Sexta-feira, 10.04.09

As funcionárias da Loja do Cidadão de Faro, inaugurada a 3 de Abril, foram proibidas de usar saias curtas, decotes, saltos altos, roupa interior escura, gangas e perfumes agressivos. As instruções foram dadas numa acção de formação antes da abertura da loja, denunciou uma funcionária. Acho especialmente misteriosa a proibição que diz respeito à roupa interior escura. Será um fetiche do formador? Não tarda o Governo decreta uma farda para todos. Assim como os exércitos têm.



publicado por Jorge Ferreira às 13:32 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 09.04.09

Por causa do texto a que chamou Sou Liberal Contra o Aborto, o Tiago Moreira Ramalho desencadeou uma tempestade no Corta-Fitas. Saúdo o Tiago pelo exercício da liberdade de convicções, de opinião e pela coragem de o fazer. E constato, com pena, a intolerância e a dificuldade de conviver com a liberdade dos outros que a publicação do texto veio demonstrar num blogue de onde menos seria de esperar tal ocorrência.



publicado por Jorge Ferreira às 15:40 | link do post | comentar

Costumo dizer que é difícil ser liberal em Portugal ou em qualquer parte do mundo porque a natureza humana tem as suas limitações. A liberdade individual e a privacidade são uma fortíssima necessidade humana. O problema é que convivem com outras fortíssimas necessidades humanas. A necessidade de segurança, por exemplo. O que tem levado os Estados a adoptar medidas cada vez mais restritivas da privacidade, logo, da liberdade, em nome da necessidade de prevenir e combater eficazmente a criminalidade.

 

Mas, à boleia desta necessidade, o Estado tem aproveitado para meter cada vez mais o bedelho na nossa vida. Ordenando por via de lei comportamentos, intrometendo-se por via de tecnologia nas nossas vidas, obtendo cada vez mais informação sobre quem somos, onde estamos, o que fazemos, o que temos. O pão não pode ter mais que uma certa quantidade de sal, não se pode fumar em quase lado nenhum, o ADN vai começar a ficar armazenado numa base de dados, já temos, na prática o cartão único do cidadão, com a informação única a que o Estado tem acesso, coisa que em 1973, durante a ditadura, já estava pronta e que a Constituição de 1976 proibiu. Temos uma central de responsabilidade de créditos onde a vida financeira dos cidadãos está escarrapachada, bem como sistemas de cruzamentos de dados onde é possível apurar milhentas situações das difíceis relações dos cidadãos com o Estado.

 

O Estado tem-se comportado em relação à privacidade e à liberdade individuais, sempre para corresponder a necessidades diversas e concorrentes com a necessidade de liberdade, como o mar em relação às praias: todos os anos invade mais um bocadinho. Com a internet e por este andar, qualquer dia, estamos todos no ecran.

 

Desde que o PS está no poder, o Estado tem avançado pela liberdade e pela privacidade dos cidadãos dentro com uma fúria imprevisível. Mas o PS não tem tratado, com idêntica convicção, eficácia e rapidez de criar mecanismos de defesa dos cidadãos perante os abusos do Estado no uso da informação a que tem acesso.

 

A liberdade anda às arrecuas nos últimos anos. E a pior notícia é que não se vê no horizonte maneira de parar esta insaciável sede de informação e de controlo das nossas vidas privadas pelo Estado. Porque outras necessidades, fortemente concorrentes com a liberdade, se levantam. Não sei mesmo se voltaremos a ser os mesmos que éramos antes desta sanha de devassa.

(publicado na edição de hoje do Semanário)



publicado por Jorge Ferreira às 09:58 | link do post | comentar

Segunda-feira, 06.04.09

A civilização que acaba de se lambuzar durante uma semana a gozar com o Papa por causa de uma frase sobre preservativos aceita, sem pestanejar, pedir desculpa por ter gozado com Maomé para ter a Turquia não sei aonde ou para garantir o apoio da Turquia não sei para quê, ou, ou, ou. Quem não se dá ao respeito não pode esperar respeito dos outros. Estamos entregues aos Rasmussen's desta vida.

(Via Blasfémias)



publicado por Jorge Ferreira às 12:34 | link do post | comentar

Quarta-feira, 11.03.09

"No PS existe a mania que os socialistas têm liberdade de expressão e por isso ninguém pede responsabilidades", acabou o impagável Carlos Candal de dizer sobre Manuel Alegre na SIC-N. Vi eu, ninguém me contou.



publicado por Jorge Ferreira às 20:05 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Domingo, 30.11.08

O PCP, encafuado no Campo Pequeno onde queria meter os reaccionários, isto é, todos os que não eram do PCP, em 1975, queixa-se da falta de liberdade. Duvido que qualquer um dos reaccionários que tivessem sido encafuados no Campo Pequeno em 1975 mantivessem a mesma liberdade de se queixar da falta dela.


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publicado por Jorge Ferreira às 14:49 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Terça-feira, 14.10.08

"Sócrates até pode estar certíssimo na sua análise. Só lhe falhou um pormenor: enganou-se no país. Durante os seus delírios no Parlamento, Pedro Silva Pereira deveria ter dado um toque suave no seu ombro e murmurado ao ouvido: "El Comandante", isto aqui é Portugal." Muito provavelmente por estar a acompanhar intensamente as eleições americanas e a tentar fixar as frases de Barack Obama, Sócrates já anda a confundir Lisboa com Washington e o PSI 20 com o Dow Jones. Sequer sugerir que terá havido um tempo, fora do século XIX, em que o País andou enrolado com as doutrinas liberais é argumento digno da mais alta comédia."

 

João Miguel Tavares, no Diário de Notícias.



publicado por Jorge Ferreira às 10:14 | link do post | comentar

Segunda-feira, 13.10.08
Esfusiantes, muitos julgam estar a assistir à morte do capitalismo de mercado e ao regresso do capitalismo de Estado. Jerónimo pede nacionalizações, o Bloco exige o Estado a fazer tudo ao mesmo tempo e até Sócrates, contagiado pelo “espírito Chavez” proclama o regresso do Estado e faz comícios contra a bolsa, embora sem dizer palavrões. 
 
Julgo, porém, serem manifestamente exageradas as notícias da morte do capitalismo, do mercado e da ressurreição do estatismo. Quanto a este último, pela simples razão de que ele sempre esteve presente na nossa vida, mais do que agora se recorda e muitíssimo mais do que parecia. 
 
É lamentável ver o Presidente da CIP na televisão dizer com a maior das tranquilidades e sem a mínima contracção que aceitaria que o Estado dirigisse a economia embora temporariamente. O representante dos empresários, dos que é suposto arriscarem o seu capital na criação da riqueza, a colocar-se debaixo do chapéu de chuva do Estado. Este conformismo mostra bem uma cultura secular de empresários assistidos, que é em grande parte responsável pela débil sociedade civil que nós temos.
 
Por cá, a crise tem uma explicação: os portugueses não gostam de viver do que têm e do que podem. Isso era o pobretanas do Salazar, fuinha e mixuruco, que criava galinhas em S. Bento para poupar o erário público à alimentação oficial. Não. Nós é em grande. Vivemos há décadas a crédito e gostamos. Pouco importa que não criemos a riqueza necessária para sustentar o nível vicioso que nos permitimos. O Estado, garante não é? Ah, e fundamental é sempre proclamar: a culpa é do Bush, a culpa de tudo foi, é e será sempre do Bush.
 
Eu, que nunca fui liberal puro e duro, não quero o Estado e o socialismo de volta. Eu sou assim, gosto de dizer coisas difíceis.
 

 

(publicado no Portal Lisboa)



publicado por Jorge Ferreira às 17:03 | link do post | comentar

Segunda-feira, 09.06.08

O protesto de hoje dos camionistas não tem recebido o apoio generalizado da classe e muitos dos veículos pesados são obrigados a parar junto às bermas das estradas e no interior das empresas contra a vontade dos seus motoristas. Sem questionar o direito à manifestação dos camionistas, entendo que o Estado não pode ser cúmplice do impedimento do exercício da liberdade de circulação relativamente aos camionistas que não querem participar no protesto. Da mesma forma que não entendo como é que o Estado tolera o abuso de poder praticado recorrentemente pelos tenebrosos piquetes de greve, que mais não fazem do que impedir ilegitimamente o exercício do direito ao trabalho pelos trabalhadores que não querem fazer greve. Defendo mesmo que a lei seja alterada e se acabe com estes piquetes. Como? Revogando o artigo 594º do Código do Trabalho.
 

 

(publicado no Camara de Comuns)



publicado por Jorge Ferreira às 18:08 | link do post | comentar

Quinta-feira, 10.04.08
No Estado Novo existia uma coisa que se chamava condicionamento industrial. A Lei do Condicionamento Industrial destinava-se a evitar que qualquer empresário, nacional ou estrangeiro, entrasse num dado sector industrial, sem autorização governamental e aprovação dos industriais já existentes no sector. A Lei do Condicionamento Industrial era uma barreira à entrada, artificial, institucional, para proteger os interesses já instalados num sector. Numa palavra: só podia instalar uma empresa quem obtivesse a miraculosa licença governamental.

No Estado Velho existe uma coisa chamada condicionamento estatal. A Lei não escrita do condicionamento estatal diz que os grandes negócios em Portugal, os quais só se podem fazer com a intervenção, decisão, licença ou adjudicação do Estado, só podem ser feitos por empresas amigas do ambiente. Mas do ambiente partidário, o qual é dominado pelo bloco central do PS e do PSD, o qual deixa cair, de quando em vez (remeto para a edição de hoje da revista Sábado, páginas 66 e seguintes) uma míseras e avidamente engolidas migalhas ao entreposto de negócios que é de há uns anos para cá o CDS.

Por isso as empresas querem ministros reformados nos seus corpos sociais.

(publicado na edição de hoje do Democracia Liberal)


publicado por Jorge Ferreira às 22:02 | link do post | comentar

"Há empresas que são aconselhadas a mudar de gestores, se querem partilhar os chorudos negócios que se fazem com o Estado". Rui Moreira, no Público de ontem (link indisponível). Já agora, caro Rui, pode saber-se quais? Cuidado, muito cuidadinho, senão ainda acaba no DIAP.
(Via O Andarilho)


publicado por Jorge Ferreira às 00:40 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 03.04.08
(É favor acrescentar um capacete cor de rosa)

Portugal é, definitivamente, um país livre. Ao contrário do que dizem as más-línguas, o pessoal do contra, os chatos do costume. Por favor, párem com a treta de que o PS controla o Estado e que o Estado nos controla a nós.

Jorge Coelho, como todos sabemos, está há muito tempo retirado da política por uma ponte que caiu. Claro que está. Nunca mais foi visto nos ministérios, nas televisões, nos comícios, no próprio partido estranhava-se tamanha ausência. E, como devia ter imenso vagar, havia que aproveitar. Foi livremente escolhido pelos accionistas de uma empresa privada de construção civil para seu Presidente. Foi um acto bonito de reconhecimento de uma competência, rara entre nós, na área da construção civil. Uma vocação desaproveitada que finalmente se vê reconhecida. Um achado.

Os accionistas escolheram obviamente em liberdade. Como os accionistas do Millennium Bcp já haviam escolhido Carlos Santos Ferreira em liberdade. Viva a liberdade! Em Portugal há tanta liberdade que os accionistas das empresas até podem livremente escolher entre a liberdade de agradar ou não ao PS e, por arrasto ao Estado. Estranhamente escolhem sempre agradar. A culpa é, evidentemente, da liberdade que eles têm de agradar ou não. A culpa, minhas senhoras e meus senhores, é sempre, mas sempre, da liberdade.

(publicado na edição de hoje do Democracia Liberal)


publicado por Jorge Ferreira às 15:21 | link do post | comentar

Sábado, 15.03.08
A repressão chinesa voltou a abater-se sobre os tibetanos. Mortos, feridos, acessos cortados para ninguém ver, perigosos monges presos, a barbárie outra vez. Presumo que o Governo não tenha agenda disponível para se pronunciar sobre o assunto. A política de cócoras das Necessidades, obviamente, aconselha-o.

(Bandeira do Tibete)


publicado por Jorge Ferreira às 12:16 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sexta-feira, 07.03.08
O Governo aprovou ontem duas propostas de lei que, em conjunto, vão fazer surgir em Portugal a figura do "superpolícia", denominado secretário-geral do Sistema de Segurança Interna (SSI). Os seus poderes de coordenação, direcção, controlo e comando operacional vão abranger todas as forças de segurança e policiais, a Polícia Judiciária, que, de acordo com as propostas, passa a estar funcionalmente mais dependente do primeiro-ministro que do ministro da Justiça, tornando-a, na prática, equiparada a qualquer outra polícia. Nunca nenhum político acumulou tanto poder e tanta informação nas suas mãos como Sócrates. Ninguém pode estar descansado.


publicado por Jorge Ferreira às 11:22 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sexta-feira, 29.02.08
Vai por aí polémica da grossa sobre a qualidade dos serviços prestados pelos CTT. A DECO criticou, os CTT vão meter processo judicial (parece que estão na moda os processos) e leio no Abrupto, já que não vi, que ontem na SIC Notícias voltou a haver conversa da grossa. Eu só tenho a dizer uma coisa: privatizem-se os correios para as pessoas terem por onde escolher o carteiro que lhes parecer mais rápido e mais barato. A arrogância dos CTT vem do monopólio e a dos seus gestores governamentais do ambiente socrático instalado. Quando se depende da escolha dos clientes tudo é diferente. Quando os clientes estão garantidos à força, tudo pode acontecer.
(Foto)


publicado por Jorge Ferreira às 18:59 | link do post | comentar

Terça-feira, 26.02.08
O PCP apresentou hoje um projecto de alteração à lei dos partidos que propõe o fim da obrigação, introduzida em 2003, de todas as eleições internas dos partidos serem feitas por voto secreto. O voto secreto em democracia tem uma justificação simples: garantir a liberdade de decisão do eleitor na hora de escolher pessoas. Está claro que o voto secreto limita o poder da coacção e dos "colectivos" endeusados que programam as vontades a bel-prazer dos luminosos sábios. O braço no ar permite a fiscalização das eleições pelo Comité Central a olho nu. Com esta proposta o PCP mais uma vez nos ajuda. Ajuda a perceber que não muda. Nem sequer são capazes de se habituar à liberdade. Eternamente.


publicado por Jorge Ferreira às 19:53 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sábado, 23.02.08
O Insurgente foi pirateado e em seu lugar publicado um texto que mais parece um manifesto das FP's 25. Obviamente, não linko. E, até ver, retiro o link da respectiva coluna. A liberdade continua. Continuará sempre. Por muito que doa aos polícias de serviço. E são cada vez mais.


publicado por Jorge Ferreira às 12:22 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Domingo, 06.01.08
"O que vale ao povo, neste ambiente sistémico de perseguição da liberdade de expressão da sociedade civil, para conhecer alguma informação livre são os blogues independentes. Se não tivéssemos os blogues, como diz um amigo meu, estaríamos a ouvir, outra vez, a BBC, a Rádio Colónia, a Voz da América ou a Rádio Moscovo, para saber notícias da nossa casa... "
António Balbino Caldeira, Do Portugal Profundo.


publicado por Jorge Ferreira às 14:24 | link do post | comentar

Domingo, 08.07.07

Estátua da Liberdade.
Só quem não sabe muito bem o valor da liberdade é que apupa a Estátua da Liberdade.


publicado por Jorge Ferreira às 18:51 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 22.06.07
(Bijuteria)

Livros, para adultos e para crianças, cd's, canetas, lápis, borrachas, post it's, caixas de cartão, cartões para telemóveis, porta-chaves, fitas para qualquer coisa, produtos de poupança, sacolas, chávenas, canecas, loiças para pôr tremoço, azeitona ou frutos secos, de repente julguei-me numa loja dos trazentos. Foi então que, surpreendido, reparei que estava, afinal, apenas numa estação dos CTT. Imediatamente me ocorreu como seria bom pôr bancos, livrarias, discotecas, lojas de coisas para casa, de souvenirs, a poder fazer distribuição postal. Ou seja, consentir a todos os agentes económicos o que o Estado consente aos CTT. O preço dos serviços postais baixaria certamente e se o serviço não tivesse qualidade facilmente mudaríamos de fornecedor. Foi então que me lembrei que em Portugal existe um monopólio dos serviços postais. Como se vê, os monopólios são sempre injustos e prejudicam os cidadãos, para além de descambarem em concorrencia desleal com outros agentes económicos. Os CTT são hoje um hipermercado monopolista de proximidade. Ah e já agora não se esqueçam de mudar o nome à empresa. CTT Correios de Portugal apenas reflecte um segmento de negócio. Talvez CTT, Lojas de Portugal ficasse mais verdadeiro.


publicado por Jorge Ferreira às 17:30 | link do post | comentar

JORGE FERREIRA

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