Quarta-feira, 11.11.09

Processo de anajorgização da avaliação dos professores em curso.



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Domingo, 08.11.09

Do inglês técnico de Sócrates ao português bancário de Vara. Via Nortadas.



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Quarta-feira, 04.11.09

O CDS queria ocupar a Presidencia da Comissão Parlamentar de Educação da Assembleia da República. Seria a nova versão dos glutões do detergente pedagógico da inanidade. O partido que pôs o pessoal no Governo Santana Lopes a poder passar o ano sem o aproveitamento exigido pelas normas gerais e abstractas durante o ensino básico, queria presidir ao desastre.



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Segunda-feira, 02.11.09

"Leio: há 4 887 cursos superiores em Portugal (Alberto Amaral, o grão-avaliador, dixit). Não há fome que não dê em fartura. Claro que o senhor ministro só tomou posse há dias e pode lavar as mãos como Pilatos, operando novo milagre da transfiguração. Enquanto o pau vai e vem folgam as costas e ficam para sempre endividadas as gerações futuras... Nada de espantar, com esta mistura de liberalismo a retalho e de socialismo em música celestial salazarenta."

 

José Adelino Maltez, no Tempo Que Passa, mas que não há meio de passar...



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Sábado, 31.10.09

Agora que a equipa do ministério da Educação mudou, ocorreu-me perguntar aos saentes e aos entrantes se acaso sabem em que pé se encontram as devoluções de verbas pagas a João Pedroso por serviços não prestados ao ministério e entretanto contratualmente adiantadas?



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Terça-feira, 27.10.09

Guerra e Paz na de Aula, mais uma obra com a chancela da Rui Costa Pinto Edições, num momento de Alçada educativa, especialmente apropriada para aplicar o socatrómetro do diálogo educativo...

Venda exclusiva no Site!
Autor: Carlos Alberto Gomes
ISBN:
978-989-95786-6-1
Edição: Setembro/2009
Colecção: MAIS ACTUAL
Editora: RCP Edições



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Quarta-feira, 23.09.09

O Ministério da Educação explicou hoje que caberá ao próximo Governo decidir se o computador Magalhães será entregue aos alunos que entraram este ano para o ensino básico.Sim senhor, assim é que é democrático. E desasfixiante. Nada de propaganda de última hora, nada de manipulação do voto dos papás via computador dos fifis. Uns verdadeiros democratas estes socialistas!



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Domingo, 30.08.09

Pedro Santana Lopes quer um acordo de regime sobre a Educação. Espantei-me e surpreendi-me com esta proposta. É que em acordo de regime no essencial da Educação em Portugal temos nós vivido. PS, PSD e CDS são responsáveis pela desgraça em que o ensino em Portugal se transformou.



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Segunda-feira, 24.08.09

Ouvi mesmo agora José Sócrates dizer que quem afirma que a diminuição da taxa de chumbos no ensino se deve ao facilitismo do mesmo, está a insultar o mundo, o planeta, o sistema solar e o próprio Universo, nele incluindo, cito, os professores, os alunos e as famílias. Esta nova mania de Sócrates de confundir insulto com crítica só vem demonstrar duas coisas: a primeira é que não há Luís Paixão Martins que seja capaz de esconder a arrogância do ainda Primeiro-Ministro; a segunda é que Sócrates está sem discurso. Agora é tudo insulto. Ninguém pode criticar nada, que é logo um insulto. Temos que andar todos a toque de caixa, dizer amen a S. Exa. e a todas as barbaridades que tem cometido nestes quatro anos. Se não, cuidadinho, muito cuidadinho, ainda nos mandam um espiãozito lá a casa...



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Quinta-feira, 30.07.09

Uma hecatombe. Todos os exames do ensino secundário mais concorridos tiveram média negativa na segunda fase, mostram os resultados divulgados hoje. Sempre que a exigência aperta ligeiramente, os resultados vêm por aí abaixo. E no meio disto tudo, aposto que vai continuar a haver gente que acha o ensino secundário uma maravilha. O PS quer prolongar o desatre obrigatório até aos 12 anos, já que manifestamente é incapaz de pôr os primeiros nove anos nos eixos. O país, esse, está já a banhos, longe ou ao pé de casa, mas a banhos.
 



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Segunda-feira, 27.07.09

A Fenprof disse hoje esperar um início de ano lectivo "conturbado", marcado por "muita contestação" e trabalho por uma "revisão séria" do Estatuto da Carreira Docente. Por outras palavras: o PCP prepara as eleições através da agitação e da instabilidade das escolas logo no início do ano lectivo.



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Terça-feira, 21.07.09

Negativa a Língua Portuguesa, a História e a Matemática. Negativa também a Geografia, a Físico-Química, a Educação Visual... Feitas as contas, o aluno teve nove negativas em 14 disciplinas. Tem 15 anos, está no 8.º ano do ensino básico. E a escola passou-o. Pois claro. Assim se criam candidatos às Novas Oportunidades. Belos exemplos que o sistema de ensino dá aos estudantes portugueses. Assim vai avançando este magnífico país de Sócrates.



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Segunda-feira, 20.07.09

Como sempre aqui considerei a Fenprof é contra tudo. É contra a avaliação de professores, qualquer que seja. E é contra a existência de consequências, quaisquer que sejam, de qualquer modelo de avaliação, qualquer que ele seja. A Fenprof quer tudo como está. A Fenprof é adepta do regabofe.



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Segunda-feira, 22.06.09

Português foi fácil, matemática foi fácil. É tudo fácil para estes governantes. O sucesso a martelo é fácil. As estatísticas induzidas são fáceis. É tudo fácil para estes governantes. Excepto, nos tempos que correm, voltar a ganhar as eleições. O resto, não conta. Por isso é que vale tudo. Até vale dar a sensação que há exames a sério, daqueles que servem para avaliar conhcimentos.



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Sexta-feira, 19.06.09

Maria de Lurdes Rodrigues, admite manter a versão simplificada do modelo de avaliação de desempenho docente por mais um ciclo avaliativo. Descontando o eduquês irritante do parágrafo anterior e traduzindo, isto significa que o Governo admite manter os professores mais sossegados por mais tempo. A ministra, que de promessa dos primeiros anos deste Governo virou pesadelo, revela-se apta a tentar evitar o despedimento se o PS ganhar as eleições. Quem sabe interpretar tão bem a nova imagem de diálogo e de humildade de Sócrates merece uma segunda oportunidade... afinal um dos dois erros foi o modelo excessivamente burocrático, não foi? Deixa-me adivinhar que é mesmo o que vai acontecer...
 



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Terça-feira, 16.06.09

As primeiras reacções que oiço à saída dos exames de português é a de que ainda foram mais fáceis do que aquilo que já estavam à espera. Será das eleições?



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Quinta-feira, 28.05.09

O Tribunal de Vila Verde condenou um ex-aluno da escola secundária local pelo crime de injúria agravada a um professor ao pagamento de 300 euros de multa e de 500 euros de indemnização, disse hoje fonte judicial. O tribunal deu como provado que em Junho de 2006, o mocinho, agora com 19 anos, dirigiu palavras injuriosas ao professor de Matemática, nomeadamente dois adjectivos, considerados popularmente como "palavrões" , por ter sido chamado à atenção quando brincava com o telemóvel na sala de aula. Uma sentença exemplar. Talvez com mais umas quantas destas as coisas melhores dentro das salas de aula.



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Terça-feira, 26.05.09

A greve dos professores de hoje correu mal. A adesão foi fraquíssima. Mário Nogueira cansa mais do que resolve. Talvez a programação da luta tendo em vista potenciar os resultados eleitorais do PCP nas eleições de 7 de Junho se venha a revelar perversa.



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Sexta-feira, 22.05.09

Eu acredito que a esmagadora maioria dos professores sabem manter a disciplina nas suas aulas. Eu acredito que a esmagadora maioria dos professores não dá aulas de História falando orgias sexuais, perda da virgindade e outros assuntos incontornávei, inquestionavelmente ligados à História. Eu acredito que a esmagadora maioria dos professores não ameaçam os alunos nas aulas em retaliação às atitudes dos pais. Eu acredito que a esmagadora maioria dos professores ensinam os seus alunos a falar e a escrever correctamente o português. Eu acredito que a esmagadora maioria dos alunos não grava aulas no seu telemóvel como meio ilegítimo de obtenção de prova de mediocridade do ensino. Eu acredito que a esmagadora maioria dos pais não manda os seus filhos gravar aulas às escondidas para obter ilegitimamente prova contra professores incompetentes. Eu acredito que a esmagadora maioria das escolas, quando os pais se queixam de as aulas de História servem para falar das vicissitudes sexuais do género humano são capazes de averiguar e suster esse desvario. Eu acredito que a esmagadora maioria das escolas não adopta uma cultura corporativa de defesa intransigente de todos os professores independentemente das razões dos pais que se queixam. Eu acredito. Mas isto do acreditar é uma questão de fé e, por isso mesmo, insusceptível de prova.

 

O episódio da professora de Espinho, ainda que minoritário, o episódio do telemóvel do Porto, ainda que minoritário, o episódio dos mais de cem processos abertos no Ministério Público por violência de alunos nas escolas, ainda que minoritário, o episódio das agressões de professores por pais e familiares de alunos, ainda que minoritário, o episódio das gravações ilícitas de aulas, ainda que minoritário, todos estes episódios, ainda que minoritários, dizem-nos que o ambiente, a autoridade, a cultura vigente neste momento nas escolas revelam um carácter perigosamente doentio, lamentável e sinistro. E isto é realidade, não é já uma questão de fé. Isto pode provar-se, não vai de se acreditar ou não acreditar.

 

Estes episódios podem ter poucos culpados mas têm seguramente muitos responsáveis. São responsáveis todos quantos alienaram a disciplina mínima dentro das salas de aula, todos quantos alienaram a autoridade sadia dos professores, todos quantos transformaram as escolas em laboratórios de experimentalismos sociológicos para conseguir provar teorias pedagógicas falhadas, todos quantos tudo permitiram a professores e alunos sem consequência nem sanção, todos quantos desresponsabilizaram o sistema de ensino nos últimos anos. Esses, estão de parabéns. Conseguiram.

(publicado ne edição de hoje do Diário de Aveiro)

 



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Domingo, 17.05.09

O mistério da Educação distribui uma cábula gigante a todos os professores que vão vigiar os exames nacionais de amanhã. Continuam os bons exemplos da 5 de Outubro. Os professores viraram papagaios.



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Quarta-feira, 29.04.09

"Há meia dúzia de meses, nas cercanias da escola secundária de Fafe, duas centenas de alunos receberam a Ministra da Educação com vaias e arremessando ovos contra a viatura oficial. É uma forma de protesto. Radical, mas uma forma de protesto admissível em democracia.", escreve Tomás Vasques, no Hoje Há Conquilhas. Não subscrevo que a liberdade comporte a possibilidade de arremessar ovos, legumes, frutas ou objectos não identificados aos outros. Isso é ser arruaceiro. Atirar ovos a quem quer que seja é instaurar a democracia do galinheiro. Coisa bem diferente é torcer interrogatórios. Isso é inadmissível. E não é esta a primeira vez que tenho notícia de que na Inspecção há uma certa propensão para pôr os interrogatórios onde  se deseja que surjam certas respostas.



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Segunda-feira, 27.04.09

O Governo vai ouvir peritos (serão da OCDE? A título institucional ou a título pessoal?...) sobre o alargamento da escolaridade obrigatória para os doze anos. Com os socialistas é assim: decide primeiro e estuda depis. Se por acaso a coisa não resultar, tanto pior para a realidade.



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Quinta-feira, 23.04.09

O incidente ocorrido hoje na escola Matias Aires, em Agualva, onde um aluno foi esfaqueado por outro, "foi um acto isolado que resulta da violência dos bairros", disse fonte da Direcção Regional de Educação de Lisboa. O discurso oficial sobre a violência escolar em todos os sentidos, alunos-alunos, alunos-professores, pais-professores, já irrita. Os actos isolados acumulam-se às dezenas, os inquéritos no Ministério Público acumulam-se à centena, e os episódios vão-se sucedendo. Sempre isoladamente, é certo. O Ministério da Educação faz de avestruz e desta vez não, não é a célebre Margarida Moreira...
 



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Quarta-feira, 22.04.09

José Sócrates tirou outro coelho da cartola. Agora diz que vai estender a escolaridade obrigatória aos 12 anos. Isso poderia ser uma boa medida se o sistema de ensino fosse outro, isto é, se ensinasse. Mas neste estado de coisas, trata-se apenas de um prolongamento da agonia educativa dos 9 anos anteriores. E tem uma enorme vantagem, oportunista, aliás, nestes tempos de crise. Atrasa a entrada de mais uns milhares no mercado de emprego durante três anos. Com o desemprego negro que o PS vai deixar em herança depois de ter feito a célebre promessa dos 150.000, é um balão de oxigénio. No fundo, estes espertalhaços do PS pensaram assim: adiantar 3 anos à escolaridade obrigatória é atrasar o aumento das estatísticas do desemprego por três anos...

Complementar: É campanha eleitoral, ninguém leva a mal, no Eleições 2009



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Quarta-feira, 25.03.09

Uma menina de 12 anos, deficiente, foi violada por um homem de 26 anos, enquanto outros dois, de 17 e 19 anos, filmavam tudo. O vídeo foi, depois, posto a circular por toda a escola. Mas o que é isto, se não o regresso à pura barbárie? A propósito, é de ler esta entrada de Bruno Sena Martins, sobre Elizabetf Fritzl, no Avatares de um Desejo.



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Sábado, 21.03.09

O CDS esteve três anos no mistério da Educação. Que tal pedir desculpa por esses três anos perdidos em que o CDS cometeu exactamente os mesmos erros e disparates que o PS e o PSD?



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Segunda-feira, 16.03.09

Quando o país assistiu, atónito, à bronca do telemóvel na sala de aula, os sistémicos da 5 de Outubro apressaram-se a descansar as almas. Que era coisa rara, esta dos alunos se atirarem a professores, como gato a bofe, nas escolas e nas aulas. Desde então, fomos tendo notícia de mais de uma centena e meia de inquéritos a correr no Ministério Público por casos de violência escolar e hoje, mais esta, em Aveiro. A razão de tanta pancadaria é só uma: durante anos a fio a disciplina nas escolas tem sido ausente. Desde logo, a disciplina na relação professor-aluno. Deram-lhes a mão, eles tomaram-lhes o pé. Aguentem-se. Mas não nos atirem areia para os olhos...



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Domingo, 08.03.09

Alguns comentários à minha entrada de ontem sobre as declarações do Provedor das Carreiras dos professores, sobre a possibilidade de uma greve às avaliações dos alunos no terceiro período, suscitaram a questão de que não existem greves sem prejuízo. Bem sei. Achei por isso conveniente recordar o que penso sobre o assunto. Está aqui.



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Sábado, 07.03.09

O Provedor de Carreira dos professores ameaçou hoje que os sindicatos admitem chegar à greve das avaliações dos alunos. No conflito que mantêm com o ministério da Educação por causa de vários aspectos das suas carreiras, os sindicalistas admitem chegar ao ponto de prejudicar milhares e milhares de alunos por causa de um conflito corporativo. Estão,assim, prontos para chegar aos limites do absurdo.



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O Magalhães tem erros de português nos joguinhos que traz já instalados para os alunos do ensino básico se divertirem. Agora, sim, estou convencido. Não podia haver produto mais coerente com o sistema de ensino do que um computador com erros de português.



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Sexta-feira, 27.02.09

“Portugal será o primeiro país do mundo em que todas as crianças dos seis aos dez anos terão um computador” para usar nos estabelecimentos de ensino. Esta proclamação foi feita, com a solenidade dos momentos históricos, por José Sócrates, no debate quinzenal desta semana, onde não se encontra um único deputado com coragem para lhe fazer perguntas sobre o alegado caso de corrupção relacionado com o Freeport.

 

Sobre esta matéria, a doutrina oficial é que com Sócrates “no pasa nada”. Merece confiança institucional. Extraordinários deputados estes da Nação que assim confiam…


Mas pronto: parabéns a Sócrates. Finalmente conseguiu fazer mesmo história. Em homenagem à cultura dominante eu diria: “Prontos, já semos first’s numa cena cóker”. Portugal, o país que vai certamente abrir os telejornais um dia destes com a reportagem da vida do cão de água de Obama, passará também a ser o país em que todos os putos dos seis aos dez anos terão “personal computer” (recomendo mesmo ao Sr. Primeiro-Ministro que passe a usar esta expressão em vez de computador, porque no mundo anglo-saxónico não sabem o que é um computador e assim talvez o Governo consiga vendar mais uns quantos à empresa que os fabrica).

 

Desde já declaro que acho muito bem e aplaudo Sócrates. Sim, aplaudo convictamente. Não está ao alcance de um qualquer, mas apenas de um predestinado, feito desta envergadura. Mas confesso: é deprimente que tenhamos alcançado objectivo básico tão exuberantemente e não sejamos capazes de ensinar o essencial: ler, escrever e contar. Este, aliás, devia ser o lema simples de um programa de emergência nacional na política de educação. Simples: ler, escrever e contar. E, prolongando o atrevimento de me dirigir ainda ao Sr. Primeiro-Ministro, recomendo-lhe mais: leia as circulares da sua Directora Regional de Educação do Norte e verá como tenho razão quanto ao escrever …

 

Entendamo-nos: ler português, escrever português e contar os números da tabuada. Estas funções básicas não só não são alcançadas como, pior, ninguém pensa, do alto do Governo ao mais recôndito docente, devam ser alcançadas. Para esta legião de educratas a riqueza inter-poli-super-multi-cultural da língua reside na cacofonia verbal, no surrealismo gráfico e na anarquia de conceitos. Resultado: as crianças, os jovens e posteriormente os adultos vão passando de ano sucessivamente sem terem adquirido as competências básicas. E ninguém acha estranho. Mais uma vez, é ver esse case study da DREN…

 

Defronto-me pessoalmente com este problema no ensino superior. Por isso, este discurso do “personal computer” enerva-me um bocado. Desde logo, porque mesmo para usar o “personal computer” é preciso conhecer o alfabeto para usar o teclado…

 

Mas este flagrante tecnocrático com que Sócrates quer conquistar o voto dos pais usando o deslumbramento dos filhos (“têm que dizer isso a alguns adultos que eu conheço”…) é bem o sinal de um Governo falhado, de um ensino falhado e de um país adiado. Paradoxalmente, porque sabemos como pode ser preciosa a utilização das novas tecnologias no mundo de hoje..

 

Nenhum computador ensina a escrever, a ler, a interpretar uma frase, a raciocinar, a relacionar conceitos. E é justamente isso que quem tenta ensinar alguma coisa à geração do ensino democrático percebe rapidamente que essa geração não sabe fazer. As carinhas dos responsáveis estão penduradas na parede do átrio da 5 de Outubro. Não se esqueçam de pôr lá também a fotografia de Sócrates. Recomendo, perdoe-se-me, mais uma vez, o atrevimento.

(publicado na edição de hoje do Semanário)

 



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Quarta-feira, 11.02.09

"E querem mais? Aos 16 anos havia muito professor que nos deixava fumar nas aulas. E da charraria nem vale a pena falar. O único problema que podíamos ter quando fumávamos ganzas no pátio do liceu era os mais velhos roubar-nos as sopinhas. Nesse caso recorríamos aos contínuos argumentando que nos tinham roubado os cigarros."

A ser verdade, sempre ajuda a perceber o estado a que isto chegou.



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Revolucionário este PS. Depois das licenciaturas por fax e ao fim de semana, o PS inventou um verdadeiro achado em termos de novas oportunidades: as pré-graduações. São óptimas para chegar a administrar bancos.



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Terça-feira, 10.02.09

Ainda estou, sentado por cautela, à espera do primeiro parecer que emita opinião contrária à de quem contrata o parcerista.



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Sexta-feira, 30.01.09

O António Almeida cometeu a bondade de enviar o link para a página do PS onde se afirma que o relatório da Educação era mesmo da OCDE.


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Esta foi outra semana negra para o PS, para o Governo e para José Sócrates. Não, não verão neste texto uma linha sobre os processos relacionados com o licenciamento de um centro comercial na terra em que vai nascer um novo aeroporto, se houver dinheiro, digo eu. Preocupo-me aqui com outra coisa. O Primeiro-Ministro mentiu esta semana ao país quando anunciou as conclusões de um relatório da OCDE sobre as políticas educativas do Governo, quando a verdade é que não existe nenhum relatório da OCDE.

 

Esclareço desde já que concordo com algumas das políticas do Governo nesta área, embora me repugne profundamente a ideia socialista, aliás partilhada pelo PSD e pelo CDS quando no Governo, de que não devem existir retenções no ensino básico, ou seja, de que devem passar todos os alunos, quer saibam, quer não saibam. Não me refiro, pois, à substância.

 

Perante o quadro deplorável a que assistimos esta semana, pergunto-me sobre o que levará um Primeiro-Ministro a cometer esta insensatez. Atribuir à OCDE um relatório que facilmente se verifica que não é da OCDE só pode, a meu ver, ter uma justificação: desespero. Quando se sente o chão a fugir debaixo dos pés, quando se está dominado por um qualquer receio, quando se necessita desesperadamente de alguma coisa que cause boa impressão, pode criar-se uma necessidade absoluta de inventar. Ou pior: de mentir.

 

A história é simples: o Governo encomendou e pagou a algumas pessoas um relatório para dizer bem da política educativa. Isto é, obviamente, muito diferente de termos a OCDE a dizer bem da política educativa. A ministra e o Primeiro-Ministro fizeram o show-off de propaganda do costume, com pompa e muita circunstância, o PS fez uma festa no seu sítio na Internet e a comunicação social reproduziu tudo acriticamente. Parecia tudo bem encaminhado para aliviar as manchetes da crise por umas horas. Mas rapidamente a marosca foi descoberta nos blogues (ai, os blogues…) e saltou rapidamente para o debate institucional no debate mensal na Assembleia da República pela mão de Paulo Rangel. Chegámos ao grau zero da política e da governação.

 

A sigla OCDE faria as maravilhas da credibilidade que o Governo já não tem. Seria assim uma espécie de doping político para o ministério, um certificado independente de qualidade.

 

Começa a ser confrangedor assistir à lenta agonia do Governo e das suas sucessivas trapalhadas. Este Governo é má moeda. Já é um clássico, mas não resisto à comparação: ponha-se lá Santana Lopes no apelido de José e Sampaio no apelido de Aníbal e já teríamos Governo despejado e campanha eleitoral para as eleições legislativas antecipadas na rua.

(publicado na edição de hoje do Diário de Aveiro)

(Foto)



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Segunda-feira, 19.01.09

A ideia de que devem existir serviços mínimos nas greves de professores é da maior pertinência. Só uma ideia meramente partidária da greve pode desprezar tanto direitos elementares dos outros cidadãos. Bem sei que é essa a ideia da FENPROF. Mas esse é um problema da FENPROF. Não é legítimo que os professores atropelem os direitos dos outros, designadamente dos alunos e das famílias em nome de meras questões corporativas.



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Hoje, segunda-feira, os professores estão em pleno fim de semana prolongado. Nalguns casos, que eu conheço, fins de semana de quatro dias, assim a modos que umas semi-férias, visto que houve professores a meter baixa na sexta-feira passada. Um verdadeiro achado sindical.



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Sexta-feira, 16.01.09

Para os professores que decidirem fazer mais uma greve na próxima segunda-feira, que foi para o dia em que foi cirurgicamente marcada para aumentar as audiências, perdão, as adesões.



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Domingo, 11.01.09

O pretuguês da célebre Margarida Moreira, Directora Regional de Educação do Norte (Educação?...), numa redacção sobre o não menos célebre Magalhães, produzido por uma das empresas que, vá lá saber-se por que razão, José Sócrates decidiu apoiar. Via Tomás Vasques.



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Quinta-feira, 08.01.09

O PSD decidiu repetir o jogo que tinha perdido por falta de comparencia. Desta vez, com quase todos os jogadores em campo nos dois lados, o resultado repetiu-se. Pois é. Há gestos, por muito bem intencionados que sejam, como por exemplo tentar reparar um mal, não correm tão bem como se se cumprisse o dever sempre que se exige que o dever seja cumprido. Pior a emenda que o soneto, como diz o povo.



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Segunda-feira, 05.01.09

Hoje de manhã caiu-me o inevitável Mário Nogueira na rádio sintonizada do carro. Se nem no dia de Natal nos livrámos de ter de o aturar... Que os dirigentes sindicais trabalham muito e tal, que quando era estudante fez cábulas para ajudar a memorizar mas que não as usou por medo e tal e de repente aproveitou para anunciar outra greve de professores para 19 de Janeiro. Depois de ter dito que os professores fizeram uma greve em dois anos. Agora vai a segunda em dois meses. E qual a razão da próxima greve? Aproveitar o segundo aniversário do actual Estatuto da Carreira Docente para protestar contra o projecto de novo Estatuto da Carreira Docente. Tudo numa revolucionária torrente de palavras que concorriam em tropel com o trânsito caótico de Lisboa que me entrava pela janela. Conclusão: tudo velho.



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Sábado, 27.12.08

"Dito de outra forma, maus mesmo são os telemóveis que "filmam". Se os proibirem nas aulas, acabam magicamente os "problemas". O que não se vê, não existe. É esta a "tese" da "escola democrática", "inclusiva". A do regime. Sou, desgraçadamente, de outra época. Daquela que Isaiah Berlin descreve como do "exemplo", e não do "preceito", "através da descoberta ou preparação de professores que tenham conhecimentos, imaginação e talento bastantes para fazer com que os estudantes vejam aquilo que eles próprios vêem, experiência que, como sabe qualquer pessoa que tenha tido um bom professor seja de que disciplina for, é sempre fascinante, e poderá ser transformadora." Como é que se mete ideias destas em cabeças e rostos improváveis como os dos representantes das associações de pais, em professores complacentes ou em meninos sem - literalmente - educação? E em locais a que, sem que sorrisos, apelidam de escolas?"
João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos.

Ler também A Pistola de Plástico do Sr. Nogueira, por Valupi, no Aspirina B.



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Sexta-feira, 26.12.08

Tudo em segredo. Sem conclusões. É o estado da questão na Escola do Cerco do Porto. O ensino à deriva em Portugal. Como sempre sem culpas nem responsáveis.



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Quinta-feira, 25.12.08

Enquanto os professores e o Governo têm andado no regabofe das manif's, das vigílias, das negociações mais ou menos apalhaçadas, a escola e o ensino continuam a degradar-se. Depois da triste história do telemóvel, temos agora armas de plástico apontadas aos professores. Lá vamos andando, de degrau em degrau, até uma arma a sério, um dia. Mas quem se interessa por isso? Aparentemente, apenas D. José Policarpo.

Leitura complementar: Agora é tarde, Mário, por Paulo Ferreira, no Camara de Comuns.



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Terça-feira, 23.12.08

À medida que a insegura ministra da Educação vai esvaziando o sistema de avaliação de conteúdo e consequências, os sindicatos, achando mole, carregam e dizem sempre qye nunca chega. Sempre considerei o Governo Sócrates uma ficção de firmeza. Vê-se. E o Governo aprenderá à sua custa que atibieza não compensa. A malta do PC já lhe topou o fraco e não quer outra vida.



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Segunda-feira, 22.12.08

Um grupo de presidentes de conselhos executivos de escolas da região centro está a organizar uma reunião inédita, de representantes dos órgãos de gestão de estabelecimentos de ensino de todo o país, para “reflectir” “e acertar posições” sobre o modelo de avaliação de desempenho dos professores. Esta reunião é uma boa notícia. Primeiro, significa uma dessindicalização do protesto dos professores. Segundo, sugiro eu, talvez possa, enfim, nascer uma alternativa que se possa conhecer e debater relativamente à proposta do Governo. se assim fôr, objectivamente, poderemos estar perante uma saída para o Governo, se esta iniciativa se vier a traduzir no encontrar de um novo parceiro de diálogo para a negociação.



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Domingo, 21.12.08

Sendo assim, com 60 mil assinaturas, devia chamar-se acima assinado. Mais uma vez os professores falam contra e não a favor. Contra tudo. Porque qualquer coisa que seja põe em causa a carreira tal como está. Mais uma vez, ainda e sempre eles, eles, e eles.



publicado por Jorge Ferreira às 12:34 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sábado, 20.12.08

"Os sindicatos de professores não queriam a avaliação “entre pares”, por supostamente causar danos irreparáveis ao ambiente de trabalho nas escolas, entre “colegas”. Mas, ao mesmo tempo, exigem a “revisão” do Estatuto da Carreira Docente e o fim da figura do “professor titular” - essencial para que a avaliação pudesse não ser “entre pares” mas sim entre categorias hierarquicamente distintas de docentes."

Miguel Cabrita, n' O País Relativo.



publicado por Jorge Ferreira às 00:07 | link do post | comentar

Quinta-feira, 18.12.08

Estes dados devem fazer reflectir sobre o estado lastimável do ensino. Mostram-nos professores que não fazem com gosto o que deviam fazer, o que significa que não podem fazer bem. Evidentemente que o discurso que vai ser apresentado é que este elevado grau de desmotivação docente tem uma e uma única causa: o famigerado modelo de avaliação. Eu prefiro dizer que existem um conjunto de factores que conduzem a esta situação. O principal deles é que muitos professores não o são por vocação mas apenas porque durante muito tempo viram na docência uma hipótese de sobrevivência. As dificuldades supervenientes fizeram o resto. Quem não faz o que gosta e ainda por cima começa a ser confrontado com um grau de exigência que não havia antes fica, obviamente, ainda mais desmotivado do que o que já estava à nascença.



publicado por Jorge Ferreira às 12:24 | link do post | comentar | ver comentários (4)

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