Sábado, 07.11.09

Isto está imparável: agora temos mais um cromo novo nestas histórias venezuelanas de mau gosto em que estamos mergulhados desde a criação da dinastia socrática. É o gordo.



publicado por Jorge Ferreira às 01:04 | link do post | comentar | ver comentários (1)

O caso da face pode vir a revelar-se uma bomba de fragmentação nas mãos do Governo do PS e ser muito mais danoso que o do Freeport para José Sócrates.  Neste o caso, o caso resolve-se resolvendo-se Sócrates. No segundo, a haver problema é com vastos e tentaculares sectores do partido todo. Só pode resolver-se com o partido.



publicado por Jorge Ferreira às 00:55 | link do post | comentar

Segunda-feira, 26.10.09

"Fernando Pinto Monteiro, procurador-geral da República, já colocou o lugar à disposição do primeiro-ministro do XVIII governo constitucional?

P.S. E Pedro Silva Pereira ainda vai ser ouvido durante esta legislatura no âmbito do 'caso Freeport' ou vai ficar 'congelado' na mesa do PGR durante uns meses?"

 

Sempre Mais Actual...



publicado por Jorge Ferreira às 16:04 | link do post | comentar

Quinta-feira, 22.10.09

"Arguido do caso Freeport diz que político recebeu 750.000 euros de luvas no Freeport", lê-se na primeira página do Sol de amanhã. Ainda criticam os tugas por serem o pessoal do desenrasca e última hora. Injusto. Já aprendemos a preparar campanhas negras com quatro anos de antecedencia.



publicado por Jorge Ferreira às 23:20 | link do post | comentar

Terça-feira, 20.10.09

Incontornável draft de diplomacia económica emitida para chancelaria internacional com análise prospectiva de evolução tendencial das forças dinâmicas de recomposição de marés políticas com epicentro em pontos difusos e não claramente identificados de uma parte do território continental:

 

"O autor do fax, Keith Payne, administrador da Freeport em Lisboa, alerta para as mudanças políticas em Portugal e manifesta-se preocupado por Sócrates deixar de tutelar a pasta do Ambiente.

“Os efeitos dos acontecimentos do fim-de-semana, com os revezes sofridos pelo PS, nomeadamente nas eleições autárquicas, incluindo Lisboa, e a demissão do Governo de Guterres significam que Sócrates deixou de ser Ministro do Ambiente e que vai haver um compasso de espera de quatro ou cinco meses até que for eleito um novo Governo e nomeado um novo Ministro”, escreve Payne a Rick Dattani, que, por sua vez, reenvia o texto para um outro administrador, Jonathan Rawnsley.

É Dattani quem acrescenta ao texto anotações manuscritas e que refere explicitamente a existência de subornos no valor total de dois milhões de libras: “Jonathan, este é o fulano [Payne] que me telefonou e sabe do suborno de 2 milhões de libras, sublinhei algumas partes interessantes a partir do ponto 4. Se o parlamento é dissolvido até às eleições, o Secretário de Estado não pode aprovar nem rejeitar nada.”

 

Stop.



publicado por Jorge Ferreira às 00:08 | link do post | comentar

Quinta-feira, 01.10.09

O Ministério Público esclareceu hoje que o “processo dos submarinos” está a ser investigado “há já algum tempo”, não sendo possível “prever a data da sua conclusão”, devido à sua “complexidade” e necessidade de diligências no estrangeiro. Compreendo. Ninguém sabe ao certo quando serão as próximas eleições dada a incerteza política em que o país mergulhou no domingo. O mesmo se deverá poder dizer da investigação do caso Freeport...



publicado por Jorge Ferreira às 01:01 | link do post | comentar

Quinta-feira, 03.09.09

Manuela Moura Guedes tinha uma peça pronta sobre o caso Freeport. A corrida em osso chegou mesmo a tempo....



publicado por Jorge Ferreira às 16:17 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quarta-feira, 26.08.09

Por acaso alguém sabe se já chegaram a alguma conclusão sobre a razão pela qual esta investigação esteve tantos anos parada?



publicado por Jorge Ferreira às 10:25 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sexta-feira, 21.08.09

O caso Freeport, afinal, ainda mexe. O que é isso, de 200.000 euros? Tanta coisa pode ter acontecido. O Totobola, o Joker, a lotaria..., que mesquinhez, francamente!



publicado por Jorge Ferreira às 10:36 | link do post | comentar

Sexta-feira, 14.08.09

José Sócrates, já se sabe, tem um jeitinho especial para escolher pessoas. Depois dos rios de tinta do episódio António Preto e outros, convém recordar que existem virtudes especialmente bem distribuídas entre Manuela e José. Vai daí, escolheu Carolina Patrocínio, neta de Vasco Vieira de Almeida (a propósito: o caso Freeport tem férias judiciais?...) para mandatária da juventude. O cargo vale nada, mas a pessoa pode revelar-se um desastre político. Para começar, decidiu mandar os assessores do mandante dar uma grande curva quando estes a procuraram na praia para dar um pulinho à apresentação do programa do PS. Deixou os assessores a falar para aquela voz irritante que nos aparece nos telemóveis quando eles estão desligados e a voz off nos manda voltar a tentar mais tarde. Agora, a menina, uma apresentadora de televisão da geração morangueira açucarada, transcendeu-se e disse numa entrevista que só come cerejas porque a sua empregada lhe tira os caroços das ditas. Eu acho bem. Com mais de meio milhão de desempregados, sabe bem saber que ainda há quem possa dar emprego a outras pessoas, nem que seja para tirar os caroços das frutas. Não deve haver nada pior para as unhas de gel do que o ácido e a glucose da fruta. Carolina está, pois, certa, empregando alguém para os caroços. Apenas espero que lhe paguem tão bem que lhe seja possível ir ali ao centro de emprego mais próximo e recrutar uma mão cheia de desempregados, para os quais me atrevo desde já a deixar aqui algumas sugestões: tirar os ossos da carne, as espinhas do peixe, as nódoas da roupa, arranjar as máquinas lá de casa, forrar sofás, escolher cortinados novos de três em três meses. Sócrates escolheu, assim, a Carolina certa para combater o desemprego. Desgraçadamente, porém, escolheu, novamente o patrocínio errado. Para umas eleições de um país que o próprio se encarregou, com insuperável método, de enviar direitinho para o fundo de um poço, não cai nada bem apresentar gente assim despreocupada e sem problemas na vida aos eleitores. Sobretudo aos eleitores jovens, que se desunham para ter professores de jeito, para ter emprego, para ter casa, enfim, para terem o singelo direito a comprar as suas próprias cerejas sem pedir dinheiro emprestado aos pais. Não são só os ministros que lhe saiem mal. Os mandatários também são um susto. Mas, ao menos desta vez, um susto com a sua piada. O Sócrates "queque" é o máximo.

 

(Cereja com caroço)



publicado por Jorge Ferreira às 18:04 | link do post | comentar

Sexta-feira, 19.06.09

Com a proverbial rapidez e eficácia da justiça portuguesa o caso Freeport ainda mexe. Agora foi constituído mais um arguido. Desta vez é o ex-Presidente do ICN.  Mais um bode expiatório, perdão, mais um arguido.



publicado por Jorge Ferreira às 20:38 | link do post | comentar

Quinta-feira, 28.05.09

A vida política portuguesa faz-se de muitos silêncios. Às vezes há uma lei do silêncio, organizada e concertada. Outras vezes há apenas a oportunidade do silêncio. É o caso. O PS está calado sobre o caso Dias Loureiro porque não tem nada para dizer sobre Lopes da Mota e sobre José Sócrates.



publicado por Jorge Ferreira às 19:52 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quarta-feira, 20.05.09

Embora o Eurojust ainda não saiba, o Procurador-Geral da República deu instruções para que todas as diligências na investigação do caso Freeport que impliquem cooperação judiciária internacional, sejam sem a intervenção do Eurojust. Se é assim, como sustentar que Lopes da Mota pode continuar onde está, nitidamente diminuído e descredibilizado? Apresentem, por favor, o 'speaker' dos Comuns ao procurador Lopes da Mota...



publicado por Jorge Ferreira às 16:42 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Segunda-feira, 18.05.09

Luís Amado, defendeu hoje, em Bruxelas, que Lopes da Mota "tem toda a legitimidade de continuar" na presidência do Eurojust enquanto essa organização assim o entender. Não me surpreende esta posição. Corresponde ao PS sem ética republicana que vigora com Sócrates. Legitimidade tem. Credibilidade e autoridade é que não.
 



publicado por Jorge Ferreira às 17:23 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Domingo, 17.05.09

«Se Portugal fosse um país a sério não permitiria que um alto funcionário, seu representante numa instância internacional, sujeito a um processo disciplinar muito delicado, que o envolve, justa ou injustamente não sabemos, numa interferência abusiva num processo de corrupção que envolve o nome do primeiro-ministro, continue a gozar da confiança política que o cargo exige. Nós sabemos que foi um corpo idóneo da justiça e um inquérito prévio que entenderam haver sérias suspeitas que justificam o processo e sabemos que o cargo implica confiança política num magistrado que também tem carreira política, e que fez parte de um governo do PS. Convém lembrar que a representação no Eurojust, uma agência europeia, é dependente dos Estados-membros que nomeiam os seus membros, e não da hierarquia da Procuradoria-Geral da República portuguesa. Por isso, existe um acto de cobertura política na manutenção desse funcionário.» José Pacheco Pereira,  no Abrupto. 


 



publicado por Jorge Ferreira às 14:15 | link do post | comentar

Este PS em que a chamada ética republicana é uma relíquia pré-histórica tem cá uma lata! Quando é que perceberão de uma vez o descrédito que estão a lançar sobre as instituições? E quando perceberão que uma coisa é a presunção de inocência e outra bem diferente é a responsabilidade política? Enquanto Lopes da Mota continuar em funções como se nada tivesse acontecido o Eurojust será olhado como uma caixa de ressonância do PS. O caso Lopes da Mota, um sub-produto do caso Freeport, não o esqueçamos, é o paradigma da Justiça portuguesa, dos amigos, das conversas proibidas, dos jeitinhos, da promiscuidade política. O PS está a fazer política neste momento como se estivesse a dirigir um filme de kung-fu... e olha para a Justiça como se estivesse em Macau.



publicado por Jorge Ferreira às 14:01 | link do post | comentar

Terça-feira, 12.05.09

Que necessidade terá levado Lopes da Mota, presuntivamente inocente, a provocar indícios de pressão? Que necessidade terá levado o mandante, se o houve..., de pedir a Lopes da Mota que provocasse indícios de "dar uma mãozinha" na investigação que, oficialmente, não envolve o Primeiro-Ministro? Pois. É que, enquanto oficialmente nada há contra o Primeiro-Ministro, vão-se acumulando os indícios de que há receio de que possa vir a haver. Que este processo disciplinar não nos distraia do essencial! Se eu fosse Lopes da Mota arrolava José Sócrates como testemunha no processo disciplinar...



publicado por Jorge Ferreira às 19:27 | link do post | comentar | ver comentários (1)

O presidente do Eurojust, Lopes da Mota¸ poderá vir a ser alvo de um processo disciplinar no seguimento do inquérito às alegadas pressões sobre dois procuradores do caso Freeport, Vítor Magalhães e Pães Faria. Muito bem. Investigue-se o Procurador PS. Falta o resultado da investigação à investigação e falta o essencial. Alguém recebeu e quanto para haver Freeport. O essencial anda esquecido...



publicado por Jorge Ferreira às 10:06 | link do post | comentar

Quarta-feira, 29.04.09

Cavaco Silva recebe esta manhã, em audiência, o novo presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, João Palma. Quem ficará com as orelhas a arder?



publicado por Jorge Ferreira às 09:28 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Segunda-feira, 27.04.09

Manuela Ferreira Leite considerou hoje que o primeiro-ministro não tirou «a lição do Freeport» porque volta a tomar «decisões polémicas» em véspera de eleições, «nomeadamente o TGV e o aeroporto». Numa entrevista à SIC que será transmitida esta noite, Manuela Ferreira Leite acusou o Governo de optar por grandes investimentos «a pensar em questões eleitorais e em questões de interesses de grupos fortes que dominam, por exemplo, a questão das obras públicas» e não «no interesse do país».



publicado por Jorge Ferreira às 22:08 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 23.04.09

A procuradora geral adjunta, Cândida Almeida, garantiu ontem à Rádio Renascença que não há qualquer manipulação política no processo Freeport e que a investigação segue o seu curso, numa reacção às declarações do primeiro-ministro José Sócrates numa entrevista à RTP. Definitivamente transcende-me a vertigem falante da Procuradora. Onde se exige recato, temos um verdadeiro regabofe opinativo. Não há ninguém que convença a Procuradora dos caminhos errados que tem trilhado? E quanto à substância, mais uma vez, é pior a emenda que o soneto. Há pessoas que parece terem um corte com o mundo exterior que as leva a dizer coisas que nem se apercebem que só as deixam ficar mal... como se nós todos fossemos ceguinhos.



publicado por Jorge Ferreira às 11:41 | link do post | comentar

Terça-feira, 21.04.09

Sócrates vai hoje à RTP. O Diário de Notícias já sabe que o entrevistado tem respostas preparadas para todas as perguntas, incluindo, pasme-se!, o caso Freeport. Não sabemos, porque o jornal não diz, como é que Sócrates sabe o que lhe vão perguntar para lhe permitir preparar as respostas. Mas isso é um pormenor. O accionista dos entrevistadores, afinal, é ele. Agora, sugestão de pergunta (até para permitir a adequada preparação da resposta): saberá o primo José se o primo exilado na China já foi encontrado? Ou quando voltará ao regaço pátrio? Resposta: certamente não. Afinal de contas, o processo está em segredo de justiça....



publicado por Jorge Ferreira às 11:50 | link do post | comentar

Segunda-feira, 20.04.09

Aprendi hoje com um secretário de Estado que existem dois tipos de escrituras: as públicas e as negras. As públicas são as que são feitas por toda a gente nos notários e que qualquer pessoa pode obter porque são... públicas. As negras são as escrituras públicas das campanhas negras que não são públicas mas sim privadas.



publicado por Jorge Ferreira às 23:13 | link do post | comentar

Sábado, 18.04.09

Por acaso alguém sabe se José Sócrates anunciou também um processo a Charles Smith?



publicado por Jorge Ferreira às 11:05 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Terça-feira, 14.04.09

Um partido, um Governo, um país refens de José Sócrates. Sempre deve ser uma particular vaidade.



publicado por Jorge Ferreira às 00:06 | link do post | comentar

Quarta-feira, 08.04.09

Procurador não identificado afirmou ao Diário de Notícias que o Procurador escolhido para dirigir o inquérito às pressões sobre os Procuradores do caso Freeport, "é isento". Espantosa revelação. Assim se conclui - conforma? - que os há não isentos...



publicado por Jorge Ferreira às 15:13 | link do post | comentar

"Nota final: Como é do conhecimento público, José Sócrates decidiu processar-me por difamação, devido a um artigo de 3 de Março em cuja primeira frase o seu nome coabitava com o de Cicciolina. Por muito tentadora que possa parecer a ideia de ir a tribunal discutir tangentes entre o primeiro-ministro e a ex-deputada italiana, há que fazer justiça ao engenheiro Sócrates e ao escritório de advogados do dr. Proença de Carvalho e esclarecer que fui processado por muitas frases desse artigo, mas nenhuma delas inclui antigas estrelas de cinema pornográfico. Lamento pôr em causa tanta criatividade textual e visual que saiu em meu auxílio na blogosfera, mas opiniões são opiniões - e factos são factos."

 

João Miguel Tavares, hoje no Diário de Notícias.



publicado por Jorge Ferreira às 09:55 | link do post | comentar

Domingo, 05.04.09

Afinal há mesmo uma campanha negra em curso: a campanha de pressões do PS sobre a Justiça para safar José Sócrates. Isso sim, é uma campanha negra, negríssima, escura como breu. Afinal, por uma vez, Sócrates falou verdade quando disse que existia uma campanha negra. Nós todos, os outros todos é que o percebemos mal.



publicado por Jorge Ferreira às 20:18 | link do post | comentar | ver comentários (1)

 

                                                   PANELA DE PRESSÕES

 

(Foto)



publicado por Jorge Ferreira às 12:40 | link do post | comentar

Sexta-feira, 03.04.09

Parece que José Sócrates processou mais três: José Manuel Fernandes, Cristina Ferreira e Paulo Ferreira, todos do Público. José Sócrates é o novo maná dos advogados... e para bloggers não vai nada, nada, nada?...



publicado por Jorge Ferreira às 19:45 | link do post | comentar | ver comentários (2)

São manifestamente exageradas as notícias sobre a morte política de José Sócrates por causa do caso Freeport, apesar de todas as notícias e factos conhecidos até à data. Sabe-se que a memória é curta entre nós e as eleições ainda estão relativamente longe. Sabe-se também que quem tem o poder num país pequeno, sobretudo o poder absoluto e total como é presentemente o caso de José Sócrates (até no Eurojust!...) tem sempre uma enorme vantagem sobre os concorrentes. Acresce que o momento de profunda crise em que vivemos desmotiva o eleitorado conservador do centrão para arriscar aventuras ou desconhecidos.

 

Mas sabe-se, infelizmente, outra coisa ainda pior: é que se Fátima Felgueiras, Valentim Loureiro e Isaltino Morais foram reeleitos nas respectivas autarquias depois de tudo e tudo e tudo, por que razão Sócrates não o há-de ser também? É o mesmo povo, com a mesma cultura política…

 

José Sócrates poderá, assim, viajar do DCIAP para S. Bento, montado na sela de um inquérito inconclusivo, demorado, ineficiente e eventualmente prescrito. Transformará, talvez com ar pungido em teleponto de ocasião, essa gloriosa noite eleitoral o país numa mini-Venezuela, sem petróleo, mas com uma enorme pobreza social, digna de um personagem à altura do pior Hugo Chavez. E invocará, vitorioso, o julgamento eleitoral como sinónimo de absolvição criminal, como, aliás, de forma lamentavelmente terceiro-mundista já ensaiou no lamentável Congresso de Espinho, perante as palmas de um partido que é hoje apenas um mero simulacro do partido que era.

 

Num país em que existisse a famosa e, em si, salutar ética republicana, que o PS tanto gosta de invocar e não gosta nada de praticar, não só a questão já estaria resolvida, como seria o próprio José Sócrates a tomar a iniciativa de dar o lugar a outro até se resolver definitivamente o imbróglio. Mas como é cá, José Sócrates prefere que o país espere pela TVI às sextas-feiras para se distrair com as novas revelações do caso que o envolve, em vez de salvaguardar as instituições e afastar-se. Ao agir deste modo, Sócrates faz de Portugal, do PS e do Governo os seus reféns de luxo. O preço é muito alto.

 

A verdade é que as eleições legislativas estão em aberto.

 

Quanto à justiça, a investigação do caso Freeport tem-se  revelado um caso de terror. O país assiste, atónito ao funcionamento nu e cru da sua Justiça. Sobretudo quando as suspeitas incidem sobre quem tem poder.

(publicado na edição de hoje do Semanário)

 



publicado por Jorge Ferreira às 00:12 | link do post | comentar

Quinta-feira, 02.04.09

 

                                   O SISTEMA FUNCIONA

(Foto)



publicado por Jorge Ferreira às 18:09 | link do post | comentar

Lopes da Mota, negou hoje ter pressionado alguém enquanto magistrado ou ter sido pressionado pelo Governo no âmbito do processo Freeport. Porreiríssimo, pá. Pronto, está tudo resolvido. Não se fala mais nisso, pelo menos durante mais quatro anos. Já agora, ler também as Recordações do António Almeida.
 



publicado por Jorge Ferreira às 11:06 | link do post | comentar

Quarta-feira, 01.04.09

A propósito de Conselho Superior do Ministério Público, em que estado está o inquérito ao inquérito do caso Freeport proposto por João Correia? Já se apurou alguma coisa? Em caso afirmativo, o quê? Ah e por favor, não encarem isto como uma pressão...



publicado por Jorge Ferreira às 16:54 | link do post | comentar

Parece que as pressões para arquivar o caso Freeport vieram do oportuno Lopes da Mota. O Procurador-Geral da República abriu inquérito. Mais um...  Sentemo-nos, pois, para prevenir varizes enquanto esperamos.



publicado por Jorge Ferreira às 09:50 | link do post | comentar

Terça-feira, 31.03.09

Magistrados que se queixam de pressões no caso Freeport. Escritórios de advogados assaltados. Portugal, além de um país estragado, está transformado num lugar perigoso.



publicado por Jorge Ferreira às 11:34 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Domingo, 29.03.09

Paulo Portas, manifestou hoje o desejo de que "a Justiça vá a fundo e seja célere" no caso Freeport, ao mesmo tempo que pediu que "os políticos não se aproveitem nem interfiram". Ora bem: exactamente o mesmo poderíamos todos dizer das investigações criminais em curso sobre o CDS e sobre o mesmíssimo Portas.
 



publicado por Jorge Ferreira às 19:21 | link do post | comentar | ver comentários (2)

"Afinal, o que importa apurar neste "diz-tu-direi-eu" é a verdade do sr. Smith. "Não injuriei porque disse a verdade" ou "não injuriei porque nunca disse aquilo"?"
 

João Gonçalves, no Blogue de Direita.



publicado por Jorge Ferreira às 16:30 | link do post | comentar

Sexta-feira, 27.03.09

Esta entrada tem uma numeração cabalística. Própria de campanhas obscuras, negríssimas mesmo, do género galinhas pretas de pescoço partido na serra de Sintra, cabalas, conspirações e conspiratas. Charles Smith, sócio da consultora Smith & Pedro, contratada para tratar do licenciamento do Freeport de Alcochete, diz claramente, num DVD que está na posse da polícia inglesa e que foi hoje divulgado pela TVI, que José Sócrates “é corrupto” e que terá recebido, por intermédio de um primo, dinheiro para dar luz-verde ao projecto do “outlet”. No mesmo dia em que Marinho Pinto falou de cabalas. Quem terá sido o agente da PJ que terá imitado a voz de Smith no dvd? Onde fica a oficina de reprodução de dvd's piratas? E por que razão transcendentalmente obscura só agora sai esta notícia, justamente no dia em que José Sócrates falhou outra promessa, qual seja a do défice de 2008? A resposta só pode ser uma: má vontade contra o homem...



publicado por Jorge Ferreira às 21:09 | link do post | comentar

O Bastonário da Ordem dos Advogados afirma que a carta anónima que deu origem à investigação do caso Freeport foi combinada entre o autor e alguns elementos da Polícia Judiciária. Ora aí está uma vocação errada. O Bastonário devia abraçar a carreira de investigação. Das investigações de oportunidade...



publicado por Jorge Ferreira às 09:52 | link do post | comentar

Domingo, 22.03.09

Só me recordo de ouvir José Sócrates falar de off-shores desde que rebentou o caso Freeport. Por que será?



publicado por Jorge Ferreira às 13:34 | link do post | comentar

Quinta-feira, 19.03.09

O antigo presidente da Câmara de Alcochete Miguel Boieiro está a ser ouvido na Polícia Judiciária de Setúbal no âmbito do chamado "caso Freeport", relacionado com o processo de licenciamento deste espaço comercial. Em declarações aos jornalistas à entrada para as instalações da PJ, Boieiro indicou ter achado estranho o chumbo inicial do processo, e não a sua aprovação. Ora aqui está um bom exemplo de como a Justiça por cá não funciona... Quanto ao caso em si, há tanta, tanta coisa estranha... cada vez mais coisas estranhas.



publicado por Jorge Ferreira às 15:06 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quarta-feira, 18.03.09

As ondas mediáticas e as campanhas negras têm destas coisas. Quando todos falam tudo serve para acrescenter um ponto ao conto. Quando a moda passa as notícias são remetidas para as páginas mais inóspitas das edições. Aconteceu no sábado no Expresso e no domingo no Público. Esta notícia passou despercebida. Até nos blogues. Para acompanhar os ciclos mediáticos neste particular é favor consultar José Paulo Fafe e Rui Costa Pinto.



publicado por Jorge Ferreira às 10:26 | link do post | comentar

Quinta-feira, 26.02.09

Não tinha acabado já?...



publicado por Jorge Ferreira às 13:02 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Quinta-feira, 19.02.09

Charles Smith e Manuel Pedro foram constituídos arguidos no processo Freeport. Apesar de Pinto Monteiro não dizer quem são os arguidos, já se sabe. Outra fuga ao segredo de justiça. Abrirá inquérito?



publicado por Jorge Ferreira às 20:00 | link do post | comentar

Quarta-feira, 18.02.09

Acabo de ver na televisão o seguinte diálogo:

Jornalista:  "Acha que o seu sobrinho pode ser afectado por este processo?"

O tio (com um estranho e maroto sorriso na cara): "poder, pode, não sei é se conseguem..."

(Júlio Monteiro sobre o seu sobrinho José Sócrates)

Sem comentários. Afinal, um comentário: eu sempre achei que mais tarde ou mais cedo se ia perceber por que razão o Código de Processo Penal foi mudado tão à pressa e no sentido em que foi, relativamente a algumas alterações, como a constituição de arguido, por exemplo...



publicado por Jorge Ferreira às 22:31 | link do post | comentar

José Sócrates também vai ser ouvido no inquérito ao caso Freeport?



publicado por Jorge Ferreira às 14:13 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Alguns dos envolvidos no caso Freeport estrão a prestar declarações aos dois procuradores do Departamento de Investigação e de Acção Penal titulares do inquérito que está a averiguar o eventual pagamento de luvas para o licenciamento do outlet de Alcochete. Nove anos depois dos factos. Isto diz tudo sobre o funcionamento da justiça em Portugal e sobre a proactividade no combate à corrupção. Não é necessário dizer mais nada, pois não?



publicado por Jorge Ferreira às 13:14 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sábado, 14.02.09

A edição do Expresso de hoje avança que o Ministério Público ouviu seis pessoas em quatro anos no inquérito sobre o caso Freeport e nenhuma delas é principal protagonista do caso. Digo protagonista porque há aquela nova qualidade processual "alegal" que ninguém sabe o que é. A ser verdade, é caso para dizer que há inquéritos que gozam de um inexplicável e longuíssimo período de férias no Ministério Público.



publicado por Jorge Ferreira às 00:55 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 13.02.09

Se existissem dúvidas, elas foram abundantemente desfeitas no debate quinzenal da Assembleia da República com o Primeiro-Ministro desta semana. José Sócrates é hoje um político acossado, nervoso, vítima da sua própria estratégia no caso Freeport (se é que podia ter outra…) de auto-vitimação permanente e de agitação do espantalho ridiculamente esotérico das campanhas negras e das forças ocultas. Como estão longe os tempos em que o Primeiro-Ministro ia dar um passeio político ao Parlamento de quinze em quinze dias… E disso se ressente obviamente a governação. Não é nada bom para o país, num momento de profunda crise nacional e internacional, ter um Primeiro-Ministro neste estado.

 

Na verdade, o Governo limita-se hoje a repetir medidas que já anunciou uma, duas, três e mais vezes, desde o ano passado. Sem pudor nem vergonha anunciam-se os mesmos dois mil polícias há vários meses, os mesmos milhões para a crise há vários meses, os mesmos investimentos públicos em escolas, por exemplo, há vários meses. E os polícias não há meio de aparecerem, os milhões não param de crescer e as escolas continuam por arranjar. Parece que o estado de espírito de rendição de Basílio Horta na AICEP é, afinal, o estado de espírito do Governo. Basílio Horta, um centrista repescado pelo situacionismo socialista para o aparelho das nomeações, confessou, afinal de contas, a verdade: "Não sabemos o que havemos de fazer mais".

 

Só que o problema hoje começa por ser político. É um problema de liderança do Governo. José Sócrates está politicamente diminuído pela acumulação de polémicas e de dúvidas sobre projectos de casas, a sua licenciatura, a falta à palavra dada aos eleitores em várias promessas eleitorais e ao caso Freeport, em que as dúvidas aumentam e as polémicas se reproduzem como coelhos. É um problema de credibilidade que só não vê quem não quer ver. E este problema não se combate a malhar na direita como o lamentável ministro Santos Silva (não ponham as polícias nunca nas mãos deste homem…) sugeriu em socorro do seu chefe.

 

José Sócrates tem de perceber que não está acima da fiscalização política e do escrutínio público. Se não perceber tem mais é de mudar de vida, porque verdadeiramente a sua arrogância de considerar um insulto qualquer pergunta que se lhe faça sobre essas matérias é insuportável. A uma pergunta de Paulo Rangel no debate mensal sobre os serviços de informações que o Primeiro-ministro tutela aliás directamente assistimos a um descontrolo emocional e político de José Sócrates. Considerou-se insultado. O que diria o Primeiro-Ministro se a Assembleia da República decidisse, como aliás já devia ter feito, realizar um inquérito parlamentar ao caso Freeport? Considerava-se também insultado? Emigrava? Demitia-se? Processava o Parlamento?

 

Já a oposição ronda, ronda, ronda, mas não fala. O CDS tem à sua conta vários processos com que se entreter. Compreende-se que tenha mais com que se preocupar do que com as suspeições, desde logo políticas, sobre José Sócrates. Quem tem telhados de vidro, lá diz o povo, não atira pedras. Os outros partidos interrogam sobre assuntos laterais sem a coragem de perguntar directamente. O problema é que a oposição também está diminuída politicamente e renunciou ao seu papel de fiscalização a sério e a fundo do poder.

 

Já no PS convinha que alguém percebesse e tivesse a coragem de vencer o medo e informasse José Sócrates que não é desta forma que vencerá os próximos meses. Já não digo as eleições, cujo resultado considero cada vez mais em aberto, apesar das sondagens e da fraca oposição de Manuela Ferreira Leite. É que como diz o povo “elas não matam mas moem” e começam a aparecer sinais de esgotamento do estilo Sócrates. E o poder em Portugal, como infelizmente se sabe, não se conquista, perde-se, ou melhor, vai-se perdendo.

 

A insultologia não é ciência que convenha a José Sócrates. Mas mais importante, muito mais, não é ciência que convenha à democracia. Em democracia os políticos são sindicáveis independentemente do poder judicial. São sindicáveis pela comunicação social, pelos outros políticos e pelos cidadãos. Sem que se possam sentir insultados por causa disso. Não o perceber é não aceitar as regras das sociedades democráticas. Mas tenha-se presente que numa sociedade democrática mudam mais depressa os políticos que não aceitam as suas regras do que as sociedades que aprenderam com muito esforço a gostar da democracia.

 

(publicado na edição de hoje do Semanário)

(Foto)



publicado por Jorge Ferreira às 11:29 | link do post | comentar

JORGE FERREIRA

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