Terça-feira, 14.07.09

A Direita substantiva anda obviamente desaparecida em parte incerta. Apesar das aparências e das flexibilidades tácticas. Está tudo bem explicado aqui, por Jaime Nogueira Pinto.


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publicado por Jorge Ferreira às 11:09 | link do post | comentar | ver comentários (5)

Sábado, 27.06.09

Gargalhada de direita sobre os independentes de direita....



publicado por Jorge Ferreira às 20:09 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Terça-feira, 16.06.09

"Em Portugal há três esquerdas, dois centros e nenhuma direita, porque sobre esta ainda pesa a sombra da correcção política anti-salazarista". Jaime Nogueira Pinto, no "i". Exactamente: PS, PSD e CDS pensam à esquerda, com mais ou menos descaramento consoante os ventos e governam-se ao centro, na proporção das sortes eleitorais de cada um.



publicado por Jorge Ferreira às 14:58 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 19.12.08

1. Só uma coisa está ainda em estado mais comatoso do que o país: a alegada direita partidária, a direita geométrica, a que por mero acaso das cadeiras que não das ideias se senta à direita do PS no hemiciclo parlamentar, vulgo PSD e CDS.

 

A esquerda aí está pletórica de rua, de ideologia ao vento, de discurso épico pré-isurrecional nalguns casos mais excitados, de forças sociais e políticas a ressuscitar dos Maios domésticos e até de novos partidos anunciados. E isto tudo, com um partido da esquerda no poder.

 

Os velhos comunistas vêem na luta dos professores uma ressurreição high-tech dos delírios diários de 1975, quando era certo que a reacção iria ficar sem dentes ou, no mínimo, iria parar ao Campo Pequeno. Hoje lá está o PCP no Campo Pequeno, qual nova burguesia partidária, e as ruas cheias de contestação.

 

Para cúmulo, é Manuel Alegre que está a surgir como a esperança de tirar a maioria absoluta ao seu ainda partido, através de um novo partido, onde meterá no bolso meio eleitorado do Bloco, outro meio do PCP e mais uns quantos românticos de esquerda que resistem no PS, mas saudosos das cantilenas do padre Fanhais e do Vá-Vá ali à Av. de Roma, versão pré-fast-food.

 

O que é grave é que, se isto continuar assim, o debate político e eleitoral vai ser novamente amputado de correntes de pensamento e alternativa essenciais para o país. Irá centrar-se entre o estatismo, o despesismo, a falta de reformas a sério que o PS representa e as mais anacrónicas, ultrapassadas e derrotadas ideias da história sobre a melhor forma de organizar as sociedades, que serão representadas pelo NPS (Novo Partido Socialista).

 

Tudo o que se ouve nos Fóruns da velhinha e revolucionária Faculdade de Letras de Lisboa, nas tertúlias, nos blogues dessas esquerdas festivaleiras, cheira a mofo, mas surge como se fossem enormes descobertas que nos vão salvar do mercado, o novo diabo, como se o problema da crise financeira não fosse um caso policial e criminal, mas sim um caso de mau funcionamento do mercado.

 

2. E a alegada direita? Por onde andam e o que fazem? Dão luta, têm alternativa, têm líderes e chefes capazes de competir com o PS, com o PCP, com o BE e com o NPS? Não. Acantonaram-se nas feridas, refugiaram-se nas delícias das sinecuras, asseguraram-se nas mordomias das imunidades.

 

De regresso ao passado, pretendem apenas a façanha desnorteada e poucochinha de disputar eleições com a máquina de Sócrates exactamente com as mesmas pessoas que o eleitorado despediu com alívio do Governo em 2005.

 

Pedro Santana Lopes, por quem tenho apreço e respeito pessoal, vai tentar regressar a um sítio onde não teve sequer tempo de ser feliz porque Barroso, ao fugir a sete pés do Governo, não deixou, ou seja à Câmara de Lisboa, onde nos legou ademais um Carmona Rodrigues de triste memória. No mínimo, ao menos, que se redima desse legado.

 

Durão Barroso tem a vidinha tratada à custa dos seus compromissos eleitorais internos. Emigrou, como se fazia nos anos sessenta para ter algum de seu. Vive bem, aparece com os grandes do mundo nas televisões e sem ter certamente os reflexos de George W. Bush para se furtar a sapatadas imprevistas, tem a suficiente sabedoria maoísta para não se deixar enlear em enxurradas. Fala línguas e é mestre no artesanato da sobrevivência e é tudo a quanto aspira. Está-se nas tintas para Portugal até ao dia em que achar que chegou a altura de disputar Belém com Marcelo Rebelo de Sousa. Lá está, ainda há estrelas escritas no firmamento.

 

Manuela Ferreira Leite, a ministra de Estado de Barroso, está como está, sem necessidade de mais explicações.

 

Um verdadeiro serviço patriótico seria se estas pessoas se empenhassem em encontrar uma solução nova, que unisse, motivasse, federasse e não que dilacerasse ainda mais estes dois tristes partidos, que hoje não passam de sombras, de medíocres espectros do que já foram.

 

3. As directas do CDS não passaram de um acto político inútil. Um ritual vazio para distrair incautos. Portas, que atropelou Ribeiro e Castro da forma alarve que se viu, que meteu Conselhos Nacionais com agressões físicas e insultos vários e tudo, para regressar ao sítio de onde ninguém lhe havia pedido para sair (vícios antigos...), até já expulsa Luís Guedes do Congresso (ao que eles chegaram!...).

 

O esquema era perfeito. Luís Guedes e Paulo Portas combinaram a divergência pública estratégica, como forma de animar um Congresso ritual, sem competição eleitoral nem interesse político. Durante dois dias as televisões fariam os animados directos com Guedes e Portas a debater: um show mediático que encheria de gáudio o pequeno comentário político doméstico, atreito às maiores metafísicas sobre este tipo de actuação partidária.

 

Mas havia um problema: para o esquema funcionar e, posteriormente, a dilacerante e emotiva disputa entre amigos ser sanada em animado e frequentado jantar de reconciliação, o que daria mais uns apetitosos directos e provaria a reconciliação entre os conciliados, Guedes tinha de ser eleito. Pequeno senão democrático: são precisos votos. Para isso há que os pedir, coisa que Guedes não gosta de fazer por feitio e Portas não lhe apeteceu fazer por cíume político e irreversível atracção para o abismo. Assim envenenou a sua relação política com Manuel Monteiro. Assim envenenou a sua relação política com Marcelo Rebelo de Sousa (e sem necessidade de sopas quaisquer) e assim envenenou agora a sua relação política com Luís Guedes.

 

O resultado foi um caldo entornado dos grandes. Portas serviu o seu melhor (e único?...) amigo político de bandeja aos ressabiamentos internos, está com um Congresso nas mãos sem saber o que fazer a não ser uns discursos de quatro horas à Fidel Castro e um enormíssimo manto de descrédito, mais um, a somar aos que já carrega às costas.

 

Perguntava-me esta semana uma estação de rádio se eu achava que havia vida no CDS depois de Portas. Respondi que sim, mas que era tão má, tão má, que não a desejaria ao pior dos inimigos.

 

4. Paulo Portas só aguenta a maçada de liderar os destroços de 2005 por que precisa de um seguro judiciário, uma imunidade, que previna sustos próximos, como se leu numa escuta telefónica oportunamente publicada na imprensa.

 

Em dez anos, o balanço de Portas no CDS é notável para um génio: menos militantes, menos eleitores, menos deputados na Assembleia da República, menos deputados no Parlamento Europeu, menos autarcas, mas mais processos de investigação criminal, que foi a herança de Governo deixada pelo CDS.

 

As trapalhadas que o CDS fez no Governo foram tantas, os negócios públicos pouco claros foram tantos, que os ex-governantes do CDS passaram a ser mais conhecidos pelos diminutivos “gate” do nome dos processos de investigação do que pela obra que (não) fizeram. Com uma excepção que é justo assinalar: Celeste Cardona, o maior desastre político que aconteceu à Justiça, mesmo considerando os vindouros José Pedro Aguiar Branco e Alberto Costa, soube prevenir-se e ficará apenas conhecida como o tripé decorativo, embora muitíssimo bem pago pelo Estado dos avales, do bloco central na CGD.

 

Recentemente, à votação do seu próprio projecto de suspensão da avaliação dos professores (proposta já de si substancialmente esquerdista, como outras que a alegada direita tem apresentado), conseguiu o Grupo Parlamentar a proeza de faltar com três dos seus deputados! Bem sei, são apenas dez por cento dos faltosos do PSD, mas são 25% do Grupo. O que pretende este grupito (o que resta do Grupo…) oferecer ao país? Um nicho de decência já os teria remetido à aposentadoria. Um pingo de vergonha já os teria encostado numa travessia do deserto do tamanho do Sahara. Mas não: prometem continuar para gáudio de José Sócrates, que é muito mais esperto do que Portas. Como se verá.

 

5. E o futuro? Futuro, neste estado de coisas, para a alegada direita parlamentar vai ser outro estrondo eleitoral como o de 2005. Muitos vaticinam precoce e temerariamente, aliás, a meu ver, o risco de Sócrates perder a maioria absoluta e precisar de gente de confiança e de carácter como Paulo Portas, para fazer umas limianices estruturais de legislatura.

 

Não tenho por certo que o NPS não reforce a imagem de Sócrates junto do eleitorado como líder de estabilidade para estes tempos de aguçada crise como vão ser por certo os tempos eleitorais de 2009. O espantalho de um tripé de partidos de esquerda a mandar no PS é suficientemente arrepiante para que o eleitorado não se assuste e reaja. E o problema é que olhando para o lado direito de Sócrates o que verá é o que acima se descreve… um filme político hard-core a passar em cinemas de reprise.

 

Razão teve Manuel Monteiro nas declarações públicas que fez esta semana. Inconformado com a ausência de uma alternativa credível à direita, Manuel Monteiro fez um apelo público à convergência, desafiando Luís Guedes, mas também personalidades como José Ribeiro e Castro, João Luís Mota Campos, José Luís Nogueira de Brito, Jaime Nogueira Pinto, Pedro Ferraz da Costa, entre outros, para, "num clima de liberdade", organizarem um Fórum das Direitas.


"Se as esquerdas são capazes de o fazer, seria grave que a direita não o conseguisse. Paulo Portas e o seu partido é um bunker fechado sobre si próprio, de ar viciado, que não permite que alguém respire", disse Manuel Monteiro. E considera mesmo que aquilo que aconteceu com Luís Guedes mostra que o CDS se tornou "num partido de talibans, não de gente livre", concluindo que "o problema da direita é o de estar presa dos pés à cabeça em processos de suspeição e corrupção. Enquanto José Sócrates tiver os seus principais dirigentes nas mãos, eles nunca serão a verdadeira alternativa".

 

Pois não.

(publicado na edição de hoje do Semanário)

(Foto)

 

PS- A repetição da fotografia utilizada na entrada anterior é obviamente intencional. São as duas faces da má moeda em circulação no território político nacional.



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Domingo, 14.12.08

Manuel Alegre defendeu hoje a criação de uma “alternativa de poder” de esquerda, que “vá a votos” e não excluiu o cenário de criação de um partido político. Para alguma coisa havia de servir o tal Forum das Esquerdas, que nestas coisas os comunistas não são parvos. Agora, se o tal partido de esquerda avançar, como se faltassem partidos de esquerda ao país (só no Parlamento estão actualmente cinco sem contar com os fantasmagóricos Verdes melancia), avizinham-se tempos ainda mais difíceis para o PSD e o CDS: o eleitor comum, pouco dado à ideologia e ao médio prazo, tenderá a ver em Sócrates um verdadeiro líder de direita. Ao que isto chegou.
(publicado no Camara de Comuns)



publicado por Jorge Ferreira às 19:47 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 02.10.08

Este texto é um atentado à classe operária. Qualquer gajo de direita que curta explorar o homem pelo homem e sugar a mais valia do suor da classe operária fica reconfortado por verificar que há pessoal de esquerda que pensa que há pobres mais iguais que outros, sobretudo quando esses são eles próprios. Eis uma revolução.



publicado por Jorge Ferreira às 00:53 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quarta-feira, 11.06.08

Muito mais do que ver as extremas-esquerdas irritadas com a invocação da raça por Cavaco Silva, divirto-me sobremaneira a ver as direitinhas apressadas a desenvolver a teoria do lapso. Quer umas, quer outras, estão bem à altura dos tempos. Sinceramente não sei o que será pior.



publicado por Jorge Ferreira às 16:09 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Terça-feira, 03.06.08

O CDS vai fazer uns cursinhos para ensinar os militantes a ser de direita, que é coisa que obviamente não fazem a mínima ideia do que é. Assim se faz direita a martelo. É caso para fiscalização da ASAE. É que a direita que havia no CDS foice. Perdão, foi-se.


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publicado por Jorge Ferreira às 14:49 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sexta-feira, 02.05.08

Pedro Passos Coelho afirmou que não é de direita nem de esquerda e que a questão é entre o passado e o futuro. Parcialmente de acordo. A questão é entre a direita do passado e a direita do futuro. Mas já me parece que não se coaduna com a "novidade" que pretende introduzir e até tem conseguido, no PSD, com a sua candidatura, que Pedro Passos Coelho fuja ao problema. O que revela um complexo de esquerda. Bem sei que tacticamente, se Manuela Ferreira Leite se afirma de centro-esquerda é natural a tendência para querer competir nas mesmas águas. Mas se o PSD está a precisar de clarificação, o centro é mau conselheiro. Até porque está ocupado.



publicado por Jorge Ferreira às 12:03 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 24.04.08

A alegada direita que se senta no hemiciclo à direita do Presidente da Mesa, mas à esquerda dos deputados das esquerdas, simplificando, o CDS e o PSD, são hoje um passivo, um passado, uma caricatura. E prometem chegar assim a 2009. Dias felizes para José Sócrates. Afinal de contas, esta maioria como as outras caírá por si.


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publicado por Jorge Ferreira às 10:14 | link do post | comentar

Segunda-feira, 22.10.07
Sei por intermédio do Pedro Guedes que a direita venceu as eleições na Suiça. Certamente por se tratar de um país insignificante, que nem faz parte da União Europeia, não encontro notícias sobre o assunto na extasiada comunicação social portuguesa.


publicado por Jorge Ferreira às 01:13 | link do post | comentar

Domingo, 02.09.07
"A esquerda em Portugal é livre de fazer o que quer com um suposto estado de direito, inclusivamente apelar e apoiar o terrorismo, desde os pequenos milho-terroristas aos grandes coca-terroristas. Mais decepcionante que isso é a “direita” e o “centro” português que continuam a pactuar com este tipo de situações. Se houvesse centro ou direita com real participação política em Portugal, ja teríamos manifestações marcadas, providências cautelares,… Mas não, a nossa “direita” e o nosso “centro”, que mais não são que formas de esquerda requintadas, são plataformas de poder que aguardam a sua vez nos ciclos de alternância politica. Por omissão, o nosso “centro-direita” apoia a presença das FARC."
Carlos G. Pinto, em O Insurgente.


publicado por Jorge Ferreira às 14:28 | link do post | comentar

Segunda-feira, 30.07.07
"E agora a necessidade, à direita, de repensar tudo. Como a esquerda teve que se adaptar à década cavaquista que mudou drasticamente a política portuguesa."
Caro Pedro, salvo o devido respeito e melhor opinião a esquerda não repensou tudo por causa do cavaquismo. Limitou-se a esperar. A esperar pelo declínio do cavaquismo. Parece que a direita está condenada ao mesmo. A esperar. A esperar pelo declínio do socratismo. Quem estiver à janela quando a procissão passar, seja lá quando isso fôr, será chamado a pegar no andor.


publicado por Jorge Ferreira às 22:16 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 20.07.07
"Eu sou um socialista que acredita no Estado-Providência", acaba de lembrar aos esquecidos no debate do estado da Nação José Sócrates. Para aquela direitinha dos interesses e dos negócios que endeusa o reformismo do Primeiro-Ministro esta confissão não é nada conveniente. Para a direitona que critica o Governo socialista pelo lado esquerdo, a frase passará obviamente sem reparo de fundo.


publicado por Jorge Ferreira às 11:49 | link do post | comentar

Depois do vendaval das eleições legislativas de 2005, a direita geométrica foi alvo de um terramoto no passado domingo, em Lisboa. Antes de perceber os resultados expressos em votos nas listas, há que perceber a vergonhosa abstenção que se verificou nas eleições intercalares para a Câmara de Lisboa. Os deuses eleitorais cometeram a facilidade de não brindar o dia do voto com bom tempo. Assim não há desculpas.

Engana-se quem julgar que a elevada abstenção é apenas um voto de protesto contra o Governo. Ele poderá lá estar, é certo. Mas normalmente quando se vota de protesto contra o Governo, vota-se no candidato que se julga que o Governo menos gosta, que menos lhe convém, ou que se pensa que maior mossa lhe pode fazer. Nada disso sucedeu. É por isso que a abstenção de domingo tem de ser encarada como um voto de protesto contra o sistema partidário e contra as patologias do sistema partidário. Os “so called” independentes destas eleições mais não são do que dissidentes dos partidos e não independentes verdadeiros.

Quanto à tal direita, a questão é muito simples. O eleitorado disse que nesta direita não vota. Que nestes chefes da direita não vota. Quando no pior e no mais difícil momento de governação do PS desde as eleições legislativas, os eleitores preferem o antigo número dois do Governo do que o sortido de candidatos que se lhe opunham, isso quer dizer alguma coisa.

Os eleitores pura e simplesmente não se reconhecem nas actuais lideranças dos partidos à direita do PS. E, das duas uma: ou os partidos o percebem e tratam da vida, escolhendo novos líderes, que não estejam comprometidos com anos de desgastes, de trafulhices e de cambalhotas políticas incompreensíveis, conforme os casos, ou o que vai suceder é que nas eleições legislativas de 2009 em vez de um terramoto, vai ser preciso chamar uma nova Arca de Noé, para salvar o que restar.

Claro que no meio disto tudo, Lisboa, que era o que interessava mesmo nestas eleições, não pode dormir descansada. Sem maioria António Costa vai ter de arranjar muitos Ferraris e muitos burros para disfarçar aquilo que não vai poder fazer até às próximas eleições daqui a dois anos. Vai haver muita propaganda e pouca reforma. Daqui a seis anos Belém espera-o e há que preparar convenientemente o percurso. Quem perde? É, obviamente, Lisboa.
(publicado na edição de hoje do Semanário)

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publicado por Jorge Ferreira às 11:27 | link do post | comentar

Quinta-feira, 19.07.07
Cavaco Silva está confortavelmente instalado em Belém com os votos de (quase) toda a gente à direita do PS. Cavaco Silva chegou lá. Paciente. Preserverante. Competente. De esquerda moderada, com o q. b. de salazarismo compatível com o sistema

Uma das consequências dessa vitória, que aliás previ, foi a extinção da metade direita do sistema partidário. O país basta-se na indolência presidencial. Gosta de chicotear o Governo e os Primeiro-Ministros nos cafés e nas praias. Mas quer sossego. Não se sabe bem para quê mas quer. Cavaco Silva já passou pelo mesmo e conhece bem o país. Ele sabe que é assim.

À direita, qualquer hipótese política decente tem de passar por uma dupla oposição: ao PS e a Cavaco. Com o risco acrescido de esbarrar nos votos conformistas da classe média sacrificada, mas preguiçosa. Parece que não há ninguém disponível. Habituem-se.

Adenda: faz hoje 20 anos a primeira maioria absoluta de Cavaco Silva. Parabéns, Senhor Presidente!
(publicado na edição de hoje do Democracia Liberal)


publicado por Jorge Ferreira às 19:55 | link do post | comentar

Terça-feira, 19.06.07
(Inclinações)

"Maria José Nogueira Pinto, ex-vereadora do CDS-PP na Câmara Municipal de Lisboa, admite votar em António Costa nas eleições intercalares de 15 de Julho, considerando que o candidato socialista é quem tem "melhores condições para governar Lisboa". O que nós ouvimos a Maria José Nogueira Pinto a propósito de Freitas do Amaral, na altura em que, quem porventura nunca levou a sério o que o Professor sempre escrevera e pensara, estava na moda descobrir que ao Professor nunca importaram as companhias, e que elas podiam ser tudo o que estivesse mais à mão. Agora, parece que temos uma clone de Freitas do Amaral na forja. A direita dos salões descobriu que António Costa pode ser o salvador da pátria alfacinha. A direita do calculismo, do oportunismo político, a que direita de aluguer. É pena estragar uma competência e uma reputação a saltar poças na esquerda. Ainda por cima na mais socráticas das esquerdas. Palpita-me que em breve voltaremos a ouvir falar de Maria José Nogueira Pinto.


publicado por Jorge Ferreira às 22:11 | link do post | comentar | ver comentários (4)

Quarta-feira, 13.06.07

Por bondade do Pedro Guedes fui convidado a dizer de minha justiça sobre a direita, num número da excelente revista Alameda Digital, onde conto com muitos e bons amigos. O prato-forte escolhido foi justamente debater sobre as direitas. A minha é certamente a menos valiosa das contribuições publicadas. Há por lá muito e bom para ler. Agradeço publicamente o convite, que muito me honrou, para escrever na revista e, para os ociosos, aqui fica a ligação para o textinho, que desta vez, sai ileso das polémicas de ocasião e dos sound bytes tão em voga.



publicado por Jorge Ferreira às 13:13 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 27.04.07
A vitória esperada de Paulo Portas sobre Ribeiro e Castro no CDS é uma nova oportunidade para a direita. O espaço político da direita não tem hoje representação no Parlamento, onde apenas há cadeiras que estão colocadas à direita da mesa. O que é muito diferente de nessas cadeiras se sentar a direita política.

De repente parece que voltámos aos dias seguintes ao 25 de Abril onde havia medo, receio e vergonha de alguém cometer a ousadia contra-revolucionária de se dizer de direita. É verdade que na altura havia um célebre operacional que se dispunha a meter a direita no Campo Pequeno. Mas hoje esse risco desapareceu.

Todos os personagens que se sentam à direita de Jaime Gama no hemiciclo estão em marcha declarada para o centro, esse lugar de sítio nenhum na sociedade eleitoral, mas que constitui sede apropriada para os grandes negócios do regime e para os grandes financiamentos do regime.

Este CDS de Portas também quer o centro. Aliás, assim nasceu em 1974, rigorosamente ao centro. Rigor não é qualidade que Portas tenha, mas da sua voracidade central já ninguém duvida. Aliás, o CDS do centro até começou ao contrário. Normalmente os partidos que partem em busca do Graal do centro têm de lá chegar primeiro antes de ter a alforria mordomística. No CDS, o lugar na administração da Caixa Geral de Depósitos até chegou mais cedo do que o partido chegou ao centro. Mais rápidos que a própria sombra…

Este CDS que existe desde domingo já defendeu tudo e o seu contrário. Portas tornou-se democrata-cristão depois de ter proclamado, com a solenidade parola que coloca nas maiores frugalidades que afirma, a morte da democracia-cristã. Já foi contra o euro, hoje é a favor. Já foi pela soberania contra o federalismo, mas subscreveu no Governo a Constituição europeia federalista contra a soberania. Já foi euro-revoltado, euro-contestatário, euro-nervoso e euro-calmo. Hoje é euro-ausente. Já foi líder partidário e eurodeputado ao mesmo tempo, mas hoje acha que não se pode ser líder partidário e eurodeputado ao mesmo tempo. Já fez juras de fidelidade aos pescadores, mas abandonou-os logo que chegou ao poder e, por sinal, à pasta ministerial do Mar que lhe caiu no regaço sem aviso prévio.

Portas é o vazio ideológico mais barulhento e inconsequente da política portuguesa. Ora, a direita não confia por natureza em pessoas tão brilhantemente erráticas. PS, PSD e CDS estão a participar num concurso nacional de centrismo militante.

Hoje é assim mais fácil mostrar as diferenças entre a direita e as esquerdas todas, as ideológicas, as cúmplices, as invejosas e as de centro.

À direita, é, portanto, o vazio institucional.

Em 2009, esse vazio pode acabar. E acabará com a eleição de deputados da Nova Democracia. Talvez até o vazio acabe antes de 2009. Talvez acabe já em Maio de 2007, com a eleição dos primeiros deputados da Nova Democracia na Madeira. O que, a verificar-se, como acredito que pode suceder, será o início de uma nova era política no país. É que não é só a situação que está podre e caduca. A oposição também. Uma democracia de qualidade exige uma oposição tão séria quanto necessita de um Governo na mesma medida.
(publicado na edição de hoje do Diário de Aveiro)


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Quarta-feira, 11.04.07
Cavaco Silva sempre detestou referendos. E não teve coragem para não convocar o do aborto. Mas já não se importou de anunciar em Riga que é contra um referendo europeu. É coerente. Sempre foi. O que é triste é que nalgumas matérias tenha coragem, até antes do tempo, e noutras coma e cale, de acordo com os interesses do PS e da sua reeleição. Aqui, não há coerência. E é lamentável que exerça por antecipação uma pressão destas sobre o Parlamento, sabendo de antemão que PS e PSD prometeram o referendo europeu. Confesso que não me dá prazer nenhum usar a técnica do "eu não disse?". Preferia sem dúvida ter-me enganado sobre Cavaco Silva. Mas não me enganei. Não restam dúvidas que uma oposição de direita a sério em Portugal tem de o ser ao Governo e ao Presidente.


publicado por Jorge Ferreira às 16:59 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Domingo, 11.03.07
Reportagem integral para quem está cheio de pena de lá não ter estado.


publicado por Jorge Ferreira às 22:43 | link do post | comentar

Sexta-feira, 09.03.07
A alegada Direita do sistema, o PSD e o CDS, ainda não perceberam que o vazio ideológico e político que hoje se vive à direita do PS tem duas razões essenciais.

A primeira é a desastrosa experiência governativa que esses dois partidos interpretaram em co-autoria solidária. Hoje, dificilmente nos lembramos de uma, uma só, reforma, medida ou mudança que os Governos do PSD e do CDS, porque foram dois, tenham legado ao país. Olhando para trás, resta um período de mero poder, de ostentação de ambições pessoais, umas melhor sucedidas que outras, de confusões e de suspeições, que minaram profundamente a credibilidade desses partidos e da direita geométrica. Visto à distância esse tempo revela-se um parêntesis político que o país sofreu disciplinada a amarguradamente, de exercício inconsequente e de vazio político.

A segunda razão prende-se com o facto de, na essência esses dois partidos serem iguaizinhos a este PS, tirando algumas matérias simbólicas e pontuais. Por isso protestam contra o alegado furto político com que o PS de Sócrates teria vandalizado o seu espaço, o seu projecto, o seu programa. Na essência todos defendem as mesmas regras, o mesmo sistema, as mesmas medidas. Varia a quantidade, a intensidade e sobram os estilos pessoais. Se o líder fala melhor ou pior, é mais eficaz ou menos na televisão, se é mais sério ou menos, se é mais maquiavélico ou menos, se é mais verdadeiro ou dissimulado. Uma pobreza, em suma.

Ora, estamos nas vésperas de conseguir esta pérola política: PSD e CDS liderados por dois dos principais autores da desgraça, do vazio e da decadência da direita geométrica. Marques Mendes e Paulo Portas foram autores privilegiados do problema, não podem por natureza fazer parte da solução. É uma espécie de assombração. Tudo a jeito de Sócrates.

É evidente que, sentados nas cadeiras do poder, ambos podem ter um nobre projecto: estar sentados nas cadeiras do poder. À espera que a roda da sorte eleitoral mude e os bafeje com o rotativismo em que se instalaram, em que se deliciam e em que empatam uma alternativa política que fingem querer, mas que é apenas uma vazio disfarçado de pose.

Com os dois à frente do PSD e do CDS, estará criada uma oportunidade de ouro para clarificar uma alternativa verdadeira à esquerda e à direita geométrica que se alimenta dessa esquerda. Essa alternativa tem de começar pelo debate ideológico sobre o que fazer e para onde ir com o poder que o eleitorado atribuir. É neste projecto que se inserem os Estados Gerais da Direita promovidos pela Nova Democracia e cuja 1ª sessão terá lugar no próximo Domingo.
(publicado na edição de hoje do Semanário)


publicado por Jorge Ferreira às 09:28 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Segunda-feira, 05.03.07



Realiza-se no próximo dia 11 de Março, uma data simbólica, a 1ª sessão dos Estados Gerais da Direita, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Começa às 10 horas e os oradores são os seguintes: Diogo Pacheco de Amorim, José Matos Correia, Tom Wise (eurodeputado inglês), Ricardo Pinheiro Alves, Pedro Santana Lopes, Francisco Sarsfield Cabral, Paulo Otero, Manuel Monteiro,Pedro Abrunhosa, Manuel Serrão e Judith Oliveira.


publicado por Jorge Ferreira às 10:20 | link do post | comentar | ver comentários (2)

JORGE FERREIRA

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