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De Joaquim Amado Lopes a 31 de Maio de 2007 às 17:43
Até agora (começou o Louçã), se alguém fez frente ao PM, foi precisamente Paulo Portas. E, devo dizer, encostou-o às cordas. Infelizmente, não deu o golpe decisivo.

PP fez várias perguntas concretas a JS. As respostas a essas perguntas são essenciais na tomada de decisão. JS não respondeu a nenhuma, preferindo contra-atacar com "você não fez essas perguntas quando estava no Governo portanto não tem o direito de as fazer agora".

Acontece que as perguntas que PP coloque ao PM no Parlamento são em nome dos portugueses. E as que foram colocadas hoje são absolutamente certeiras. JS respondeu da única forma que podia: com demagogia e hipocrisia.

O "golpe final" que PP não deu: "Verifica-se que o PM não responde ao que foi perguntado porque não tem dados absolutamente essenciais. Isso confirma que a decisão pela OTA não é sustentável em dados concretos mas apenas numa escolha política, sem qualquer sustentação técnica."


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