3 comentários:
De Vasco Sousa a 20 de Janeiro de 2009 às 00:08
A greve, por excelência, é o exercício de um prejuízo. Não existem greves inconsequentes e assépticas. Trata-se de uma forma de protesto que a Constituição da República consagra e legitima. Se acham que ela acarreta graves prejuízos para o país haja coragem política para a condicionar, ou, se a maioria do eleitorado entender, para a ilegalizar.

Serviços mínimos: embora não estejam definidos na lei, os serviços de exame foram motivo de confronto entre sindicatos e tutela sobre o facto de estarem abrangidos , ou não, nos ditos cujos. Que passem a figurar nos serviços mínimos e ponto final.

Conversa menos séria e que incorre claramente na falácia ad hominen : o ataque ao Mário Nogueira, à FENPROF, como se fosse a única estrutura sindical.

Além deste lugar comum, a repetida e gasta denúncia de um conjunto de interesses instalados que acaba sempre na lengalenga do costume:aqui del rei... há um corporativismo, manipulado partidariamente, da classe docente... JÁ NÃO HÁ PACHORRA para esse tipo de discurso intelectualmente subtraído.




De Jorge Marques a 19 de Janeiro de 2009 às 23:12
Já agora também defende o fim do direito à greve, não? Qualquer greve é corporativa e qualquer greve causa incómodos. Se assim não fosse nunca serviriam como forma de pressão.
Esta questão é ridícula e, sinceramente, põe em cheque o ministério e não os professores. Não são estes os responsáveis pela abertura da escola nem pelas refeições. É preciso ser sério!


De NP a 19 de Janeiro de 2009 às 22:26
Serviços mínimos?! De que tipo?! Assim do tipo "os professores de Português e Matemática não podem fazer greve, enquanto os das outras disciplinas podem"?


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