Quinta-feira, 12.11.09

O Governo revoga taxas moderadoras para internamento e cirurugias em ambulatório, antecipando-se à oposição. Governo prepara próximas eleições legislativas para reatar uma maioria absoluta para repôr taxas moderadoras para internamento e cirurgias em ambulatório.


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publicado por Jorge Ferreira às 15:41 | link do post | comentar

Terça-feira, 03.11.09

Nós, ao que parece.



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Domingo, 01.11.09

Aqui.



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Quarta-feira, 29.04.09

A gripe suína foi promovida a gripe mexicana. Então por que é que vão abater os porcos todos do Egipto?...


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Segunda-feira, 17.11.08

Correia de Campos saiu depois da barragem de fogo e entrou a ministra Manuel Alegre da Saúde. Os problemas das urgências desapareceram, os problemas do S. N. S. desapareceram, as manifestações de utentes desapareceream. O sector está esquerdizado e calmo. Na Educação, como Manuel Alegre não tem ministra substituta, a ministra em exercício vai ter de engolir elefantes.



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Terça-feira, 01.07.08

A ministra da Saúde assumiu hoje no Parlamento que não iria a um hospital privado em caso de acidente grave, defendendo que este sector só deve funcionar como complemento do serviço nacional de saúde (SNS). Para o Governo os estabelecimentos privados de saúde não devem concorrer com o Estado para aumentar a eficiência dos dois sectores a benefício dos cidadãos e da sua liberdade de escolha. Não. O sector privado da saúde é para os restos do SNS. Os cidadãos devem ser condenados ao SNS e só em caso de recurso libertados para o sector privado. Eis uma ministra gonçalvista que deve ser do pleno agrado do PSD e do CDS que têm reivindicado um SNS deste género, como fazem o PC e o Bloco. Há muito tempo que o Governo não nos brindava com uma posição tão intensamente socialista como esta. Toda a oposição deve estar feliz.


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publicado por Jorge Ferreira às 19:06 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sábado, 16.02.08
Ainda não me referi a um assunto que tem dado que falar nos últimos tempos. Eduardo Barroso, médico e Director-Geral da Autoridade para os Serviços de Sangue e Transplantação, foi ao Parlamento garantir que não se considera um mercenário por ter pago a si mesmo 277 mil euros pela disponibilidade total para as operações que não fez e pela dedicação exclusiva para um trabalho que efectuou enquanto acumulava funções no Hospital da Cruz Vermelha. E quando julgamos que será difícil alguém ainda conseguir surpreender-nos, eis que há sempre alguém apostado nisso. O Hipócrates morreu e eu não me sinto lá muito bem...

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publicado por Jorge Ferreira às 17:53 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Segunda-feira, 09.07.07
Chegou finalmente o grande dia. Doze hospitais do Norte de Portugal começam hoje a realizar abortos a pedido da mulher, apesar de a regulamentação da lei do aborto só entrar em vigor a 15 de Julho. Nós, por cá, somos assim. Há leis que vigoram anos sem nunca terem a sorte de serem cumpridas pelo próprio Estado. Há outras que começam a ser cumpridas antes mesmo de estarem em vigor. País bonito com tão exímia eficácia. Como eu gostava que tanta eficácia existisse na solução do problema das listas de espera nos hospitais. A ideologia faz milagres. A propósito: alguém sabe o que terá acontecido à célebre Clínica dos Arcos, tão lesta antes do referendo do aborto a anunciar que queria abrir o mais depressa possível em Lisboa?

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Quinta-feira, 21.06.07
(Desfibrilhador)

Todas as mulheres que decidam interromper voluntariamente a gravidez estarão isentas de taxas moderadoras no Serviço Nacional de Saúde, tal como qualquer outra grávida. É uma das medidas previstas na regulamentação do aborto livre resultante do último referendo. Os contribuintes pagarão assim duas vezes pelos abortos feitos no SNS.

Entretanto, em Portugal existem apenas cerca de 60 desfibrilhadores referenciados na rede de cuidados primários de saúde. De acordo os dados disponibilizados pela Carta de Equipamentos da Saúde (CES), disponível na internet, isso significa que apenas um cada seis centros de saúde (unidade central com respectivas extensões) dispõe deste equipamento que pode salvar vidas em caso de paragem cardíaca.

Definitivamente, cada vez é mais difícil e mais caro viver com saúde com o Governo de Sócrates. Ao invés, destruir vidas é fácil e o Estado, isto é, todos nós temos de pagar. Devia existir objecção de consciência para o contribuinte!


(publicado na edição de hoje do Democracia Liberal)


publicado por Jorge Ferreira às 18:55 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sábado, 10.03.07
A falta de clínicos, que deixa mais de 3.500 utentes do Carregado (Alenquer) sem médico de família, levou a comissão criada para acompanhar as questões da saúde a lançar um abaixo-assinado junto da população, anunciou hoje Afonso Machado. Esta gente do Carregado é verdaeiramente insaciável. Já vão ter um aeroporto, ainda querem médicos?! Definitivamente há terras que não estão à altura da visão de Sócrates para o grandioso futuro da Pátria. Não o merecem, é o que é.


publicado por Jorge Ferreira às 17:23 | link do post | comentar

Domingo, 25.02.07
O Governo tornou-se num caso de urgência?


publicado por Jorge Ferreira às 22:56 | link do post | comentar

Sexta-feira, 23.02.07
Leio no Pedro Guedes que o Hospital onde Sócrates fechou a maternidade, Elvas, remetendo as mulheres grávidas para la ciudad hermana de Badajoz, vai ser um dos que vão ser preparados para fazer abortos. Ora aí está simbólica, devastadora, paradigmática, pujante, radiosa, toda uma cosmovisão do Portugal moderno do século XXI. O défice do Serviço Nacional de Saúde não acha rentável nascer, mas já acha rentável abortar.


publicado por Jorge Ferreira às 10:36 | link do post | comentar

Sexta-feira, 16.02.07
O sim ganhou o referendo do aborto. A partir de agora e apesar da Assembleia da República não estar obrigada a legislar nesse sentido porque não votou a maioria dos eleitores recenseados, as esquerdas têm legitimidade política para fazer uma lei com uma norma a dizer que o aborto praticado até às dez semanas por opção da mulher em estabelecimento de saúde autorizado não é crime.

Parece simples não é caro leitor? Pois não é.

Logo nos dias seguintes ao referendo ficou claro que o PS não sabe o que fazer com a vitória que inegavelmente alcançou. Na segunda-feira veio Alberto Martins, líder parlamentar do PS, dar a entender que não haveria qualquer aconselhamento obrigatório para as grávidas que quisessem abortar. Na terça-feira, nas jornadas parlamentares do PS, essa ideia ficou ainda mais vincada em declarações de diversos deputados e do próprio Primeiro-Ministro. Para quem acompanhou a campanha de perto, é fácil constatar que alguns defensores do Sim mentiram com quantos dentes tinham na boca quando afirmaram que a resposta Sim à pergunta do referendo não implicaria o Sim ao aborto livre. Chamaram mentirosos a quem afirmava o contrário. Alguns, como Vital Moreira ou Maria de Belém Roseira, deram a entender que o aconselhamento seria contemplado na regulamentação da lei.

Constata-se agora que tudo não passou de uma mentira. Quem, de boa fé, respondeu Sim, na expectativa de que aí viria uma lei moderada, desengane-se, pois o que a maioria aprovou foi efectivamente o "direito ao aborto". Depois veio outra vez Alberto Martins dizer que ninguém fazia a Lei, só o PS. O PS parece uma criança a quem deram um brinquedo novo. O problema é que não sabe como pôr o brinquedo a funcionar.

A verdade é que existem várias questões em aberto por resolver. Vai-se despenalizar ou descriminalizar o aborto, mantendo a sua ilicitude? Vai-se dar a exclusiva opção de abortar à mãe ou vai permitir-se que o pai tenha opinião? Vai-se construir um tipo de crime novo punindo o acto conforme o lugar onde ele é praticado, sem consideração pelos “direitos” da mãe, mantendo-se teimosamente a ideia de que só não há crime nos “estabelecimentos de saúde legalmente autorizados”? Vai-se exigir uma qualquer motivação da mãe - “angústia”, “sofrimento psicológico” ou outra equivalente - ou não se exigirá qualquer razão, por frágil que seja?Vai-se exigir um período de aconselhamento e reflexão prévios - e vai-se fazer desse momento um espaço informativo meramente técnico, ou, pelo contrário, vai transformar-se esse momento numa ocasião de defesa da vida? Vai estabelecer-se algum equilíbrio entre as mães que abortam e as que querem ter os seus filhos, em termos de acesso a prestações sociais? O que vai o Estado fazer aos casais que querem ter filhos e não podem? Vai tratá-los como doentes e apoiá-los no Serviço Nacional de Saúde como irá passar a fazer com as grávidas?

A esclarecer tudo isto fugiram Sócrates, Correia de Campos, o PS e restantes esquerdas durante o debate de campanha. Não convinha. Agora está instalada a confusão.

Para agravar tudo isto, vem agora, agora, só agora, Cavaco Silva puxar dos galões presidenciais e exigir prudência e equilíbrio na Lei. O mesmo Presidente que nem uma intervenção pública se dignou fazer sobre o tema quando era o tempo de esclarecer e decidir, que nem uma mensagem prévia de apelo ao voto no referendo arriscou fazer. Tarde de mais para tanta preocupação, parece-me. É que o Presidente tem, dizem os sábios constitucionais, o enormíssimo poder da palavra. Com o seu silêncio no momento em que devia ter falado, Cavaco Silva não perdeu certamente o poder formal do veto, mas perdeu seguramente autoridade política e margem de manobra para fazer o que quer que seja.

(publicado na edição d ehoje do Diário de Aveiro)


publicado por Jorge Ferreira às 01:19 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Quinta-feira, 15.02.07
Há muita gente genuinamente convencida que numa noite invernosa de Fevereiro o país mudou. Isto, enquanto Salazar é sadicamente submetido, a título póstumo, à tortura democrática de ganhar votações em urna tecno-telefónica de natureza televisiva. Contradições que certamente os sociólogos da escola oficial não deixarão de aproveitar para teses de mestrado e doutoramento.

Seja. Não desiludamos estes crédulos por enquanto, embora seja óbvio o seu niilismo analítico. Olhemos antes para os partidos políticos actuais. Com o império de Sócrates em pleno esplendor, o que temos de verdadeiramente entusiasmante na oposição? Isto: PSD e CDS fazem oposição ao PS pela esquerda. Se Sócrates estivesse na oposição pediria moderação ao seu PS se alguém se lembrasse de fazer as propostas que Marques Mendes e o CDS (sem mando nos dias que correm), têm feito sobre a política de saúde.

Ouvir uma deputada do CDS exigir o respeito do programa constitucional sobre o Serviço Nacional de Saúde, como se ouviu há pouco tempo, ver Carmona Rodrigues distribuir seguros de saúde pagos pela falida CML pelas criancinhas que frequentam o ensino básico no seu martirizado município, é verdadeiramente revolucionário. Fidel, Chavez, Morales, não fariam melhor. Não admira que Sócrates esteja em alta.

A nova esquerda, afinal, não é o Dr. Louçã. É o CDS e o PSD.
(publicado na edição de hoje do Democracia Liberal)


publicado por Jorge Ferreira às 22:46 | link do post | comentar

Segunda-feira, 12.02.07
O Bloco de Esquerda quis em tempos obrigar por Lei os médicos objectores de consciência a encaminhar as mulheres que quisessem abortar para um médico que não fosse objector de consciência. Estranha objecção de consciência. Será que o Bloco defende que se um cidadão fôr mobilizado para a tropa e fôr objector de consciência deve indicar outro cidadão que não se importe de disparar umas balas para ir no lugar dele?


publicado por Jorge Ferreira às 18:34 | link do post | comentar

Domingo, 11.02.07
O ministro da Saúde está a prometer para fazer abortos um Serviço Nacional de Saúde de que infelizmente os portugueses com as outras doenças não podem dispôr.


publicado por Jorge Ferreira às 21:24 | link do post | comentar

Esta é uma noite à Luís de Matos. De repente, de uma cartola referendária, saíram vários e lindíssimos coelhos. Um coelho: apesar de não o terem posto na pergunta, os defensores do Sim agora querem todos aconselhamento prévio obrigatório para quem quiser abortar. Segundo coelho: Portugal passou a ter apenas numa noite um novo Serviço Nacional de Saúde. Terceiro coelho: afinal, dizem todos os do Sim, o aborto clandestino NÃO vai acabar. Eu sempre achei que a esquerda é especialista em ilusionismo. Pena que o seja também em ilusionismo eleitoral.


publicado por Jorge Ferreira às 21:19 | link do post | comentar

Sexta-feira, 09.02.07
A campanha do referendo do aborto chega hoje ao fim. É verdadeiramente esclarecedor sobre a oposição do CDS e do PSD que o Governo tenha conseguido escapar pelos pingos da chuva durante estes meses todos a esclarecer coisas básicas sobre o dia seguinte, se o Sim ganhar. Como vai ser a Lei? Como vai ser a regulamentação da Lei? O Serviço Nacional de Saúde garante ou não a satisfação da procura que vai haver? E se não satisfizer como resolve o Governo o problema? Deixa criar listas de espera até às 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, semanas de gravidez? Atribuirá prioridade aos abortos em detrimento do tratamento e de cirurgias relativas e verdadeiras doenças? Vai pagar às clínicas privadas que se substituírem ao SNS? Ninguém sabe, porque o Governo calou-se e ninguém o obrigou a falar.

Talvez porque o Governo esteja com medo do dia seguinte.
(publicado na edição de hoje do Democracia Liberal)


publicado por Jorge Ferreira às 10:30 | link do post | comentar

Sexta-feira, 02.02.07
"Aparentemente, só existe dinheiro para a aplicação imediata do aborto a pedido, seja no SNS ou através da subsidiação de clínicas privadas com o dinheiro dos contribuintes: Não há dinheiro para reforma nas urgências".

André Azevedo Alves, no Blogue do Não.

O certo é aborto Não, urgências Sim.

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JORGE FERREIRA

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