Terça-feira, 20.10.09

"Tem razão Manuel Monteiro, líder do Movimento Missão Minho: a renúncia de João de Deus Pinheiro, que encabeçou a lista do PSD pelo círculo de Braga nas eleições legislativas de 27 de Setembro, ao cargo de deputado, meia hora depois de tomar posse no Parlamento, mais não é que “brincar com os eleitores”. Mais não representa que uma vergonha, uma traição aos milhares de votantes que depositaram o seu voto nas listas sociais-democratas, configurando ainda uma deslealdade para com a direcção do partido que o indicou para o lugar."
 

Artur Coimbra, no Correio do Minho.



publicado por Jorge Ferreira às 19:16 | link do post | comentar

Domingo, 30.08.09

"Legitimado pelo poder constituinte de 1975, o nosso sistema político nasce para dar origem a uma democracia de partidos. De partidos e não de cidadãos. Existiam sobejas razões para tal facto e não se estranhará pois que o texto original da Constituição, mantido no essencial nos tempos de hoje, tenha dado aos partidos uma posição de destaque, desconhecida na esmagadora maioria das constituições dos países ocidentais. Em Portugal, os partidos não são apenas os intermediários entre o voto dos eleitores e a acção dos deputados, eles são o único centro de produção e decisão políticas, o que os transforma nos exclusivos detentores do poder. Não é por caso que só na revisão constitucional de 1997, se tenha possibilitado a candidatura de grupos de cidadãos às autarquias e não é também por acaso que esse direito ainda agora seja negado, no que às eleições legislativas diz respeito. A matriz fundadora do nosso regime baseia – se em partidos, só em partidos e nada mais do que partidos.

Mas se era compreensível o rumo tomado no período pós – revolucionário, importará saber se ele é actualmente aceitável. A minha resposta é não! A democracia formal contradiz a democracia real e apesar dos inúmeros apelos à participação, os factos demonstram como ela é quase impossível ou até indesejada. A cidadania não se manifesta mais, pela simples razão de que o seu exercício é dificultado por uma armadura constitucional, legal e regulamentar, concebida para permitir a livre circulação dos partidos, e dos seus dirigentes, e não para facilitar a livre e espontânea participação dos movimentos de pessoas. As pessoas são importantes apenas no momento do voto, mesmo que este já não sirva para escolher quem as representa e apenas funcione, para legitimar as escolhas previamente feitas.

Temos hoje, mais do que uma democracia inacabada, uma democracia partidária falida, ausente e distante, de quem supostamente deveria estar próxima. Entrincheirados nos seus castelos, os dirigentes partidários tardam em aceitar que o seu sistema está esgotado e nem os visíveis sinais dados com a crescente abstenção e o aumento dos votos em branco, os parecem demover da sua posição.

Mantendo um poder legislativo que não é autónomo e um sistema eleitoral que lhes garante o monopólio da candidatura, logo da representação, os partidos refugiam – se na legalidade dos seus actos, para esconder a falta de legitimidade das suas opções. O povo ordena cada vez menos e o Parlamento, a despeito do que se diz, deixou há muito de ser a Câmara representativa dos eleitores.

Todavia há mudanças impossíveis de parar e talvez mais cedo do que alguns pensam, o sistema acabará por implodir. O actual quadro político já não dá resposta às novas situações e a concorrência parlamentar entre representantes partidários e eleitos pelos movimentos de cidadãos será, a prazo, inevitável. Como inevitável será termos deputados que respondem perante o povo que os elege e não perante o presidente partidário que o designa.

Manuel Monteiro

Candidato a deputado, pelo Círculo de Braga, pelo Partido da Nova Democracia, por impedimento legal de candidatura do Movimento MISSÃO MINHO

Esposende, 17 de Agosto de 2009"

(artigo de opinião publicado na edição de ontem do Expresso)



publicado por Jorge Ferreira às 17:39 | link do post | comentar

Quinta-feira, 20.08.09

Ouve-se falar muito da Maçonaria, mas nunca como até à passada terça-feira, a intervenção política da Maçonaria se revelou tão esplendorosamente. Explico: Manuel Martins pertence à Assembleia Municipal de Barcelos eleito pelo Partido da Nova Democracia. Como sucede a tanto vira-casacas que há por aí, decidiu candidatar-se desta vez pelo PSD. O original é que explicou por que o fazia. Em declarações à edição desta terça-feira do Diário do Minho (link para assinantes), esclareceu que os seus amigos do Grande Oriente Lusitano lhe "fizeram ver as implicações" de estar ligado a um partido de extrema-direita. Assim mesmo: o GOL, convocado por um dos seus ilustríssimos membros à luta autárquica que se aproxima. Já não bastava o ridículo de considerar o PND como partido de extrema-direita, coisa que só mesmo o GOL é capaz..., sabemos agora que o GOL faz ver coisas às pessoas e que estas pessoas seguem as coisas que o GOL lhes faz ver. Os eleitores, no meio disto tudo, são, é claro, um mero pormenor. O GOL não gosta de Manuel Monteiro. Acho que isto lhe vai render alguns votos em Braga. Terá Manuel Monteiro agradecido já a Manuel Martins a sua franqueza?...

(Foto)



publicado por Jorge Ferreira às 15:58 | link do post | comentar

Sexta-feira, 14.08.09

 

Ler aqui.



publicado por Jorge Ferreira às 15:12 | link do post | comentar

Segunda-feira, 27.07.09

 

“Ser Conservador é, nos tempos de hoje, ser ousado, ser criativo, ser competitivo, ser ganhador, ser respeitador dos valores que passam de geração em geração. Ser Conservador é, em suma, saber donde se vem, sem receio do mundo para onde se vai. Nesta questão está toda a diferença entre um Conservador e um não conservador.

 
O Conservador desafia o futuro para o construir, sem destruir as sãs e sólidas raízes donde provém; o não conservador ou é reaccionário e vira as costas ao futuro ou é socialista e trata o passado como se nunca tivesse existido. Para ele a história reescreve-se a cada momento, porque o que conta é o presente, só o presente e nada mais do que o presente.
 
Ser Conservador é ter a seu favor a natureza intrínseca dos Homens, das Comunidades, das Nações. Não é por acaso que os socialismos, bem como toda a plêiade de totalitarismos, pretenderam inventar o homem novo. Eles sabem que só pela destruição da essência do homem é que conseguiriam implantar a sua ideologia. E não satisfeitos com o anúncio do tal homem novo, impuseram a ditadura perante o homem antigo, chamado pelos arautos socialistas de homem velho.
 
Ser Conservador é estar na linha da frente, dando continuidade natural à comunidade a que pertencemos.”
 

O lançamento do livro Um Conservador à Moda do Minho, de autoria de Manuel Monteiro, onde se reúnem os artigos de opinião publicados ao longo dos últimos anos no Diário do Minho, realiza-se no próximo dia 30 de Julho, pelas 16 horas, no café Viana, em Braga. O preço de lançamento do livro é de 10 euros, revertendo 10% para a APPACDM –Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental- de Braga.



publicado por Jorge Ferreira às 22:48 | link do post | comentar

Quarta-feira, 15.07.09

"O candidato a deputado pelo movimento Missão Minho, Manuel Monteiro lamentou hoje que o Presidente da República e o Rei de Espanha venham a Braga inaugurar o Instituto Ibérico de Nanotecnologias, 'antes de estar concluído e a funcionar'. Em declarações à Lusa, Monteiro garantiu que o edifício pouco mais tem do que as paredes e algumas salas prontas, classificando de 'escândalo' e 'atentado à democracia' o acto inaugural marcado para sexta-feira, com a presença de Cavaco Silva e Juan Carlos, chefes de Estado dos dois países, e dos primeiros-ministros, José Luiz Zapatero e José Sócrates."
 

Correio do Minho.



publicado por Jorge Ferreira às 19:46 | link do post | comentar

Sexta-feira, 22.05.09

 

O combate à corrupção é a bandeira do primeiro cartaz cartaz da campanha de Manuel Monteiro e do Movimento Missão Minho para as eleições legislativas. O ex-dirigente do CDS-PP e do Partido da Nova Democracia vai concorrer pelo distrito de Braga, apoiado pelo Movimento ‘Missão Minho’

 

(Foto)



publicado por Jorge Ferreira às 16:13 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 26.03.09

Manuel Monteiro afirmou que os casos de suposta corrupção envolvendo lideres partidários ficam anos nos tribunais sem que ninguém seja acusado, acentuando que "tal acontece com o caso Freeport, o dos submarinos, e os de presidentes da Câmara contra os quais nunca se produz prova". Acrescentou que "não há desenvolvimento com corrupção e não há igualdade de oportunidades para os cidadãos e para as empresas, quando as decisões públicas são tomadas em função dos benefícios auferidos pelos decisores". Manuel Monteiro aproveitou para divulgar uma carta aberta a Mesquita Machado, na qual lhe solicita que divulgue as suas declarações de IRS, entregues nas Finanças, desde 2001. Na ocasião, contestou a actual lei que regula os mandatos autárquicos, dizendo que limitam a três os dos presidentes de Câmara, mas permitem que os vereadores fiquem 40 anos em pelouros como os do urbanismo ou das finanças.

Fonte: Lusa.



publicado por Jorge Ferreira às 17:19 | link do post | comentar

Manuel Monteiro, que se vai candidatar a deputado pelo distrito de Braga nas próximas eleições legislativas, apresentou hoje as suas declarações de IRS, correspondentes ao período que vai de 1991 a 2007, através das quais se constata que o maior rendimento anual de que usufruiu foi o de 2007, quando ganhou 43 mil euros brutos, como professor e comentador televisivo. Desafiando os líderes políticos e os autarcas - em especial o presidente da Câmara de Braga, Mesquita Machado, do PS a fazer o mesmo - Manuel Monteiro disse que "a classe política atira as culpas para a justiça, pelo facto de nenhum corrupto ser preso, quando, na verdade, a impunidade resulta das leis que produz e que visam obstaculizar a penalização da corrupção".

Fonte: Lusa.



publicado por Jorge Ferreira às 17:17 | link do post | comentar

O Movimento Missão Minho, de Braga, exigiu, hoje, ao PSD e ao CDS-PP que reapresentem na Assembleia da República o pacote de medidas contra a corrupção elaborado pelo ex-ministro socialista João Cravinho e que o PS recusou. O dirigente deste organismo, Manuel Monteiro, disse, em conferência de imprensa, que só instituindo o princípio da inversão do ónus da prova será possível que a justiça combata eficazmente a corrupção em Portugal.

Fonte: Lusa



publicado por Jorge Ferreira às 17:15 | link do post | comentar

Quinta-feira, 19.03.09

O movimento Missão Minho é um exemplo de movimento que se constituiu no Minho porque os partidos querem ter o monopólio da representação parlamentar e proibíram que candidatos independentes possam ser eleitos para a Assembleia da República. Eu, que não sou minhoto e lamentavelmente não posso votar no distrito de Braga, apoio. Ler aqui, o Manifesto de apresentação.



publicado por Jorge Ferreira às 17:56 | link do post | comentar

Domingo, 14.12.08

É como eu estou a ler as incidências, sequelas, resultados, fait-divers das directas do CDS. "Quando fui oposição a Manuel Monteiro, fui eleito delegado e até com uma margem grande. Agora os militantes não quiseram ou o dr. Paulo Portas não quis, por isso está decidido”, disse Luís Guedes, que não conseguiu ser eleito delegado ao Congresso por dois votos e assim lá se vai a estratégia alternativa pelo cano. É a vida. Quem quer democracia não é com Portas certamente que tem que contar.
 



publicado por Jorge Ferreira às 15:27 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sexta-feira, 26.09.08

Ora ponha aqui, ora ponha aqui, o nome do seu deputado. Em 200, só 16 conseguiram. Foi em Braga que aconteceu, mas temo que o fenómeno seja generalizado. O sistema eleitoral está em causa.

 

(publicado no Camara de Comuns)



publicado por Jorge Ferreira às 22:19 | link do post | comentar

Sexta-feira, 19.09.08

Isto é que vai ser uma animação lá pelo Minho..., não sei, cheira-me.



publicado por Jorge Ferreira às 18:34 | link do post | comentar

Manuel Monteiro vai ser eleito deputado por Braga?, por Manuel Azinhal, n' O Sexo dos Anjos.



publicado por Jorge Ferreira às 14:28 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Quinta-feira, 04.09.08

Monteiro 2009. Um amigo, um político de boas convicções e sobretudo, uma pessoa séria, que é daquilo que o país está mais a precisar: pessoas sérias.



publicado por Jorge Ferreira às 12:44 | link do post | comentar

Sábado, 30.08.08

Parece que os sindicatos da CGTP, que tanto proclamam a defesa dos interesses dos trabalhadores, cobram uma espécie de dízima sindical, assim como que uma espécie de "imposto de luta", aos trabalhadores que recebem indemnizações em resultado de processos de falência de empresas. Eis uma nova forma de exploração dos trabalhadores. Mas desta vez não são os tenebrosos capitalistas a fazê-la, mas sim os gloriosos sindicalistas.



publicado por Jorge Ferreira às 18:01 | link do post | comentar | ver comentários (3)

Quinta-feira, 10.07.08

"Se dúvidas existissem quanto ao facto de José Sócrates estar hoje sem uma oposição forte, elas terão – se desvanecido diante o que vimos e ouvimos durante a passada semana. O PSD, apesar da solenidade da sua nova líder, não é alternativa ao PS e começou a deixar de ser alternância, uma vez que as suas ideias e propostas são um cozinhado requentado face ao prato principal oferecido no restaurante socialista. "
 

Manuel Monteiro, no Democracia Liberal.



publicado por Jorge Ferreira às 12:41 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Segunda-feira, 07.07.08

Não se lamentem, por Manuel Monteiro, no Democracia Liberal.



publicado por Jorge Ferreira às 19:32 | link do post | comentar

Terça-feira, 03.06.08

Para evocar a memória de alguém a primeira condição é ter memória. Justamente aquilo que Marcelo Rebelo de Sousa não tem. Evocando a memória de Francisco Lucas Pires, afirmou que este abandonou o CDS de Manuel Monteiro. Falso. Lucas Pires abandonou o CDS após as eleições legislativas de 1991, antes da realização do Congresso do CDS em que Manuel Monteiro seria eleito líder do CDS, antes sequer de se saber que Manuel Monteiro seria candidato a líder do CDS. Bem sei que o falso facto dava jeito à justificação da transferência de Lucas Pires do CDS para o PSD, mas lamento esclarecer que não foi assim.



publicado por Jorge Ferreira às 15:17 | link do post | comentar

Quarta-feira, 19.03.08
"Quando cheguei ao partido, o 'falecido' Manuel Monteiro deixou-nos um vencimento de uma letra de dez mil contos e processos de execução", disse Abel Pinheiro ao "Expresso". Além da grosseria e da baixeza dos termos utilizados, as afirmações de Abel Pinheiro são literalmente inaceitáveis porque falsas. Uma coisa que Abel Pinheiro não herdou de certeza foram donativos de dinheiro suspeitos em nome de pessoas inventadas, nem nunca nas Direcções de Manuel Monteiro se levantaram suspeitas sobre sobreiros, submarinos, helicópteros e casinos. É uma pena ver Abel Pinheiro, pessoa que respeito, metido nestas embrulhadas. Escusava era de se meter por caminhos esconsos. Quem tem de prestar contas à Justiça não é certamente Manuel Monteiro. Já o meu amigo Manuel Monteiro anda distraidote. Pediu a Portas um desmentido das afirmações de Abel Pinheiro se "é um homem de honra". Bem pode esperar sentado pelo desmentido...


publicado por Jorge Ferreira às 11:37 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sexta-feira, 28.09.07
"É verdade que os pedófilos serão beneficiados com as mais recentes alterações na legislação penal? É verdade que o folclore vivido em torno das prisões preventivas, mais não foi do que uma hábil forma de desviar as atenções dos cidadãos para que este assunto não fosse abordado? É verdade? É verdade senhores deputados que votaram a nova lei? Será que chegámos ao cúmulo de viver num País onde se votam diplomas para branquear situações e ilibar culpados? É verdade? Será que existem políticos de tal modo comprometidos com actos imorais e corruptos, ao ponto da Assembleia da República ter tais atitudes? E se não é verdade porque se cala a Assembleia face à suspeita que vem sendo levantada? Os deputados não ouviram Marcelo Rebelo de Sousa, na RTP? E não respondem? Não há uma honra a ser defendida? O que se passa senhores deputados? De que têm medo? ".
Manuel Monteiro, no Correio do Minho.


publicado por Jorge Ferreira às 01:25 | link do post | comentar

Sexta-feira, 13.07.07
Já é a segunda vez que o 'Público' troca as fotografias dos candidatos com os respectivos partidos quando publica as sondagens para as eleições intercalares da Camara municipal de Lisboa. Manuel Monteiro aparece sempre como líder de partidos de que não é líder. À primeira ainda se desculpa. À segunda ou é incompetência ou má vontade. Nenhuma delas devia existir neste jornal. Lamentável.


publicado por Jorge Ferreira às 12:43 | link do post | comentar

Sexta-feira, 06.07.07

Manuel Monteiro em alta, por Rui Costa Pinto, no Mais Actual.
Lisboa é Capital, por Valupi, no Aspirina B.
Isto vai mal, isto vai mau, por Pinto Ribeiro, no Suck and Smile.
Uma boa surpresa, por João Gomes, em Aquela Opinião.
António Costa teve medo de receber o Ginja, em O Jumento.


publicado por Jorge Ferreira às 22:46 | link do post | comentar

Quinta-feira, 14.06.07
O Governo acaba de chegar a acordo com Isaltino de Morais para transferir o IPO de Lisboa para Oeiras. O Presidente da Câmara Municipal de Oeiras está acusado da prática de crimes, sendo inocente até trânsito em julgado de sentença condenatória. O PS está coligado na Câmara Municipal de Oeiras com o dito Isaltino.

Só não percebo por que razão o PS trata tão mal Fátima Felgueiras. Só não percebo por que razão o PS quer obrigar os autarcas acusados a suspender os mandatos. Só não percebo por que razão António Costa está calado sobre o IPO. Ou se calhar percebo tudo. Como diz o povo, estão todos bem uns para os outros.

Nas eleições em Lisboa, há uma grande oportunidade de mudar este estado de podridão em que mergulhou a democracia portuguesa. É votar em Manuel Monteiro e na Nova Democracia. Oxalá a aproveitem.

Já agora: o Parque Mayer faz hoje 85 anos. Abandonado, desprezado, inacabado, destruído, ele é o melhor símbolo da falência política da CML nas últimas décadas. Uma cidade que resiste a este desleixo durante tanto tempo, só pode ser uma grande cidade. E só pode ter muita paciência.
(publicado na edição de hoje do Democracia Liberal)


publicado por Jorge Ferreira às 14:30 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Segunda-feira, 28.05.07
Manuel Monteiro decidiu apresentar a sua candidatura à CML com o acto simbólico de bloquer o edifício da EMEL com um fita, exactamente como a EMEL costuma fazer aos carros. Boa ideia. A EMEL é uma das empresas municipais mais dispensáveis e estúpidas que Lisboa tem. A EMEL só começou a revelar alguma eficácia qundo contratou com uma empresa privada a prestação do serviço que a EMEL devia fazer. Para isto bastava um Vereador, não era necessária uma empresa municipal. Além disso a EMEL não passa de um défice e de uma agência partidária de colocação de desempregados partidários. Bom começo.
(publicado em O Carmo e a Trindade)


publicado por Jorge Ferreira às 23:20 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 17.05.07
"À direita, o cenário é completamente diferente. Depois da desistência de Carmona Rodrigues e do esforço de Fernando Negrão, apenas Manuel Monteiro, que avançou com uma candidatura pela Nova Democracia, parece contrariar o tradicional marasmo de ideias para a principal autarquia do país. Neste momento, apenas falta o CDS/PP, um partido com uma influência tão diminuta que tem de esperar pelos outros para avançar com a escolha final."
Rui Costa Pinto, no Mais Actual


publicado por Jorge Ferreira às 13:29 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sábado, 28.04.07
Na Madeira. E o jardim da intimidação. Na Madeira.


publicado por Jorge Ferreira às 15:20 | link do post | comentar

Terça-feira, 17.04.07
"Que pensaria Aristóteles, ele que defendeu antes de tantos a LIBERDADE, a liberdade política e a liberdade económica, se viesse a este mundo e verificasse que em nome da livre oferta e da livre procura, se mata o mercado conduzindo com isso à morte da própria liberdade?À direita há um grande combate a travar e não é apenas contra o Estado omnipresente. É cada vez mais contra o triunfo e a hegemonia dos que matam a concorrência para serem cada vez maiores."
Manuel Monteiro, no Democracia Liberal.


publicado por Jorge Ferreira às 00:29 | link do post | comentar

Segunda-feira, 19.03.07
No tempo em que num partido que hoje anda aos berros, aos insultos e às ameaças físicas (assim mais ou menos como se andava em 1975 mas com a extrema-esquerda), se fazia política, orgulho-me, pessoalmente, de ter ajudado à criação do concelho de Vizela. É para isto que servem os partidos. Para serem úteis aos cidadãos e não para serem um mostruário de patologias políticas deprimentes.


publicado por Jorge Ferreira às 09:57 | link do post | comentar

Sexta-feira, 16.03.07
Marques Mendes descobriu agora que a construção do aeroporto da Ota devia ser suspensa e apelou ao Presidente da República, que como se sabe não tem poderes para o impedir. Marques Mendes tem uma forma muito fácil de provar que está genuinamente empenhado nas pelavras que só agora decidiu proferir sobre a Ota: aceitar a sugestão da Nova Democracia ( já agora é bom que se saiba que nem à carta que Manuel Monteiro lhe escreveu deu sequer sinal de recepção) e Santana Lopes, entre outros, de se desencadearem os mecanismos conducentes à realização de um referndo nacional sobre a matéria. Até lá ... cheira apenas a oportunismo solavanquista.


publicado por Jorge Ferreira às 15:18 | link do post | comentar

Quarta-feira, 07.03.07
«Ora, como é que o Estado, através de uma empresa pública, se atreve a encomendar um estudo a uma empresa que com certeza considerou credível e mais de dez anos depois manda tudo às malvas e manda fazer outro estudo que diga outra coisa?», questionou Manuel Monteiro. Recusando revelar a resposta do ministro Mário Lino às perguntas que fez no encontro, Manuel Monteiro disse apenas que «não ficou satisfeito» e criticou a oposição parlamentar por não levantar esta questão. No estudo de 1994, referiu Manuel Monteiro, os custos da expropriação de terrenos no Montijo custariam ao Estado 2,34 milhões de contos, enquanto que na Ota custariam 3,5 milhões de contos. No Montijo, acrescentou, o custo de construção do novo aeroporto ascenderia a 226,57 milhões de euros, enquanto que na Ota, custaria 356 milhões.


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JORGE FERREIRA

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