Em 1609, a povoação de Peniche era elevada a vila. Em 1854, nascia o poeta francês Arthur Rimbaud, autor de "Carta do Vidente", "Uma Temporada no Inferno" e "Iluminações". Em 1870, a Covilhã passava a cidade. Em 1905, a adesão dos ferroviários russos à greve iniciada pelos operários de São Petersburgo, paralisava o país. A acção de natureza anarco-sindicalista culminaria com a promessa de liberdade de imprensa e de associação do Czar Nicolau II, mas tudo estaria esquecido em Dezembro, abrindo caminho a uma tentativa de golpe bolchevique, em Moscovo. Em 1913, em Portugal, João de Azevedo Coutinho liderava uma tentativa de revolução monárquica. Em 1964, morria Herbert Clark Hoover, antigo presidente dos EUA, promotor do auxílio norte-americano à Europa durante a Grande Guerra de 1914-18. Em 1980, a Frente Republicana e Socialista apoiava a recandidatura de António Ramalho Eanes à Presidência da República Portuguesa. Em 1995, Willy Claes, pronunciado num caso de corrupção, renunciava ao cargo de secretário-geral da NATO. Em 1999, o Parlamento indonésio escolhia o líder muçulmano moderado Abdurrahman Wahid para presidente da República e, em 2001, tropas especiais norte-americanas atacavam a cidade de Kandahar, no Afeganistão. Em 2004, era lançada a nova edição de “As Farpas”, de Eça de Queiroz, com as versões originais dos textos publicados na imprensa, distinta da revista pelo escritor em “Uma Campanha Alegre”. Em 2005, Cavaco Silva apresentava a candidatura à Presidência da República, e um advogado da equipa de defesa de Saddam Hussein era morto num ataque, em Bagdad. Em 2006, o governo limitava o aumento das tarifas de electricidade para a generalidade dos consumidores domésticos a 6%, em 2007, cerca de metade do proposto pelo regulador do sector, ERSE. Em 2007, em entrevista ao semanário Sol, o Procurador-Geral da República afirmava que em Portugal as escutas telefónicas "são feitas exageradamente" e manifestou "profundas dúvidas sobre a proibição da publicação" dos seus conteúdos, como define o novo Código do Processo Penal. Pinto Monteiro admitiu que o seu telemóvel possa estar sob "escuta", porque "às vezes faz uns barulhos esquisitos".
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