De António de Almeida a 22 de Junho de 2007 às 01:00
-É ainda mais grave! Num país com taxa de natalidade a diminuir, analise-se os serviços que o estado coloca aos casais inférteis, e que gostariam de ter filhos. Com os casamentos a realizarem-se cada vez mais tarde, o estado não apoia (subsídia) qualquer verba, para tratamentos de infertilidade a mulheres a partir dos 38 anos, quando na sua maioria até aí não descobriram ter um problema de fertilidade, a única esperança das que podem custear, é recorrer a clínicas privadas, gastarem cerca de 5 mil euros, com taxas de sucesso a rondar os 15%. O mesmo estado que não coloca estomatologia no serviço nacional de saúde, vai agora fazer abortos gratuitos. Só falta publicitarem, "poupe dinheiro, abortar sai mais barato que comprar preservativos ou a pílula por exemplo". A continuarmos com estas políticas, vamos longe...


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