Terça-feira, 27.10.09

Pelo menos 40 mil idosos portugueses não têm capacidade financeira para comprar alimentos. Avançar Portugal.


tags: ,

publicado por Jorge Ferreira às 14:27 | link do post | comentar

Sexta-feira, 20.03.09

As preocupações com a pobreza costumam ser proporcionais à intensidade das crises económicas e sociais. Estes momentos são pasto fácil para o oportunismo e a demagogia na busca do voto. É frequente ver governantes e ex-governantes dom retóricas sobre a pobreza nos momentos de crise económica e social aguda, como aquela em que actualmente vivemos.

 

A verdade é que não fora a acção de inúmeras instituições privadas que dentro e fora das crises ajudam quem precisa e há sempre quem, a pobreza seria um fenómeno social ingovernável. Quanto ao Estado, a verdade também é que a pobreza não se remedeia, evita-se. Evita-se com políticas acertadas de criação de condições para investir, para criar emprego e riqueza.

 

Em momentos como este, em que há cada vez mais desempregados, mais fome e mais miséria, ninguém presta atenção a qualquer discurso que não passe pelas ajudas do Estado: mais subsídios, mais ajudas, mais dinheiro do Estado para quem precisa. Quando é sabido que o mesmíssimo Estado não aproveita os momentos que pode para facilitar a vida às empresas, para aliviar a carga fiscal aos investidores, para mudar leis do trabalho que desincentivam o emprego, para acabar com licenças inúteis, para acabar som subsídios de preguiça a quem é pobre porque apenas não quer trabalhar.

 

Existe um bom barómetro político desta atitude hipócrita e anti-social relativamente ao desemprego e à pobreza. O Partido Comunista, poucos se lembrarão, fechou um jornal, o célebre Diário, e vendeu uma editora, a Caminho, sem preocupações de manutenção de emprego dos respectivos trabalhadores ou quaisquer outras. E, todavia, exactamente o Partido Comunista faz gala de manifestações, protestos e indignações com o desemprego dos trabalhadores dos outros e com a pobreza dos outros. Sem que ninguém ouse sequer confrontá-lo com os seus comportamentos.

 

O Governo, esta semana, mais uma vez a reboque dos acontecimentos foi ao debate quinzenal apresentar medidas de socorro avulsas e, aliás, baratinhas, para tentar corrigir o monumental erro que cometeu ao admitir a gravidade da situação tardiamente, como se Portugal fosse hoje a segunda versão do oásis da crise social dos anos noventa.

 

E, quando voltar o tempo das vacas gordas, tudo voltará ao mesmo. Ninguém, então, e de novo, se preocupará em tomar as medidas necessárias para garantir mais e melhor produtividade e criação de riqueza. É a sina lamentável de um país mal governado e em que a oposição consegue ser tão medíocre quanto o Governo.

(publicado na edição de hoje do Semanário)

 



publicado por Jorge Ferreira às 09:54 | link do post | comentar

Domingo, 21.12.08

Sábado à tarde solarengo em Lisboa, nas Amoreiras. Muitas e desvairadas gentes atravessam-se em destinos que se cruzam apenas nos corredores e se desvanecem quando se traspõem as portas da rua. Ex-banqueiros e seus advogados saiem a meio da tarde, indiferentes às compras e às músicas de Natal que não páram de tocar. Acusados de ter cometido infracções, terão que se defender, sem horário nem calendário. Gente feliz com sacos leva tudo à sua frente, num irritante autismo, quase agredindo com os seus sacos e as suas malas de compras quem tem o azar de não perceber que não pode pura e simplesmente andar nas Amoreiras mas sim fazer autênticas gincanas. No éter, oiço Pacheco Pereira explicar como as canções de Ágata são retratos sociais de uma época e falavam de problemas do dia-a-dia das pessoas e como esse era o segredo do seu sucesso. Fico a saber que não tem preconceito contra a música pimba. Oiço o "Mãe Solteira" e fico a saber pela milésima vez que posso ficar com com a casa, com o carro, mas não fico com ele. Em seguida Pacheco Pereira decreta a morte da filatelia com os novos costumes do e-mail e do sms e com a rarefacção da utilização das estampilhas postais, vulgo selos. Também eu fui filatelista amador e gostei de recordar os tempos do selo. Este programa de Pacheco Pereira no Rádio Clube foi-me da maior utilidade. Permitiu-me descansar da memória do homem que vira, minutos antes, tombar, redondo no chão, de inanição. Tão simples quanto isso. Um homem, já idoso, rosto marcado indelevelmente pelas agruras da vida, com um porte de uma dignidade incrível, que caía ao chão (vi duas vezes), apenas porque ainda não tinha comido nada ontem. Era apenas fome. Apenas. Recusou ambulância, recusou médico. Ajudado pelos seguranças do centro comercial em deriva humanitária, sentou-se numa cadeira esperando o regresso das forças que lhe permitissem andar. A Margarida, de lágrimas nos olhos, foi-lhe comprar um pacote de leite, que lhe deu a beber, antes de desabafar em português vernáculo contra o mundo que permite que estas pessoas estejam a viver assim. Foi o inesperado pequeno-almoço do homem por volta das cinco da tarde. Compreendo muito bem que a Margarida não sinta Natal. É realmente muito difícil. A fome daquele homem não estava escrita na cara, nem vem nas estatísticas da desigualdade social do INE de 2006 com que Sócrates discursou esta semana no debate parlamentar. Também não sei se aquele homem é funcionário público e vai ter acesso ao apoio que o Governo anunciou em exclusivo para funcionários públicos. Sei que no meu país a pobreza oculta-se mas vai matando lentamente.

 

(publicado em O Carmo e a Trindade)



publicado por Jorge Ferreira às 20:17 | link do post | comentar

Sexta-feira, 30.05.08

Vinte e dois anos depois de termos entrado nas Comunidades Europeias e depois de milhões de contos e de euros investidos em tudo e mais alguma coisa, é triste verificar que Portugal piorou a sua situação relativa em comparação com os outros Estados da União Europeia em indicadores sociais e de desenvolvimento. Esse dinheiro foi investido para que o país e os seus cidadãos convergissem com os países e com os povos mais desenvolvidos e o que sucedeu é em vez de convergirmos, divergimos. Desse ponto de vista encontramo-nos todos a viver a consequência de uma oportunidade perdida.

É fácil apontar o dedo aos políticos que negociaram os fundos, que decidiram os fundos, que distribuíram os fundos, que gastaram os fundos. E eles terão enormes responsabilidades no fiasco europeu. Mas é preciso perceber que o problema é mais fundo que essa responsabilidade principal. E que esse problema tem que ver com uma falta de exigência cívica colectiva de rigor e competência.

A forma como a sociedade portuguesa se indigna periodicamente com a pobreza, simplesmente a propósito de um relatório internacional ou de um artigo mais polémico de um colunista é um paradigma do que pretendo significar com a falta de exigência cívica de que falo.

É essa cultura de facilidade que perpassa em toda a sociedade de uma forma geral que também explica que se tenha chegado a um ponto em que cada português deve em média quinze mil euros a instituições financeiras. A dívida dos portugueses às instituições financeiras somou quase 150 mil milhões de euros no ano passado, o que significa que cada português, em média, deve 15 mil euros.

Esta é a conclusão do relatório sobre a estabilidade do sistema financeiro divulgado esta semana pelo Banco de Portugal. O montante do endividamento de 2007 representa 91 (!) por cento da riqueza produzida pelo país no último ano. 

 

No mesmo, o banco central manifestou preocupação por a taxa de endividamento dos portugueses ter subido de 124 para 129 por cento do rendimento disponível apenas num ano. E alerta para o perigo de um número elevado de famílias não cumprir as obrigações financeiras porque “o accionamento de hipotecas teria graves consequências do ponto de vista social, dada a importância da habitação como bem de primeira necessidade e o deficiente funcionamento do mercado de arrendamento”. Assim se mede o quanto se vive acima do que se pode e do que se produz em Portugal.

 

Quanto à taxa de poupança dos portugueses, desceu em 2007 pelo sexto ano consecutivo. No ano passado, a poupança foi 7,9 por cento do rendimento disponível. O sobreendividamento e a pobreza são as duas faces do atraso económico e social.

 

A este cenário já de si pouco recomendável regista-se agora uma brutal alta de preços nos combustíveis, com todas as consequências demolidoras que isso tem em toda a economia, desde a desactivação de pequenas empresas, ao sequente desemprego até aos aumentos nos preços da alimentação. Situação que, como facilmente se percebe produz mais pobreza.

 

Ou percebemos todos, Estado e cidadãos, que só se pode começar a dar a volta ao assunto com mais responsabilidade social de todos ou nada feito.

 

 

(publicado na edição de hoje do Diário de Aveiro)



publicado por Jorge Ferreira às 16:27 | link do post | comentar

Terça-feira, 27.05.08

Mário Soares está preocupado com a pobreza. Também eu. Mário Soares diz que é preciso fortalecer o Estado e não transferir riqueza para os privados. Eu digo que é preciso emagrecer o Estado para os privados produzirem mais riqueza.



publicado por Jorge Ferreira às 10:23 | link do post | comentar

Domingo, 25.05.08

"Atirar menos de dois euros para o chapéu de um indigente é motivo suficiente para se ser corrido a insultos de fazer corar um sargento de Cavalaria."

 

Eurico de Barros, no Diário de Notícias.


tags:

publicado por Jorge Ferreira às 19:29 | link do post | comentar

Quarta-feira, 17.10.07
Finalmente concordo com Cavaco Silva: ambos nos envergonhamos com os números da pobreza. Mas temos uma diferença: só ele foi Primeiro-Ministro durante dez anos.


publicado por Jorge Ferreira às 22:49 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Domingo, 13.05.07
Acabo de ouvir na televisão um alto dignatário da Igreja Católica cujo nome não retive, fazer esta pergunta, a propósito dos 2 milhões de contos de lucro que deu o ano passado o Santuário de Fátima: "Se dividirmos pelas dioceses dá 100.000 contos a cada uma; que riqueza são cem mil contos?". Minutos antes a RTP tinha passado uma reportagem sobre a pobreza envergonhada que existe no país. Estas declarações são literalmente ofensivas dos mais necessitados e dos mais pobres, que deveriam ser a prioridade da Igreja.
(sem imagens para evitar a demagogia)


publicado por Jorge Ferreira às 13:33 | link do post | comentar

JORGE FERREIRA

tomarpartido@sapo.pt

visitantes em linha

English version by Google
Novembro 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

2
3
4
5
6
7

8
9

20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30



DESTAQUES




TAMBÉM ESTOU AQUI

Jorge Ferreira

Cria o Teu Crachá

Aveiro
Comunicar a direito
Democracia liberal
Diário de aveiro
Jorge ferreira
O carmo e a trindade
O templário
Terras de mármore
Tv net

O PARTIDO DOS AMIGOS

A cagarra
Alinhavos
Cão com pulgas
Eclético
Faccioso
Ilha da madeira
Fumaças
Mais actual
Meu rumo
Paris
Sobre o tempo que passa
Tubarão


OUTROS PARTIDOS

A arte da fuga
A barbearia do senhor luís
A casa de sarto
A casa dos comuns
A caveira vesga
A caverna obscura
A civilização do espectáculo
A destreza das dúvidas
A educação do meu umbigo
A gota de ran tan plan
A grande alface
A janela do ocaso
A natureza do mal
A origem das espécies
A outra varinha mágica
A regra do jogo
A revolta das palavras
a ritinha
A terceira noite
A textura do texto
A voz do povo
A voz nacional
A voz portalegrense
As escolhas do beijokense
As penas do flamingo
Abrigo de pastora
Abrupto
Às duas por três
Activismo de sofá
Admirável mundo novo
Adufe
Água leve
Água lisa
Alcabrozes
Alianças
Aliança nacional
Almocreve das petas
Apdeites v2
Arcadia
Arde lua
Arpão
Arrastão
Aspirina b
Atuleirus
Avatares de um desejo

Bar do moe, nº 133
Blasfémias
Bem haja
Berra-boi
Bic laranja
Bicho carpinteiro
Binoculista
Bissapa
Blogo social português
Blogotinha
Blogs e política
Blogue de direita
Blogue da sedes
Blogue real associação de lisboa
Blue lounge
Boca de incêndio
Boina frígia
Braga blog
Branco no branco
Busturenga

Cabalas
Café Bar James Dean
Café da insónia
Caixa de petri
Caixa de pregos
Câmara corporativa
Campos da várzea
Canhoto
Carreira da í­ndia
Causa liberal
Causa nossa
Cegos mudos e surdos
Centenário da república
Centurião
Certas divergencias
Chá preto
Charquinho
Cibertúlia
Cinco dias
Classe polí­tica
Clube das repúblicas mortas
Clube dos pensadores
Cobrador da persia
Combustões
Confidências
Congeminações
Contingências
Controversa maresia
Corta-fitas
Crónicas d'escárnio e mal dizer

Da condição humana
Da literatura
Da rússia
Dar à tramela
Dass
De vexa atentamente
Der terrorist
Delito de opinião
Desconcertante
Desesperada esperança
Despertar da mente
Direito de opinião
Do portugal profundo
Dois dedos de prosa e poesia
Dolo eventual
Duas cidades
Duas ou três coisas
2 rosas

É curioso
É tudo gente morta
e-konoklasta
Em 2711
Elba everywhere
Em directo
Encapuzado extrovertido
Entre as brumas da memória
Enzima
Ephemera
Esmaltes e jóias
Esquissos
Estado sentido
Estrago da nação
Estudos sobre o comunismo
Espumadamente
Eternas saudades do futuro

Falta de tempo
Filtragens
Fliscorno
Fôguetabraze
Foram-se os anéis
Fúria dos dias

Gajo dos abraços
Galo verde
Gazeta da restavração
Geometria do abismo
Geração de 80
Geração de 60
Geração rasca
Gonio
Governo sombra

Há normal?!
Herdeiro de aécio?!
Hic et nunc
Hoje há conquilhas, amanhã não sabemos
Homem ao mar

In concreto
Ideal social
Ideias soltas
Ilusão
Império lusitano
Impressões de um boticário de província
Insinuações
Inspector x
Intimista

Jacarandá
Janelar
Jantar das quartas
João Távora
Jornal dos media
José antónio barreiros
José maria martins
Jose vacondeus
Judaic kehillah of portugal - or ahayim
Jugular
Julgamento público

Kontrastes

La force des choses
Ladrões de bicicletas
Largo da memória
Largo das alterações
Latitude 40
Liblog
Lisbon photos
Lobi do chá
Loja de ideias
Lusitana antiga liberdade
Lusofin

Ma-schamba
Macroscópio
Maioria simples
Maquiavel & j.b.
Margem esquerda
Margens de erro
Mar salgado
Mas certamente que sim!
Mau tempo no canil
Memória virtual
Memórias para o futuro
Metafísica do esquecimento
Miguel teixeira
Miniscente
Minoria ruidosa
Minudencias
Miss pearls
Moengas
Movimento douro litoral
Mundo disparatado
Mundus cultus
My guide to your galaxy

Não há pachorra
Não não e não
Nem tanto ao mar
Neorema
Nocturno
Nortadas
Notas formais
Notícias da aldeia
Nova floresta
Nova frente
Num lugar à direita
Nunca mais

O afilhado
O amor nos tempos da blogosfera
O andarilho
O anónimo
O bico de gás
O bom gigante
O cachimbo de magritte
O condomínio privado
O contradito
O diplomata
O duro das lamentações
O espelho mágico
O estado do tempo
O eu politico
O insubmisso
O insurgente
O islamismo na europa
O jansenista
O jumento
O observador
O país do burro
O país relativo
O pasquim da reacção
O pequeno mundo
O pravda ilhéu
O principe
O privilégio dos caminhos
O profano
O reaccionário
O saudosista
O severo
O sexo dos anjos
O sinaleiro da areaosa
O tempo das cerejas
O universo é uma casca de noz
Os convencidos da vida
Os veencidos da vida
Obrigado sá pinto
Oceano das palavras
Office lounging
Outra Margem
Outubro

Palavra aberta
Palavrussaurus rex
Pangeia
Papa myzena
Patriotas.info
Pau para toda a obra
Pedra aguda
Pedro_nunes_no_mundo
Pedro rolo duarte
Pedro santana lopes
Pena e espada
Perguntar não ofende
Planetas politik
Planí­cie heróica
Playbekx
Pleitos, apostilas e comentários
Politeia
Política pura e dura
Polí­tica xix
Polí­tica de choque
Politicazinha
Politikae
Polvorosa
Porcausasemodivelas
Porto das pipas
Portugal dos pequeninos
Por tu graal
Povo de bahá
Praça da república em beja
Publicista

Quarta república

Registo civil
Relações internacionais
Retalhos de edith
Retórica
Retorno
Reverentia
Revisões
Ricardo.pt
Risco contínuo
Road book
Rua da judiaria

Salvaterra é fixe
Sem filtro
Sempre a produzir
Sentidos da vida
Serra mãe
Sete vidas como os gatos
Small brother
Sociedade aberta
Sociologando
Sorumbático
Sou contra a corrente
Super flumina

Táxi
Tempo político
Tenho dito
Teorias da cidade
Tese & antítese
Tesourinhos deprimentes
There is a light never goes out
Tirem-me daqui
Tralapraki
Transcendente
Tribuna
31 da armada
Tristeza sob investigação
Triunfo da razão
Trova do vento que passa

Último reduto
Um por todos todos por um

Vale a pena lutar
Vasco campilho
Velocidade de cruzeiro
Viagens no meu sofá
Vida das coisas
Vento sueste
Voz do deserto

Welcome to elsinore

Xatoo

Zarp blog

PARTIDOS DOS ALUNOS

Ao sul
As cobaias
Fados e companhia
O cheiro de santarém pela manhã
Platonismo político
Projecto comunicar

PARTIDOS DE ABRANTES

Abranteimas
Rua da sardinha
Torre de menagem

PARTIDOS DO ALGARVE

Mons cicus
Olhão livre
Tavira tem futuro
The best of lagos

PARTIDOS DE AVEIRO

A ilusão da visão
Academia de aveiro
Actas diárias
Amor e ócio
Arestália
Aveiro sempre
Bancada directa
Bancada norte
Blog de sergio loureiro
Botanabateira
Código da vivencia
Cogir
Debaixo dos arcos
Desporto aveiro
Divas e contrabaixos
Estados gerais
Forum azeméis
Já agora
Margem esquerda
Neo-liberalismo
Nós e os outros
Notas de aveiro
Notícias da aldeia
Noticias de ovar
Painéis de aveiro
Pontos soltos
Portal do beira-mar
4linhas
Quotidiano da miséria
7 meses
The sarcastic way
Visto de fora
Vouga

PARTIDOS DE OEIRAS

À rédea solta
Escrever sobre porto salvo
Eu sou o poli­ticopata
Oeiras local
Rememorar oeiras

PARTIDOS DE TOMAR

Alcatruzes da roda
Algures aqui
À descoberta de tomar
Charneca da peralva
Nabantia
Olalhas
Os cavaleiros guardiões de sta. maria do olival
Sondagem tomar
Tomar
Thomar vrbe
Tomar, a cidade
Tomar a dianteira
Vamos por aqui

PARTIDOS DE VILA VIÇOSA

A interpretação do tempo
Infocalipo
O restaurador da independencia
Tasca real

PARTIDOS POÉTICOS

Arrimar
Corte na aldeia
Forja de palavras
Linha de cabotagem (III)
Nimbypolis
O melhor amigo
Ofí­cio diário
Orgasmos dos sentidos

PARTIDOS DAS ÁGUIAS

A águia
A ilíada benfiquista
A mística benfiquista
Amo-te, benfica
Anti-anti-benfica
Benfiquistas desde pequeninos
Calcio rosso
Chama imensa
Diário de um adepto benfiquista
E isso me envaidece
E pluribus unum
Encarnados
Encarnado oriental
Encarnado e branco
Eterno benfica
Football dependent
Gloriosa fúria vermelha
Glorioso jornal
Gordo vai à baliza
Javardos benfiquistas
loucos pelo slb
Mágico slb
Mar vermelho
Memória gloriosa
Não se mencione o excremento
Novo benfica
O antitripa
O inferno da luz
O grémio benfiquista
Os nossos queridos jornalistas desportivos
País de corruptos
Quero a verdade
Ser benfiquista
Slbenfica - forever champions
Slblog
Tertúlia benfiquista
Um zero (1-0) basta
Vermelhovzky
Vedeta da bola
Vedeta ou marreta?
Velho estilo ultras
Vermelho à moda do porto

PARTIDOS DA BOLA

Cromo dos cromos

PARTIDOS DO DIREITO

Ab surdus
Assembleia de comarca
Blog de informação
Blog do dip
Cartilha jurídica
Cum grano salis
Direito na sociedade da informação
Dizpositivo
Elsa
Incursões
Iuris
Leituras oficiosas
Legalidade
Lex turistica nova
Mens agit molem
Notas constitucionais
O meu monte
Patologia social
Piti blawg
Ré em causa própria
Reforma da justiça
Rumo do direito
Santerna
Suo tempore
Trepalium
Urbaniuris
Vexata quaestio

PARTIDOS DA VIDA

Açores pelo não
Alentejo pelo não
(Des)conversas em família
Direito a viver
Évora pelo não
Fiat lux
Impensável
Jornal da família
Nebulado
Pela vida
Pelo não
Quero viver
Razões do não
Sinto a vida
Sou a favor da vida

PARTIDOS DA ARGENTINA

El opinador compulsivo

PARTIDOS DO BRASIL

Ação humana
Cronicas do joel
Depósito do maia

PARTIDOS DE ITÁLIA

Importanza dele parole

PARTIDOS DOS LIVROS

Blog do espaço de memória e do pátio das letras
D'outro tempo
Lerblog
Mundo pessoa

PARTIDOS DAS REVISTAS

Alameda digital
Leonardo, revista de filosofia portuguesa

PARTIDOS DA TAUROMAQUIA

Lides alentejanas
Toiradas

PARTIDOS DOS BLOGUES

aniversários de blogues
Blog do dia dn
Blogpatrol
Blogpulse
Blogsearch
Blogservatório
Blogs em lí­ngua portuguesa
Moblig
Orochi's blog
Sapo blogs
Technorati
Weblog

PARTIDOS DA POLÍTICA

Bloco de esquerda
Centro democrático social
Os verdes
Partido comunista português
Nova democracia
Partido social-democrata
Partido socialista


PARTIDOS DOS JOGOS OLÍMPICOS

Atenas 2004
Pequim 2008
Comité olí­mpico internacional
Comité olí­mpico de portugal

PARTIDOS DOS JORNALISTAS

a capital
Jornal do diabo
O comércio do porto



TAMBÉM JÁ ESTIVE AQUI
Blogue do não
Câmara de comuns
Eleições 2009
Nova vaga
Novo Rumo
O carmo e a trindade
O eleito
Olissipo
Ota não
Portal lisboa
RCP ONLINE
Semanário
Sportugal
Tomarpartido
ARQUIVOS

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

subscrever feeds
tags

efemérides(867)

borda d'água(850)

blogues(777)

josé sócrates(537)

ps(339)

psd(221)

cavaco silva(199)

pessoal(182)

justiça(180)

educação(150)

comunicação social(139)

política(137)

cds(126)

crise(121)

desporto(120)

cml(116)

futebol(111)

homónimos(110)

benfica(109)

governo(106)

união europeia(105)

corrupção(96)

freeport de alcochete(96)

pcp(93)

legislativas 2009(77)

direito(71)

nova democracia(70)

economia(68)

estado(66)

portugal(66)

livros(62)

aborto(60)

aveiro(60)

ota(59)

impostos(58)

bancos(55)

luís filipe menezes(55)

referendo europeu(54)

bloco de esquerda(51)

madeira(51)

manuela ferreira leite(51)

assembleia da república(50)

tomar(49)

ministério público(48)

europeias 2009(47)

autárquicas 2009(45)

pessoas(45)

tabaco(44)

paulo portas(43)

sindicatos(41)

despesa pública(40)

criminalidade(38)

eua(38)

santana lopes(38)

debate mensal(37)

lisboa(35)

tvnet(35)

farc(33)

mário lino(33)

teixeira dos santos(33)

financiamento partidário(32)

manuel monteiro(32)

marques mendes(30)

polícias(30)

bloco central(29)

partidos políticos(29)

alberto joão jardim(28)

autarquias(28)

orçamento do estado(28)

vital moreira(28)

sociedade(27)

terrorismo(27)

antónio costa(26)

universidade independente(26)

durão barroso(25)

homossexuais(25)

inquéritos parlamentares(25)

irlanda(25)

esquerda(24)

f. c. porto(24)

manuel alegre(24)

carmona rodrigues(23)

desemprego(23)

direita(23)

elites de portugal(23)

natal(23)

referendo(23)

apito dourado(22)

recordar é viver(22)

banco de portugal(21)

combustíveis(21)

música(21)

pinto monteiro(21)

bcp(20)

constituição(20)

liberdade(20)

saúde(19)

augusto santos silva(18)

cia(18)

luís amado(18)

todas as tags