3 comentários:
De Anónimo a 12 de Novembro de 2008 às 01:04
A falta de cabelos brancos vem-lhe da tinta, com que os pinta.

Não há dúvida de que saiu a sorte a Victor Constâncio; não tem que chatear-se com nada, nem maçar, nem incomodar - tudo lhe são rosas ...

O que é que Constâncio sabe, que lhe garante o bilhete de tão expressiva longevidade?!!


De Eng. J. Pitágoras a 15 de Novembro de 2008 às 11:37
Ai pinta???

Meu caro, é óbvio que os pinta. O que só confirma o que fica dito: a vidinha regalada que Constâncio leva deixa-lhe tempo até para pintá-los.

Já nós, os comuns mortais condenados às agruras da vida, somos avaliados por um teste quase infalível: o cabelão não engana...


De Eng. J. Pitágoras a 11 de Novembro de 2008 às 23:12
Não é de agora, mas ganha agora mais oportunidade: o apetecido lugar de Vítor Constâncio parece ser o único cargo vitalício de nomeação política no País. Porquê? Até para Constâncio isso é mau. Vejamos.

Alguém saberá hoje, além do próprio, qual é o seu currículo profissional? Talvez alguns se lembrem de ter sido um dia um fugaz secretário-geral do PS. Talvez alguns se lembrem de ter sido em tempos ministro. E será que alguém se lembra se ele foi ministro das Finanças ou da Economia? Bem, naquele passado conturbado, tanto faz: se calhar até foi ministro da Educação. Alguém se lembra de mais alguma coisa do seu currículo que justifique a sua permanência vitalícia em cargo tão solto e tão tranquilo?

Quando nos sai a sorte grande, é assim: livramo-nos de maçadas para sempre. Claro que a taluda só sai a poucos, como saiu ao governador do Banco de Portugal. Governador!? Até o título é de notável exclusividade. E a sua permanência no lugar já bateu um novo recorde: Constâncio já conquistou o título de constância em cargo de nomeação política que era anteriormente detido por aquele ex-procurador-geral da República, lembram-se?

Estou a queimar o serão a observar Constâncio na Assembleia da República e dou por mim a reconfirmar pela enésima vez o quanto é solto e tranquilo aquele cargo que ele ocupa desde as calendas. Até o cabelo, senhores: nem um cabelito branco, nem um só que pudesse dar a ideia de já ter passado por qualquer maçada...


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