Cavaco Silva está por cá?



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Segunda-feira, 16.03.09

"Quem anda há meses a exigir a demissão de Dias Loureiro do Conselho de Estado, pelas suspeitas de envolvimento num caso policial, deveria, a bem de alguma coerência, exigir a demissão de José Sócrates do cargo de Primeiro-Ministro. Uns porcos são mais iguais que outros, não é pessoal?"

Tiago Moreira Ramalho, no Corta-Fitas.

"O Partido da Nova Democracia (PND) afirmou hoje só restarem «dois caminhos» ao Presidente da República, Cavaco Silva, perante o «conflito institucional que já existe» com o governo socialista, «ou demitir Sócrates ou demitir-se a ele próprio»



publicado por Jorge Ferreira às 20:49 | link do post | comentar

Sexta-feira, 13.03.09

"A presença de Cavaco em Belém, com a sua solenidade e o seu provincianismo, não serviu para nada. Não atenuou, como por exemplo a de Soares, a óbvia prepotência do Governo PS ou sequer protegeu quem lhe resistia. (...) A cooperaçção estratégica (que era a negação da "força de bloqueio") durou e só durou, enquanto foi do interesse de Sócrates(...)."

 

Vasco Pulido Valente, no Público (link para assinantes)



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Terça-feira, 10.03.09

Haja memória: quando Cavaco Silva decidiu participar, era então Primeiro-Ministro de Portugal, num comício do MPLA na campanha eleitoral dos idos de noventa em Luanda, estava a investir no futuro. A sugestão de hoje de fazer uma parceria com Angola faz todo o sentido entre dois velhos compagnons de route. Pouco interessa, nunca interessou, a Cavaco silva, se quer ser parceiro de uma cleptocracia, onde a democrcaia não está suspensa pela simples razão de que nunca existiu e onde a corrupção faz de Portugal um menino de coro na matéria. O que interessa são apenas os negócios. O resto é treta e nesta diplomacia agachada estamos dispostos a tolerar tudo a troco de uns negócios.



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Segunda-feira, 09.03.09

Para quem nunca teve ilusões o mandato de Cavaco Silva em Belém, já lá vai mais de metade, não tem sido uma desilusão. Cavaco Silva está intimamente ligado ao sistema, muito mais do que gosta de aparentar, o que julgo ter ficado demonstrado com o caso Dias Loureiro. É patente que quase nada em Sócrates faz o seu género, mas não tem alternativa senão aturá-lo. Mordiscando com vetos e declarações ocas, esquivas e equívocas o Governo. No fundo, Cavaco em Belém é, à direita (não "de") o que Alegre seria em Belém à esquerda. Com uma desvantagem: não tem poesia. Se fosse hoje, não tenho dúvidas que o PS não apoiaria a sua recandidatura. Mas a política dá muitas voltas.



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Domingo, 15.02.09

Obama anda numa onda epistolar. Escreveu a Cavaco e escreveu a Sócrates. Soube-se que escreveu a Cavaco e logo a Lusa teve acesso à epístola para Sócrates. O problema é que em ambas as cartas Obama parece padecer de falta de assessoria. Em ambas se dirige aos destinatários dizendo que espera trabalhar com ambos nos próximos quatro anos. Se fosse Bush, tratava-se de uma imperdoável ignorância, arrogância, estupidez, burrice, cretinice, e mais todos os adjectivos disponíveis no mercado. Como é Obama, limitemo-nos a considerar que é falta de assessoria em condições. É que por cá também há eleições e pode não haver mais quatro anos de Cavaco nem de Sócrates. Com pouco jeito para escolher membros da sua Administração, Obama parece não ter lá muito jeito para escrever cartas de Estado.



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Sábado, 14.02.09

Cavaco Silva hoje, na Fábrica da Pólvora (uma ironia), em Oeiras, a tentar dar bons exemplos à juventude, ao lado de Isaltino de Morais, autarca pronunciado por vários crimes, entre os quais, corrupção, a glosar o célebre "Yes, we can" de Obama. Todo um resumo de um regime cada vez menos recomendável. Pairava o espectro de Dias Loureiro. E o Presidente, sorria. Falar uma vez, afinal, basta. Bastará?



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Sexta-feira, 13.02.09

Cavaco Silva diz que o país não pode "baixar os braços" face aos números absolutamente deprimentes divulgados hoje sobre a economia portuguesa. Da ginástica da crise passa assim a fazer parte o levantar dos braços. O Presidente, aliás, tem muita ginástica à sua espera. É melhor preparar-se para promulgar o terceiro Orçamento do Estado para este ano...



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Terça-feira, 03.02.09

Cavaco Silva vetou hoje a alteração à Lei Eleitoral que punha fim ao voto por correspondência dos emigrantes, argumentando que a proposta iria promover a abstenção eleitoral. O Presidente ajuda assim o PS a não cometer um erro legislativo, contribuindo decisivamente para a não proliferação de leis mal redigidas. E desta vez não há dois terços para insistir na Assembleia da República. Isto, sim, é cooperação estratégica...
 



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Domingo, 01.02.09

Também fiquei curioso com a utilização por Cavaco Silva da expressão "é um assunto de Estado", quando ontem se referiu ao caso Freeport e à situação de José Sócrates face aos factos que têm vindo a público. Assunto de Estado? Então não é um assunto de polícia? Não é apenas um caso para a Justiça resolver? Sabendo-se como Cavaco Silva é perito e prudente na utilização das palavras com que expressa habitualmente as suas posições, a expressão presta-se a dúvidas e a interpretações que Cavaco Silva certamente não desconhece que vão ser feitas.



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Quinta-feira, 29.01.09

E se o tão gabado "falar verdade" de Cavaco Silva na mensagem de Ano Novo fosse dirigido não apenas a José Sócrates mas também aos seus amigos do Conselho de Estado?



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Segunda-feira, 26.01.09

O legislador do momento é este.



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Quinta-feira, 22.01.09

Parece que o PS anda desesperado pela antecipação das eleições, que lhe evitaria o assador da crise até Outubro. Quem conhece Cavaco sabe que ele não é atreito a mudanças de calendário e preza a célebre estabilidade. Mas há uma maneira do PS conseguir: basta o Governo demitir-se. Falta um motivo. Arranjar-se-á?



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Sábado, 17.01.09

Portugal vai ter um novo Orçamento. Sim, isto não é nem uma rectificação, nem um suplemento, como tem sido qualificado pela semântica da crise. É um novo Orçamento, que envergonha o Governo que propôs, o Parlamento que aprovou e o Presidente que promulgou o primeiro Orçamento, que todos, todos, sabiam ser uma mentira, uma falsidade e uma mistificação. E depois queixam-se da (falta de) credibilidade das instituições. Outra trapalhada do Governo Sócrates que, se tivesse acontecido a outros era razão para crise nacional, demissão do Governo e antecipação de eleições.



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Quarta-feira, 14.01.09

A cooperação estratégica está a revelar falta de caminhos. Ou então são as estradas que ficaram mais estreitas.



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Domingo, 11.01.09

Cavaco Silva não falou com ninguém sobra as datas das eleições que lhe compete marcar. Uma não notícia, que mais parece daquelas que às vezes saiem em Agosto nos jornais.



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Sexta-feira, 09.01.09

José Sócrates deu uma entrevista esta semana. E com a mesma lata, com a mesma firmeza e com o mesmo grau de convicção falou da recessão que apenas há 56 dias negava, com igual lata, igual firmeza e igual convicção. Isto para já não falar na crise que o seu ministro da Economia comunicou há vários meses que tinha terminado.

 

Desculpem lá mas pessoas assim não dão confiança nem tranquilidade a ninguém. E, sobretudo, não dão credibilidade a um Estado já de si muito mal visto por aí por muitas razões, algumas delas seculares. O Primeiro-Ministro tem tentado desculpar as trapalhadas em que o seu Governo tem andado metido com o chavão de que esta é uma crise que acontece uma vez na vida. Evidentemente que o que José Sócrates diz, no rating das coisas que são para levar a sério está muito mal cotado. Mas eu gostava que José Sócrates fosse o Primeiro-Ministro que acontece uma vez na vida, tal qual o próprio costuma dizer sobre a crise.

 

Temo, porém, que José Sócrates me vá acontecer na vida uma segunda vez. A oposição democrática, o que naturalmente exclui a oposição à esquerda do PS, pelo menos até Manuel alegre fazer o tal partido, se o chegar a fazer, parece competir com o PS na asneirada política. Manuela Ferreira Leite desapareceu outra vez, depois de ter proclamado que depois do período de festas não haveria férias nem fins de semana e que havia que dar combate ao Governo todos os dias. No CDS discute-se quantas dezenas saíram do partido no distrito de Bragança.

 

Esta semana fica marcada por outro episódio lamentável. Poucos dias depois de Cavaco Silva ter promulgado o Orçamento, o ministro das Finanças anuncia a apresentação de um orçamento suplementar. Curiosa semântica esta. Para o Governo teimoso não há nada a rectificar e portanto não haverá orçamento rectificativo. Há sim uma nova situação que “ninguém no mundo inteiro” foi capaz de prever, segundo José Sócrates, e por isso o Governo elabora um apêndice, uma separata, um encarte orçamental. Apetece, caros leitores, por vezes, recorrer ao português vernáculo quando a paciência se esgota. Resistamos…

 

Está, pois, provada a incompetência do Governo, que ainda o primeiro caderno do Orçamento estava em discussão na Assembleia da República já anunciava rectificações, no pacote de medidas contra a crise, às mentiras que lá tinha escrito.

 

O Presidente também não fica lá muito bem na fotografia pela segunda vez a seguir ao melodrama politicamente mal conduzido do Estatuto dos Açores. Promulgou uma lei do orçamento que sabia muito bem que não correspondia à verdade. Os jornais disseram que só o fez depois de pedir esclarecimentos ao Governo, que supostamente os deu. Ora, das duas, uma: ou as explicações também não são boas e o Orçamento não devia ter sido promulgado, ou, se o foram, o Governo enganou o Presidente. Nenhuma das hipóteses prova a existência de boa moeda nas instituições da República. Ou em Belém, ou em S. Bento.

(publicado na edição de hoje do Semanário)

 



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Segunda-feira, 05.01.09

Cavaco Silva pediu explicações ao Governo sobre o Orçamento mentiroso. Recebeu essas explicações. Promulgou a Lei. Estamos todos mais descansados. Afinal, Presidente e Governo falam-se e convencem-se. O Orçamento, esse pobre coitado, em breve será corrigido.



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Domingo, 04.01.09

Reparo que anda para aí tudo excitado por Cavaco Silva ter dito que os portugueses gastam mais do que aquilo que produzem. O sistema transcende-me e por mais que me esforce não alcanço profetas de tanta qualidade. Há décadas que isto acontece e, peço reverentíssimas desculpas ao sistema por insistir nisto, o próprio Presidente quando Primeiro-Ministro ajudou fortemente à festa do gasto acima da produção. Igualzinho a Sócrates. É por isso que Cavaco Silva não me entusiasma: por cada crítica que faz tem brilhante curriculum em contrário. É pena que Cavaco Silva só agora tenha decidido falar verdade aos portugueses.



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Sexta-feira, 02.01.09

Quando vejo toda a gente a concordar, uns mais cinicamente que outros, com o discurso presidencial, julgo que está tirada a prova dos nove sobre a respectiva ineficácia. Aliás, a ideia do regime sobre o Presidente da República é essa mesmo. Alguém que não pareça mas seja ineficaz. Na mouche. Mas não resisto a uma palavrinha adicional sobre as preocupações de Cavaco Silva sobre o mundo rural. Que pena, que pena mesmo, não as ter tido em 1992 quando negociou a reforma da PAC durante a primeira Presidência Portuguesa do Conselho.



publicado por Jorge Ferreira às 20:13 | link do post | comentar

As ilusões pagam-se caras, disse Cavaco Silva na mensagem de Ano Novo. Estou de acordo. Até as ilusões de se ter mais poder do que aquele que efectivamente se tem, digo eu.



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Quarta-feira, 31.12.08

Com o Estatuto dos Açores Cavaco Silva quis dar um passo maior que a perna. Substantivamente o Presidente da República tem razão. Os partidos, todos, a começar pelo PSD, portaram-se vergonhosamente. Aprovaram e reaprovaram uma lei ordinária na forma e no conteúdo. Fizeram uma revisão inconstitucional da Constituição. Desafiaram o Presidente, o qual sabe os poderes que tem e os seus limites. Sócrates gostou do desafio e decidiu testar Cavaco Silva. A corda finalmente partiu. Cavaco perdeu a batalha.

 

Pouco interessa zurzir mais e mais num Parlamento que é capaz de fazer uma lei destas. Infelizmente, não é coisa que surpreenda no meio da mediocridade geral.

 

Politicamente, a questão foi mal gerida desde o início por Belém. Desde o tabu do Verão até à comunicação ao país desta semana, custa a crer como o Presidente da República se deixou enredar de tal forma nos seus gestos que só podia sair a perder. Cavaco devia ter saído como vítima, mas saiu como perdedor.

 

É que, tendo razão substantiva, a importância da questão nunca justificou a utilização da bomba atómica presidencial, ou sejam, a dissolução do Parlamento e a convocação de eleições legislativas antecipadas, que de resto só beneficiariam José Sócrates.

 

O epílogo da questão esteve à altura dos episódios anteriores. Cavaco Silva quis usar a dureza semântica máxima para tirar a consequência política mínima. Porque das duas uma: ou está em causa, como disse o Presidente, o normal funcionamento das instituições democráticas e nesse caso o Presidente, que jurou cumprir a Constituição tem de dissolver a Assembleia da República e convocar eleições. Ou então, se não faz isso é porque não está em causa o normal funcionamento das instituições e o Presidente não podia ter usado levianamente a expressão.

 

Assim, Cavaco Silva deu poderoso contributo a uma ainda maior parlamentarização do regime, justamente, digo eu, ao contrário do que o regime necessita.

 

Nada ficará como dantes entre Belém e S. Bento e Sócrates engana-se redondamente se julga que o filme terminou. Oportunidades para o Presidente exibir os poucos poderes que tem não faltam. Pretextos políticos dados por um Governo fortíssimo em trapalhadas também não hão-de faltar. O problema é o país. Neste momento de crise aguda, que aliás vai piorar em 2009, tudo o que não faz falta é que depois da cooperação estratégica suceda a guerrilha estratégica.

 

(publicado na edição de hoje do Semanário)

(Foto)

 



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Terça-feira, 30.12.08

Cavaco Silva promulgou o Orçamento de Estado mais mentiroso da história da democracia portuguesa. Ainda ontem, a propósito do célebre Estatuto dos Açores, o Presidente dizia: " (...)  nunca ninguém poderá alguma vez dizer que, confrontado com o grave precedente criado pelo Estatuto dos Açores, não fiz tudo o que estava ao meu alcance para defender os superiores interesses do Estado.Nunca ninguém poderá dizer que não fiz tudo o que estava ao meu alcance para impedir que interesses partidários de ocasião se sobrepusessem aos superiores interesses nacionais." Pois bem, em relação a este Orçamento vai poder dizer-se no futuro que Cavaco Silva não fez tudo o que estava ao seu alcance para evitar a grande mentira orçamental de 2009. Foi cúmplice de uma mentira orçamental. É pena.



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Segunda-feira, 29.12.08

O Presidente da República, Cavaco Silva, anunciou hoje a promulgação do Estatuto Político-Administrativo dos Açores, mas fez fortes críticas à lei, que disse afectar “o normal funcionamento das instituições“. “Limitar o exercício dos poderes do Presidente da República por lei ordinária, abala o equilíbrio de poderes e afecta o normal funcionamento das instituições da República”, afirmou Cavaco Silva, numa declaração de sete minutos e cinco páginas, no Palácio de Belém, em Lisboa. Leio isto na Lusa e fico sentado à espera que, em consequência das afirmações que produziu Cavaco Silva dissolva a Assembleia da República e convoque eleições antecipadas. Sob pena de não cumprir a Constituição que jurou cumprir e que manda que se dissolva justamente quando o regular funcionamento das instituições está em causa.



publicado por Jorge Ferreira às 20:35 | link do post | comentar | ver comentários (5)

Cavaco Silva, mesmo com a razão substantiva do seu lado e até por isso, não ganha nada com este tipo de tabus que deixam o país suspenso. Pelo contrário.



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O João Tunes gosta de me provocar. Desta vez, topo. Pois está redondamente enganado. Este post só é possível porque o João não me conhece bem. Nunca reagi por reflexo condicionado. Muito menos com Cavaco Silva. Mas os arquivos do Tomar Partido estão aí à disposição. Quando tiver tempo dê uma voltinha. Será muito útil, antes de escrever certas coisas. È que, goste-se ou não, considere-se Cavaco Silva de direita ou de esquerda, ele será o único em 2009 em posição de enervar Sócrates. E acresce que foi provocado. Trata-se de política, não de gostos pessoais.



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Domingo, 28.12.08

O próximo ano mostrará Cavaco Silva em todo o seu esplendor. Apesar dos contratempos por que estão a passar os seus amigos na banca, trata-se de um ano eleitoral especialmente sensível para José Sócrates. Como se verá na mensagem de Ano Novo desta semana, o clima entre Belém e S. Bento já não é o da cooperação estratégica, mas o do lume brando estratégico. O Presidente não é homem de levar desaforo para casa e a questão do Estatuto dos Açores marcou muito. Com um Orçamento de Estado literalmente mentiroso à sua mercê, um verdadeiro penalty político, Cavaco vai começar o Ano a mostrar a Sócrates que quem vai à guerra dá e leva.



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Sábado, 27.12.08

O Orçamento do Estado para 2009 é uma farsa absoluta. Não é uma opinião. É um facto que resulta das próprias declarações formais do Governo. E tem de ser promulgado pelo Presidente da República, o que é uma maçada constitucional. Como já alvitrei Cavaco Silva, especialista em boa moeda dificilmente se deixaria associar a moeda falsa.



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Depois dos problemas que tem tido com a sua associação ao conselheiro de Estado Dias Loureiro, Cavaco Silva tem agora um enorme azar com outro eiro, mas desta vez é João Rendeiro, o homem que "venceu" nos mercados. A Presidência da República patrocina os Empresários pela Inclusão Social, um organismo dirigido pelo ex-presidente do BPP e que foi criado na sequência da semana da inclusão que o Presidente efectuou logo no início do seu mandato. Ora, atendendo às notícias vindas a público sobre os resultados das "vitórias" do banqueiro nos mercados (intervenção do Governo no Banco, queixas crime em marcha, estranhas vendas de estranhos produtos financeiros que levaram à perda de milhões pelos clientes e não, não são todos ricos...), não parece que se trate de pessoa aconselhável à função e sobretudo patrocinável pela Presidência da República. Chamará Cavaco Silva a Belém para perguntas o ex-banqueiro? Dir-lhe-á este que não tem nada a ver, nem sabia, dos desastres do BPP e ficará tudo na mesma como aconteceu com Loureiro? Ou tratará Cavaco, que precisa de tudo menos deste tipo de associações, de convencer Rendeiro a desincluir-se? Eis o mistério quie os próximos dias revelarão. Uma coisa é certa: as elites do cavaquismo presidencial estão a diminuir o Presidente, como de resto as elites do cavaquismo governamental o diminuíram até ao tabu. Fez bem o PND em exigir desvinculação do Presidente à figura.



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Terça-feira, 23.12.08

Se Cavaco Silva não promulgar o Estatuto dos Açores, mesmo reconfirmado pela Assembleia da República, não lhe acontece nada, pois não está prevista nenhuma sanção. Apenas se trata de um acto jurídio-constitucional de consequências políticas. A política portuguesa está muito interessante.



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Segunda-feira, 22.12.08

Cavaco Silva concedeu 5 indultos dos 351 que lhe foram solicitados. É uma boa política sublinhar o carácter excepcional deste prerrogativa presidencial. Ao contrário do que sucedeu com as condecorações, em que Cavaco Silva deu continuidade à chocante política de condecorar cão e gato que herdou dos seus antecessores, aqui Cavaco Silva tem andado bem. Apenas se espera que, ao contrário do que sucedeu o ano passado, por deficiência imputável ao Governo, não tenha sido indultado nenhum foragido.



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Sábado, 20.12.08

"Em dia frouxo para a caravana de Mário Soares, que não pôde chegar a Bragança por causa de um nevão que cortou as estradas, foi um ministro de José Sócrates quem aqueceu a campanha soarista. Augusto Santos Silva foi a Vila Real lançar o mais duro ataque de um governante a Cavaco Silva, associando a sua eventual eleição a uma tentativa de "golpe de Estado constitucional".

O ministro dos Assuntos Parlamentares não nomeou Cavaco (parece ser palavra tabu para governantes), mas foi claro ao referir várias vezes "o candidato apoiado pela direita". É esse o candidato que, em sua opinião, "manifestamente dá sinais de não perceber o que é a função do Presidente da República". Por isso, Santos Silva deixou o aviso "O que está em causa no domingo é eleição de um Presidente que obedece à Constituição, não é uma tentativa de fazer o que seria um verdadeiro golpe de Estado constitucional."

 

Diário de Notícias de 16 de Janeiro de 2006.

 

Esta semana, sob a pilotagem da maioria absoluta socialista, as competencias do Presidente da República foram aletradas através de lei ordinária, sem revisão constitucional. Santos Silva tem mesmo azar. Nem no autor do golpe de Estado, embora sem derramamento de sangue, mas seguramente constitucional, conseguiu acertar.



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Sexta-feira, 19.12.08

A questão do Estatuto dos Açores, à qual a Pátria, de férias no Verão e de férias no Natal, é perigosamente indiferente é a nova fronteira do primeiro mandato de Cavaco Silva. Nada será como dantes entre Belém e S. Bento. Paulo Portas decidiu fazer mais uma primeira página, desta vez parlamentar, com Cavaco Silva e abriu uma nova fronteira dentro do CDS, que hipocritamente apoiou a candidatura presidencial de Cavaco Silva. Eanes fez um serviço a Cavaco, gritando o que o Presidente não pode sequer sussurrar. Engana-se quem espera que depois do Ano Novo a coisa vai esmorecer. Como se verá, provavelmente já na Mensagem de Ano Novo do Presidente da República.



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Terça-feira, 16.12.08

Quanto mais votam mais se enterram. Continua bizarro o processo político-parlamentar de desvetização do Estatuto dos Açores. As regras de votação até a meio do processo mudam. O PS está destravado de todo. Um triste espectáculo, mais um, da instituição parlamentar.



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Quarta-feira, 10.12.08

Nem quinze dias passaram sobre o dia mágico em que o PS do Parlamento aprovou um Orçamento de Estado do PS do Governo que prevê um crescimento do PIB de 0,6% para 2009. Hoje, o PS do Banco de Portugal disse que entraremos em recessão no final do mês, o que significa que o tal PIB regista um crescimento negativo. Senhor Presidente da República: vai assinar o decreto de promulgação desta Lei mentirosa do Orçamento com prazo de validade técnica já expirado?



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Sábado, 06.12.08

No tempo de Eanes havia os Governos de iniciativa presidencial. Os partidos não se entendiam, o PS tinha maioria relativa e ninguém queria ir para o Governo com o PS, e o Presidente, para evitar eleições antecipadas, o que aliás não conseguiu, escolhia um Primeiro-Ministro e pedia-lhe que formasse Governo e tentasse "passar" na Assembleia da República. Agora é diferente. O PS tem maioria absoluta e só existirão eleições antecipadas se houver uma grande bronca que leve Sócrates a demitir-se, o que não se exclui dada a catadupa de investigações em curso, ou se o Presidente se fartar de Sócrates e demitir o Governo (por menos trapalhadas demitiu Sampaio o Governo maioritário de Santana Lopes). O que talvez não seja de excluir é que, dada a bagunçada que desnorteia o pSD, com a má moeda em livre curso diário de um campeonato do disparate, já com processo de contaminação do Conselho de Estado, é que o Presidente Cavaco inaugura "o PSD de iniciativa presidencial" e indique um líder para pôr ordem na sua casa.



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Quarta-feira, 03.12.08

O conflito entre o Ministério da Educação e os professores é o jogo da bolha política. Vamos ver, quando rebentar, quem é que fica a arder com o dinheiro, perdão, com os votos. Uma coisa é certa para mim: os sindicatos dos professores não querem mais nenhuma avaliação senão o simulacro de avaliação que tem existido ao longo dos anos. Por isso, vão sempre adiando as célebres alternativas, vão sempre fugindo a apresentar o seu modelo, vão desrespeitando os acordos que vão fazendo aqui e ali com o Governo. Aliás, não é por acaso que o assunto menos discutido neste conflito é o próprio modelo de avaliação. Porque este é apenas um pretexto para um jogo político mais vasto e telúrico no qual participam, como membros da bolha, a CGTP, o PCP, por via da CGTP, o PS por intermédio do Governo e, veremos, mais dia menos dia, até o Presidente da República. Sim, em Belém, há muita assessoria que comenta os desaforos da maioria ao Presidente com um velho ditado popular: "cá se fazem, cá se pagam". E Belém já teve de engolir a cooperação por duas vezes, com a lei do divórcio e com o Estatuto dos Açores. Ora, em política não há conflitos grátis. No meio disto tudo, os jovens alunos que o sistema de ensino do qual fazem parte os professores não sabe ensinar foram hoje para as escolas e muitos ali ficaram abandonados por não saberem de véspera se os respectivos professores iam ou não dar aulas. Uma tristeza de país.



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Sábado, 29.11.08

"Para Cavaco, o escândalo do BPN diminui o brilho do seu longo governo e transforma a herança que ele julgara ter deixar num caso de polícia"

 Vasco Pulido Valente, no Público (só para assinantes).



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Quinta-feira, 27.11.08

Distraidamente falei de um assunto na entrada anterior, esquecendo que existem 4.987.628 assuntos sem dúvida mais importantes. Imperdoável, realmente imperdoável.



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Alguém sopra uma insinuação de que um Presidente tem ligações a um banco cuja nacionalização assinou. Não interessa saber se sim, se não. Pior: não se pode ousar perguntar nada a S. Exa.. Interessa apenas saber se foi o malandro do Sócrates que pôs a perfídia a correr. Ah, valentes! Obviamente, subscrevo.



publicado por Jorge Ferreira às 20:20 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Segunda-feira, 24.11.08

Cavaco Silva não pode exonerar  por sua própria iniciativa os membros do Conselho de Estado. Resta a possibilidade de Dias Loureiro sair pelo próprio pé. Um problema que promete arrastar-se e que não é salutar para Cavaco Silva. Acrescente-se que os membros do Conselho não podem ser peritos, testemunhas ou declarantes em processos judiciais sem autorização do Conselho.



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Tanta insistência não prenuncia nada de bom. Por mim não tive nem tenho qualquer coisa a apontar a Cavaco Silva relativamente ao BPN, pelo que desejo que o Presidente se concentre exclusivamente no exercício das suas funções constitucionais. Estar a falar todos os dias deste assunto revela um incómodo e quando há incómodo é porque algo se passa. De uma coisa Cavaco Silva não pode livrar-se: é do cavaquismo e do cortejo de malfeitorias a que o país assistiu durante dez anos. Se o problema é esse, basta chamar Dias Loureiro ao gabinete e resolver o problema do Conselheiro. Se não é sse, não sei que diga.



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Domingo, 23.11.08

Pode um Presidente da República que tem um depósito num banco assinar o Decreto de nacionalização desse Banco? Há quem não tenha dúvidas.



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"Questionado sobre se sabe quem são os principais contribuintes da sua candidatura, Cavaco Silva respondeu: "Não sei. Todos os dias pessoas vão às sedes de candidatura e dizem que querem ajudar", afirmou." Isto passpou-se em 5 de Janeiro de 2006. Admito que Cavaco Silva ignorasse a identidade da maioria das pessoas que contribuíram financeiramente para a sua campanha, mas que ignorasse os principais, custa a crer. Pode ser esta uma hipotética explicação para o comunicado desta tarde. Mais vale prevenir...
 

(via Farpas da Madeira)

 



publicado por Jorge Ferreira às 21:59 | link do post | comentar

O Presidente da República, Cavaco Silva, emitiu hoje um comunicado onde condena as tentativas de associar o seu nome à situação do Banco Português de Negócios (BPN). Este comunicado constitui uma verdadeira surpresa. Nunca ninguém, que eu tivesse dado conta associou o nome ou a vida do Presidente da República ao caso. Mas prova uma necessidade política. E essa pode resultar do comportamento de muitos dos seus ministros e secretários de Estado, um dos quais, ministro, nem se coibiu despudoradamente de invocar na televisão uma amizade de 23 anos com o Presidente, comno se isso fosse um escudo, uma garantia, uma protecção. De facto, o cavaquismo foi um milhão de vezes pior que o próprio Cavaco. Se a Casa Pia ensombrou a legislatura Barroso-Sampaio, o BPN ensmbrará a legistalatura Sócrates-Cavaco. Comunicados destes provam-no. Aguarda-se a todo o momento que Sócrates diga alguma coisa sobre, já que também tem um livro à venda sobre a sua vida apresentado pela mesma pessoa que motiva o comunicado de Belém.



publicado por Jorge Ferreira às 17:56 | link do post | comentar

Sexta-feira, 14.11.08

Cavaco Silva condenou "inequivocamente" os "desacatos e os insultos protagonizados por alguns alunos" em duas escolas nos últimos dias. Não se conhecem poderes constitucionais do Presidente da República para poder intervir na política de educação, no exercício da disciplina dentro das escolas nem no comando das forças da ordem para pôr fim aos desacatos. Mas Cavaco Silva condenou-os inequivocamente. Fez bem. Desacatos nas escolas, ainda por cima utilizando ovos como arma de agressão são coisa feia que merece severo reparo. Ora, Cavaco Silva escusava de ter maçado o país a informar-nos que não pode interferir na vida interna da Assembleia Legislativa da Madeira, coisa que qualquer estudante rudimentar de Direito sabe perfeitamente. Mas podia ter condenado "inequivocamente" os desacatos e os insultos protagonizados por alguns deputados do PSD da Madeira que culminaram com a cena da proibição de acesso de um deputado ao edifício da Assembleia. Mas aí já Cavaco Silva não condenou inequivocamente. Estamos esclarecidos. Eu, aliás, já estava. Mas assim, fica a comparação para que conste...
 



publicado por Jorge Ferreira às 18:44 | link do post | comentar

Quinta-feira, 13.11.08

O que dira o PSD, Manuela Ferreira Leite, Pacheco Pereira, Cavaco Silva, se o que se passa na Madeira se passasse nos Açores, em que por causa de uns artigos do Estatuto, Cavaco Silva parou o país durante um dia para uma comunicação ao jantar?



publicado por Jorge Ferreira às 12:40 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quarta-feira, 12.11.08

Adolfo Mesquita Nunes, no Arte da Fuga:

 

"É verdadeiramente extraordinário que um Presidente da República considere que, quanto a uma ameaça ao regular funcionamento de uma instituição sobre o qual tem poder de dissolução, nada pode fazer. Estanos a falar, para que se note, da ilegal e totalitária decisão de suspensão administrativa de um deputado regional, ao gosto e ao jeito de qualquer ditador que se preze.

Extraordinário porque, bem se vê, não é verdade. Extraordinário porque, ao contrário do Primeiro Ministro que, sob cada facto, tem versões que variam consoante os dias, o Presidente da República nos habituou a falar verdade. Extraordinário porque, em tempos, o mesmo Presidente nos falou na necessidade de impedir que a má moeda expulse a boa moeda de circulção."



publicado por Jorge Ferreira às 13:09 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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