Quinta-feira, 03.09.09

O pessoal do CDS é danado para a brincadeira...



publicado por Jorge Ferreira às 23:19 | link do post | comentar

Segunda-feira, 06.07.09

Quem diria, há apenas dois ou três meses atrás, que Santana Lopes estaria a disputar a Camara de Lisboa com António Costa, taco-a-taco... Santana Lopes sempre foi melhor candidato do que a excercer as funções às quais se candidata. A dinâmica de vitória em Lisboa está com ele e António Costa será mais uma provável vítima da queda de Sócrates. Mário Lino foi o segundo a provar a desilusão de António Costa com o seu próprio ex-Governo. O primeiro foi Rui Pereira. Palpita-me que há mais na lista... a despropósito: o que sucedeu à tentada nova-velha candidatura de Carmona Rodrigues? Desapareceu na voragem Santana Lopes?... 



publicado por Jorge Ferreira às 11:24 | link do post | comentar

Sexta-feira, 06.02.09

No meio do turbilhão de notícias sobre o caso Freeport, passou despercebida uma notícia segundo a qual a Gebalis terá dado 2 milhões de euros em obras a amigos. Assim mesmo, sem mais nem menos. Sem regra. Sem critério. Sem transparência. Sem respeito. Sem vergonha. A corrupção campeia em Portugal. Toda a gente o diz, toda a gente o sente, toda a gente vê, mas, diz-se por aí, ninguém consegue provar. Mas quando chegamos ao ponto de as suspeitas atingirem os mais altos responsáveis do Estado, convém que alguém perceba a tempo que esta podridão não pode continuar impune.

 

Enquanto isto, Carmona Rodrigues decidiu suspender o mandato de vereador para ir participar num rallye algures. Espero que tenha avisado a esquadra mais próxima da sua ausência por período superior a cinco dias, uma vez que deve estar sujeito termo de identidade e residência no âmbito do processo em que é arguido e que se espera que não venha a estar quatro anos parado.

 

Em Lisboa, entretanto, não se passa nada a não ser eleições. As empresas municipais continuam incólumes.

 

(publicado na edição de hoje do Democracia Liberal)



publicado por Jorge Ferreira às 00:15 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 11.07.08

Carmona Rodrigues anunciou que não se vai candidatar à Presidência da Camara Municipal de Lisboa nas próximas eleições. Eis uma boa notícia para o ambiente político. Fica mais respirável.



publicado por Jorge Ferreira às 23:08 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Terça-feira, 06.05.08

Em trânsito da leccionação para Lisboa, ouvi na rádio Pedro Santana Lopes cantar os parabéns a você ao menino PSD, hoje aniversariante. A última vez que ouvi um candidato cantar em campanha foi Carmona Rodrigues, nas intercalares alfacinhas, no Verão passado, que assassinou na ocasião um involuntário fado num jantar de apoiantes. Bem sei que quem canta seus males espanta, mas as pessoas deviam ter cuidado com estas coisas. Não parece bom augúrio.



publicado por Jorge Ferreira às 22:57 | link do post | comentar

Sábado, 26.01.08
""Manuel Maria Carrilho não se deixou intimidar pela onda de violentas críticas a propósito do seu livro «Sob o Signo da Verdade», lançado a 11 de Maio. Consciente da manifesta incapacidade dos jornalistas discutirem os seus próprios problemas, o deputado do PS elevou o debate e avançou com duas ideias: a declaração de conflito de interesses dos jornalistas e o código de conduta das agências de comunicação. As propostas vão ser apresentadas num encontro com estudantes de Comunicação Social, na Escola Superior de Tecnologia de Abrantes, terça-feira, 6. É evidente que o deputado socialista está a jogar a sua sobrevivência política à custa da promoção de um debate sobre a imprensa. Mas confundir o discurso despeitado e o direito à crítica tem um risco: transformar Carrilho em herói da liberdade de imprensa. Quanto mais se varrer para debaixo do tapete os podres da informação, mais o politico Carrilho ganha protagonismo à custa de uma causa que nunca o interessou. As propostas de Manuel Maria Carrilho podem ser criticadas. Até podem não ser suficientes para alterar o Estatuto do Jornalista. Mas os profissionais da comunicação social não podem confundir a árvore com a floresta."
Aqui.


publicado por Jorge Ferreira às 11:52 | link do post | comentar

"As relações entre as agências de comunicação, a política e a comunicação social têm estado na berra. Na passada segunda-feira o Público fez um execelente trabalho sobre este mundo que o país viu começar a ser desvendado por Manuel Maria Carrilho. Respigo desse trabalho este excerto: "Para Salvador da Cunha, dono da Lift (grupo Bairro Alto), as técnicas usadas para assessorar na política são as mesmas que numa empresa: trabalhar a definição da mensagem e dos públicos. "É preciso estruturar as promessas, o discurso e as ideias do político", diz." Por aqui se vê o que as agências pensam do seu trabalho na política. Nomes alugam-se... eles tratam do resto."
Aqui.


publicado por Jorge Ferreira às 11:47 | link do post | comentar

A "guerra da agência" actualmente em curso no PSD, traz à memória a questão levantada por Manuel Maria Carrilho depois das eleições autárquicas de Lisboa. E que, na altura, muito boa gente, sobrepondo antipatias pessoais à relevância do problema, preferiu não discutir abertamente.


publicado por Jorge Ferreira às 11:40 | link do post | comentar

Sexta-feira, 06.07.07
António Costa, o candidato do rigor, admitiu hoje entregar responsabilidades, isto é, pelouros, a Carmona Rodrigues, caso não tenha maioria absoluta, como tudo indica que virá a suceder. Isto é o cúmulo. O rei da desgraça de Lisboa ainda acaba coroado por quem era suposto ser-lhe alternativa. Em Lisboa parece que só vão mudar as moscas. Ou não?...


publicado por Jorge Ferreira às 22:09 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 01.06.07
Sempre defendi a possibilidade de existirem candidaturas de independentes em todas as eleições, incluindo eleições legislativas. Os partidos políticos, expoente da comunidade politicamente organizada, precisam de desafios e de concorrência. Com a consolidação da democracia apossaram-se do Estado e cristalizaram defeitos que têm provocado uma distância dos cidadãos face à política e, sobretudo, têm desacreditado as instituições.

Os monopólios fazem mal ao mercado. Afunilam as escolhas. Cerceiam a liberdade dos consumidores. Acomodam os produtores e os prestadores aos vícios da solidão. Geram sobranceria. A prazo, degradam as estruturas. No mercado político e eleitoral, acontece o mesmo.

Em 1997 foi finalmente consagrada na Constituição a possibilidade de candidaturas independentes às autarquias locais. Com medo de perder benefícios e privilégios, PS e PSD recusaram então a possibilidade de alargar as candidaturas de independentes à Assembleia da República.

Cumpre reconhecer que a experiência das candidaturas de independentes às autarquias locais nos primeiros dez anos de vigência desta possibilidade, em teoria virtuosa e salutar, não tem sido inteiramente positiva. Na verdade, as candidaturas de independentes às Câmaras Municipais têm resultado mais de dissidências partidárias, que recolhem uma facção descontente do respectivo partido de origem e não de projectos de cidadãos sem partido.

O presente caso das eleições intercalares de Lisboa é um triste exemplo disso mesmo. Existem dois supostos candidatos independentes à Câmara Municipal de Lisboa, que de independentes só têm o nome. Helena Roseta sempre foi pessoa de partido. Foi destacada militante, dirigente e deputada do PSD e do PS. Está no seu direito de não gostar de José Sócrates, no que é acompanhada por muito boa gente, independentemente das razões de cada um. Legitimamente viu uma nesga de oportunidade de beliscar o partido que lhe permitiu a carreira política e partidária que teve até agora e mascarou-se de independente para concorrer à CML. Independente, Helena Roseta? Não brinquem…

Carmona Rodrigues, que nunca foi militante do PSD, foi, porém, ministro da República e Presidente da CML, pelo PSD. Exerceu esses cargos interrompendo mandatos a seu bel-prazer, desprezando os compromissos eleitorais assumidos. Parecia uma corrente de ar entre a Praça do Município e o Governo. Durante esse tempo, serviu-se e serviu-lhe a camisola partidária, com a qual praticou a mais partidária das gestões da CML dos últimos anos. Sempre obedeceu aos interesses e às ordens do Partido. Agora, legitimamente descobriu que os partidos são péssimos e declara-se candidato independente à CML. Não brinquem.

Dizem até as más línguas que PS e PSD deram uma oportuna mãozinha na recolha das assinaturas necessárias para as candidaturas que respectivamente lhes interessavam para se atacarem mutuamente. O PSD terá ajudado Roseta. O PS terá ajudado Carmona, de quem aliás, sempre foi aliado na gestão dos interesses camarários. Claro que não é proibido. Mas a transparência exigiria que o assumissem e a independência exigiria que o recusassem.

Estes são dois exemplos paradigmáticos da perversão das candidaturas independentes. Ao contrário do que se pensa são dois exemplos de mau serviço prestado à reforma da democracia. Helena Roseta e Carmona Rodrigues são dois falsos independentes.
(publicado na edição de hoje do Semanário)


publicado por Jorge Ferreira às 02:00 | link do post | comentar

Segunda-feira, 28.05.07
EXMO. SENHOR
PROF. CARMONA RODRIGUES
CANDIDATO À CML


Lisboa, 25 de Maio de 2007

Exmo. Senhor,

Foi com a maior surpresa que o vi declarar que se vai recandidatar à Câmara Municipal de Lisboa, e foi ainda maior a surpresa vê-lo candidatar-se contra os partidos. Como se até agora tivesse vivido na estratosfera.

A verdade é que V. Exa. é o maior símbolo da instrumentalização e da promiscuidade partidária da Câmara de Lisboa. Nomeou assessores partidários, tomou atitudes em obediência a interesses partidários, obedeceu a ditames em função de interesses partidários. V. Exa. é o mais fiel intérprete da partidarite e dos piores vícios da política portuguesa. A postura que agora decidiu adoptar demonstra uma hipocrisia política que deve ser denunciada.

Permito-me recordar-lhe a tentativa de compra do apoio da Nova Democracia nas eleições autárquicas de 2005, mediante a oferta de um lugar numa administração qualquer (a expressão pertence a V. Exa., numa entrevista à revista Sábado) depois de ter aceite a minha inclusão nas listas que então patrocinou, na qualidade de independente, a qualidade de que agora tanto se reclama, para a Assembleia Municipal. Já nessa altura V. Exa. era homem de partido, concretamente do PSD, que agora tanto abjura e como bom homem de partido obedeceu e voltou com a palavra atrás. Deve ter, então, percebido que na política nem todos andam à procura de tacho, nem todos se vendem por lugares e que ainda há quem lute apenas por projectos e convicções.

A gestão de V. Exa. na Câmara Municipal de Lisboa fica para a história como o maior desastre político de Lisboa. Votar na sua candidatura nas eleições intercalares seria votar na perpetuação dos maiores vícios que têm inquinado a gestão da Câmara Municipal de Lisboa: empresas municipais a rodos para distribuir tachos às clientelas com fartura, sempre à custa do erário público, nomeações de assessores sem conta para pagar ordenados a pessoal político inútil, sempre à custa do erário público, é votar num despesismo desenfreado que fez da dívida da CML uma dívida monstruosa, é votar numa cidade parada, atrasada, suja, sem alma nem futuro.

O melhor que V. Exa. teria a fazer era pedir desculpa por tudo aos lisboetas e recolher-se a um período sabático de reflexão. Mas não. V. Exa. parece apostado em continuar a sua obra. Insistir em prestar maus serviços públicos é um sadismo político que, espero, não tenha correspondência em votos.

A sua candidatura não passa de uma vingança pessoal contra o Partido que sempre serviu, na CML e no Governo, e que decidiu deixar de o apoiar. Lisboa, é uma questão secundária, nessa vingança pessoal.

Lisboa merece mais. Mas, sobretudo, muito melhor.

Ainda está a tempo de poupar Lisboa. Talvez esteja chegada a hora de dar mais ouvidos ao António Pedro do que ao Prof. Carmona Rodrigues.


publicado por Jorge Ferreira às 02:08 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 17.05.07
CDS está sem candidato à CML.


publicado por Jorge Ferreira às 13:27 | link do post | comentar | ver comentários (3)

Domingo, 06.05.07
"Nuno Gaioso Ribeiro, primeiro vereador do PS em Lisboa, diz que Carmona Rodrigues é autista e afirma que a concelhia do PS de Lisboa foi cúmplice em vários processos que estão a ser alvo de investigações judiciais. Defende uma renovação total do PS da capital e entende que João Soares seria um bom candidato para provocar essa ruptura no aparelho." De ler e chorar por mais. A entrevista de Nuno Gaioso Ribeiro ao Correio da Manhã de hoje.


publicado por Jorge Ferreira às 15:24 | link do post | comentar

Sexta-feira, 04.05.07
O Luís Novaes Tito tenta minimizar os danos da comparação entre a atitude do PS face a Carmona Rodrigues e face a Isaltino de Oeiras. E aduz o argumento de que o segundo já foi eleito arguido, enquanto o primeiro só agora se soube que o é. Sinceramente não entendo o que têm a ver os votos com os princípios. Ou melhor, entendo, têm tudo. Mas talvez não sejam só os votos, como julga o Luís, que explicam a amizade do PS de Oeiras com Isaltino. Essa amizade vem de há muitos anos e terá certamente explicações mais profundas.


publicado por Jorge Ferreira às 15:29 | link do post | comentar | ver comentários (5)

Esta entrevista à Sábado dada por Carmona Rodrigues em 19 de Agosto de 2005 ficou na história da pouca vergonha política em Portugal. Nela o credível candidato do PSD assumia ter oferecido um lugar num sítio municipal qualquer à Nova Democracia para garantir o apoio à sua candidatura. Deve ter ficado surpreendido por a oferta não ter sido aceite.


publicado por Jorge Ferreira às 14:56 | link do post | comentar

Na política como na vida a realidade retrata-se em simbolismos. Eles reflectem a substância dos factos que está por detrás da forma. A forma não é neutra. E, por vezes em pequenos pormenores, é que se percebe em que espécie de país em que vivemos.

Neste domínio esta semana foi fértil.

Pina Moura, que durante dois anos acumulou a representação de interesses económicos estrangeiros em Portugal com a representação da Nação na Assembleia da República, pretendeu fazer uma intervenção parlamentar de despedida antes de se ir embora para presidir à Media Capital.

Seria finalmente o dia em que se perceberia que Pina Moura tinha sido deputado. Mas, azar dos Távoras, o próprio Pina Moura já não se lembrava que tinha renunciado ao mandato com efeito no dia em que pretendeu falar e já não pode despedir-se do local onde parece nunca ter verdadeiramente entrado.

Assim se vê o que é o Parlamento para muitos dos que lá passam. Um corredor para algures de que só se lembram quando saiem. Ivoluntariamente e por negligência do próprio, é certo, o silêncio é nesta história, o símbolo dos vícios do sistema político que este ex-deputado representa no seu máximo esplendor. Há pequenos deslizes que revelam toda uma cosmovisão.

Já em Lisboa, assistiu-se a outro formalismo que não deixa margem para dúvidas. O líder de um partido anunciou a queda de um Presidente de Câmara, ainda por cima eleito nas listas do mesmo partido como independente. Este comportamento revela que o político assim apeado na televisão em directo não existe verdadeiramente. Mas também mostra como o que conta é o chefe do partido e não a dignidade mínima do eleito.

É o expoente máximo da partidocracia. Está bem que Carmona Rodrigues é uma nulidade política, como os últimos meses vieram provar. Está bem que é incrível como o ainda Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, uma função muito mais relevante politicamente que pelo menos metade dos ministérios do Governo, tem andado calado e a fugir literalmente pelas ruas onde é localizado pela comunicação social, para não ter de dar explicações sobre o Titanic em que a sua equipa se transformou sob seu comando.

Mas Marques Mendes devia ter sido o último a falar. A responsabilização pelo exercício do poder, saudável regra que nas democracias dos nossos dias todos proclamam e reivindicam foi assim remetida, em Lisboa, para debaixo dos móveis carunchosos de um sistema político cheio de vícios que os principais partidos e os seus líderes insistem em exibir despudoradamente.
(publicado na edição de hoje do Semanário)


publicado por Jorge Ferreira às 02:13 | link do post | comentar

Quinta-feira, 03.05.07

(Bandeira e Brasão)

O país acaba de assistir nestes dois dias a uma das mais degradantes telenovelas venezuelanas de que há memória na política. Não tenho comentado a situação de Lisboa até agora porque sempre me pareceu que o jogo não estava terminado. Mesmo após a comunicação de Marques Mendes de ontem, não sei porquê, mas cheirou-me a precipitação todas as análises que se seguiram. Está explicado porque foi Marques Mendes o primeiro a falar. O que me apetece dizer é que Lisboa não merece nem Marques Mendes, nem Carmona Rodrigues, o qual não percebeu sequer a realidade em que está afundado. Politicamente falando, entenda-se. Lisboa não merece isto. Mais do que saber quem mente, se Marques Mendes quando disse ontem que Carmona Rodrigues tinha coincidido na sua análise, se Carmona hoje quando disse que reservou a Marques Mendes a sua liberdade de decidir hoje, interessa mudar. De políticos e de comportamentos. A pouca vergonha tem limites e no caso de Carmona Rodrigues não é de agora que eles foram excedidos. Veremos quanto a Marques Mendes se os limites também foram ultrapassados. Quanto a Lisboa, bom senso precisa-se. Quem tem?
(publicado em O Carmo e a Trindade)


publicado por Jorge Ferreira às 20:43 | link do post | comentar

Quarta-feira, 02.05.07
A quem souber o que é feito da Universidade Independente.
A quem souber o que decidiu o Governo sobre a Universidade Independente.
A quem souber onde pára o Presidente da Camara Municipal de Lisboa.
A quem descobrir o próximo clube de José Mourinho.
A quem explicar por que é que os jogadores do Benfica andaram tanto tempo a jogar lesionados.


publicado por Jorge Ferreira às 12:06 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Domingo, 29.04.07
"A Câmara de Lisboa é o espelho dos partidos. Quando eles se aproximam com a sua cara de Branca de Neve, o que se vê é a bruxa."
Vasco Pulido Valente, no Público.


publicado por Jorge Ferreira às 14:34 | link do post | comentar

Sábado, 28.04.07
Com quase uma semana de antecedencia soube-se que Carmona Rodrigues havia de ir prestar declarações e que havia de ser constituído arguido no caso Bragaparques. A violação do segredo de justiça pelo sistema judiciário está a refinar. Está a ficar mais SIMPLEX. Com cada vez mais antecedência sabe-se do que vai suceder. Até dá para fazer uma agendinha de eventos, como agora se diz, judiciários. O que é estranho é que a notícia tenha saltado ne véspera do debate mensal do Primeiro-Ministro no Parlamento. Mesmo a jeito de desviar as atenções.


publicado por Jorge Ferreira às 15:03 | link do post | comentar

Quinta-feira, 22.02.07
O PSD quer que Sócrates ponha ordem na casa. A propósito das urgências e de Correia de Campos. Eu só pergunto: o que deverão os lisboetas pedir ao PSD em relação a Carmona Rodrigues e à Camara de Lisboa? Diz o roto ao nu...


publicado por Jorge Ferreira às 19:07 | link do post | comentar

Domingo, 18.02.07
Eu nunca tive grandes simpatias pelo Carnaval português. Acho-o assim uma coisa deslocada e pimba. Mas respeito genuinamente todos aqueles que se conseguem divertir e, sobretudo, os que produzem os corsos. Convenhamos que nestas paragens não é fácil fazer um corso decente. Porque a realidade concorre directa e insuperavelmente com a imaginação carnavalesca.
Foto.


publicado por Jorge Ferreira às 18:51 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 15.02.07
"Temos muito para fazer e queremos fazer ainda muito mais". Quem disse? Carmona Rodrigues, esse paradigma da tecnocracia de sistema. Na boca dele esta frase soa a ameaça. Que mais nos irá acontecer?


publicado por Jorge Ferreira às 13:48 | link do post | comentar

JORGE FERREIRA

tomarpartido@sapo.pt

visitantes em linha

English version by Google
Novembro 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

2
3
4
5
6
7

8
9

20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30



DESTAQUES




TAMBÉM ESTOU AQUI

Jorge Ferreira

Cria o Teu Crachá

Aveiro
Comunicar a direito
Democracia liberal
Diário de aveiro
Jorge ferreira
O carmo e a trindade
O templário
Terras de mármore
Tv net

O PARTIDO DOS AMIGOS

A cagarra
Alinhavos
Cão com pulgas
Eclético
Faccioso
Ilha da madeira
Fumaças
Mais actual
Meu rumo
Paris
Sobre o tempo que passa
Tubarão


OUTROS PARTIDOS

A arte da fuga
A barbearia do senhor luís
A casa de sarto
A casa dos comuns
A caveira vesga
A caverna obscura
A civilização do espectáculo
A destreza das dúvidas
A educação do meu umbigo
A gota de ran tan plan
A grande alface
A janela do ocaso
A natureza do mal
A origem das espécies
A outra varinha mágica
A regra do jogo
A revolta das palavras
a ritinha
A terceira noite
A textura do texto
A voz do povo
A voz nacional
A voz portalegrense
As escolhas do beijokense
As penas do flamingo
Abrigo de pastora
Abrupto
Às duas por três
Activismo de sofá
Admirável mundo novo
Adufe
Água leve
Água lisa
Alcabrozes
Alianças
Aliança nacional
Almocreve das petas
Apdeites v2
Arcadia
Arde lua
Arpão
Arrastão
Aspirina b
Atuleirus
Avatares de um desejo

Bar do moe, nº 133
Blasfémias
Bem haja
Berra-boi
Bic laranja
Bicho carpinteiro
Binoculista
Bissapa
Blogo social português
Blogotinha
Blogs e política
Blogue de direita
Blogue da sedes
Blogue real associação de lisboa
Blue lounge
Boca de incêndio
Boina frígia
Braga blog
Branco no branco
Busturenga

Cabalas
Café Bar James Dean
Café da insónia
Caixa de petri
Caixa de pregos
Câmara corporativa
Campos da várzea
Canhoto
Carreira da í­ndia
Causa liberal
Causa nossa
Cegos mudos e surdos
Centenário da república
Centurião
Certas divergencias
Chá preto
Charquinho
Cibertúlia
Cinco dias
Classe polí­tica
Clube das repúblicas mortas
Clube dos pensadores
Cobrador da persia
Combustões
Confidências
Congeminações
Contingências
Controversa maresia
Corta-fitas
Crónicas d'escárnio e mal dizer

Da condição humana
Da literatura
Da rússia
Dar à tramela
Dass
De vexa atentamente
Der terrorist
Delito de opinião
Desconcertante
Desesperada esperança
Despertar da mente
Direito de opinião
Do portugal profundo
Dois dedos de prosa e poesia
Dolo eventual
Duas cidades
Duas ou três coisas
2 rosas

É curioso
É tudo gente morta
e-konoklasta
Em 2711
Elba everywhere
Em directo
Encapuzado extrovertido
Entre as brumas da memória
Enzima
Ephemera
Esmaltes e jóias
Esquissos
Estado sentido
Estrago da nação
Estudos sobre o comunismo
Espumadamente
Eternas saudades do futuro

Falta de tempo
Filtragens
Fliscorno
Fôguetabraze
Foram-se os anéis
Fúria dos dias

Gajo dos abraços
Galo verde
Gazeta da restavração
Geometria do abismo
Geração de 80
Geração de 60
Geração rasca
Gonio
Governo sombra

Há normal?!
Herdeiro de aécio?!
Hic et nunc
Hoje há conquilhas, amanhã não sabemos
Homem ao mar

In concreto
Ideal social
Ideias soltas
Ilusão
Império lusitano
Impressões de um boticário de província
Insinuações
Inspector x
Intimista

Jacarandá
Janelar
Jantar das quartas
João Távora
Jornal dos media
José antónio barreiros
José maria martins
Jose vacondeus
Judaic kehillah of portugal - or ahayim
Jugular
Julgamento público

Kontrastes

La force des choses
Ladrões de bicicletas
Largo da memória
Largo das alterações
Latitude 40
Liblog
Lisbon photos
Lobi do chá
Loja de ideias
Lusitana antiga liberdade
Lusofin

Ma-schamba
Macroscópio
Maioria simples
Maquiavel & j.b.
Margem esquerda
Margens de erro
Mar salgado
Mas certamente que sim!
Mau tempo no canil
Memória virtual
Memórias para o futuro
Metafísica do esquecimento
Miguel teixeira
Miniscente
Minoria ruidosa
Minudencias
Miss pearls
Moengas
Movimento douro litoral
Mundo disparatado
Mundus cultus
My guide to your galaxy

Não há pachorra
Não não e não
Nem tanto ao mar
Neorema
Nocturno
Nortadas
Notas formais
Notícias da aldeia
Nova floresta
Nova frente
Num lugar à direita
Nunca mais

O afilhado
O amor nos tempos da blogosfera
O andarilho
O anónimo
O bico de gás
O bom gigante
O cachimbo de magritte
O condomínio privado
O contradito
O diplomata
O duro das lamentações
O espelho mágico
O estado do tempo
O eu politico
O insubmisso
O insurgente
O islamismo na europa
O jansenista
O jumento
O observador
O país do burro
O país relativo
O pasquim da reacção
O pequeno mundo
O pravda ilhéu
O principe
O privilégio dos caminhos
O profano
O reaccionário
O saudosista
O severo
O sexo dos anjos
O sinaleiro da areaosa
O tempo das cerejas
O universo é uma casca de noz
Os convencidos da vida
Os veencidos da vida
Obrigado sá pinto
Oceano das palavras
Office lounging
Outra Margem
Outubro

Palavra aberta
Palavrussaurus rex
Pangeia
Papa myzena
Patriotas.info
Pau para toda a obra
Pedra aguda
Pedro_nunes_no_mundo
Pedro rolo duarte
Pedro santana lopes
Pena e espada
Perguntar não ofende
Planetas politik
Planí­cie heróica
Playbekx
Pleitos, apostilas e comentários
Politeia
Política pura e dura
Polí­tica xix
Polí­tica de choque
Politicazinha
Politikae
Polvorosa
Porcausasemodivelas
Porto das pipas
Portugal dos pequeninos
Por tu graal
Povo de bahá
Praça da república em beja
Publicista

Quarta república

Registo civil
Relações internacionais
Retalhos de edith
Retórica
Retorno
Reverentia
Revisões
Ricardo.pt
Risco contínuo
Road book
Rua da judiaria

Salvaterra é fixe
Sem filtro
Sempre a produzir
Sentidos da vida
Serra mãe
Sete vidas como os gatos
Small brother
Sociedade aberta
Sociologando
Sorumbático
Sou contra a corrente
Super flumina

Táxi
Tempo político
Tenho dito
Teorias da cidade
Tese & antítese
Tesourinhos deprimentes
There is a light never goes out
Tirem-me daqui
Tralapraki
Transcendente
Tribuna
31 da armada
Tristeza sob investigação
Triunfo da razão
Trova do vento que passa

Último reduto
Um por todos todos por um

Vale a pena lutar
Vasco campilho
Velocidade de cruzeiro
Viagens no meu sofá
Vida das coisas
Vento sueste
Voz do deserto

Welcome to elsinore

Xatoo

Zarp blog

PARTIDOS DOS ALUNOS

Ao sul
As cobaias
Fados e companhia
O cheiro de santarém pela manhã
Platonismo político
Projecto comunicar

PARTIDOS DE ABRANTES

Abranteimas
Rua da sardinha
Torre de menagem

PARTIDOS DO ALGARVE

Mons cicus
Olhão livre
Tavira tem futuro
The best of lagos

PARTIDOS DE AVEIRO

A ilusão da visão
Academia de aveiro
Actas diárias
Amor e ócio
Arestália
Aveiro sempre
Bancada directa
Bancada norte
Blog de sergio loureiro
Botanabateira
Código da vivencia
Cogir
Debaixo dos arcos
Desporto aveiro
Divas e contrabaixos
Estados gerais
Forum azeméis
Já agora
Margem esquerda
Neo-liberalismo
Nós e os outros
Notas de aveiro
Notícias da aldeia
Noticias de ovar
Painéis de aveiro
Pontos soltos
Portal do beira-mar
4linhas
Quotidiano da miséria
7 meses
The sarcastic way
Visto de fora
Vouga

PARTIDOS DE OEIRAS

À rédea solta
Escrever sobre porto salvo
Eu sou o poli­ticopata
Oeiras local
Rememorar oeiras

PARTIDOS DE TOMAR

Alcatruzes da roda
Algures aqui
À descoberta de tomar
Charneca da peralva
Nabantia
Olalhas
Os cavaleiros guardiões de sta. maria do olival
Sondagem tomar
Tomar
Thomar vrbe
Tomar, a cidade
Tomar a dianteira
Vamos por aqui

PARTIDOS DE VILA VIÇOSA

A interpretação do tempo
Infocalipo
O restaurador da independencia
Tasca real

PARTIDOS POÉTICOS

Arrimar
Corte na aldeia
Forja de palavras
Linha de cabotagem (III)
Nimbypolis
O melhor amigo
Ofí­cio diário
Orgasmos dos sentidos

PARTIDOS DAS ÁGUIAS

A águia
A ilíada benfiquista
A mística benfiquista
Amo-te, benfica
Anti-anti-benfica
Benfiquistas desde pequeninos
Calcio rosso
Chama imensa
Diário de um adepto benfiquista
E isso me envaidece
E pluribus unum
Encarnados
Encarnado oriental
Encarnado e branco
Eterno benfica
Football dependent
Gloriosa fúria vermelha
Glorioso jornal
Gordo vai à baliza
Javardos benfiquistas
loucos pelo slb
Mágico slb
Mar vermelho
Memória gloriosa
Não se mencione o excremento
Novo benfica
O antitripa
O inferno da luz
O grémio benfiquista
Os nossos queridos jornalistas desportivos
País de corruptos
Quero a verdade
Ser benfiquista
Slbenfica - forever champions
Slblog
Tertúlia benfiquista
Um zero (1-0) basta
Vermelhovzky
Vedeta da bola
Vedeta ou marreta?
Velho estilo ultras
Vermelho à moda do porto

PARTIDOS DA BOLA

Cromo dos cromos

PARTIDOS DO DIREITO

Ab surdus
Assembleia de comarca
Blog de informação
Blog do dip
Cartilha jurídica
Cum grano salis
Direito na sociedade da informação
Dizpositivo
Elsa
Incursões
Iuris
Leituras oficiosas
Legalidade
Lex turistica nova
Mens agit molem
Notas constitucionais
O meu monte
Patologia social
Piti blawg
Ré em causa própria
Reforma da justiça
Rumo do direito
Santerna
Suo tempore
Trepalium
Urbaniuris
Vexata quaestio

PARTIDOS DA VIDA

Açores pelo não
Alentejo pelo não
(Des)conversas em família
Direito a viver
Évora pelo não
Fiat lux
Impensável
Jornal da família
Nebulado
Pela vida
Pelo não
Quero viver
Razões do não
Sinto a vida
Sou a favor da vida

PARTIDOS DA ARGENTINA

El opinador compulsivo

PARTIDOS DO BRASIL

Ação humana
Cronicas do joel
Depósito do maia

PARTIDOS DE ITÁLIA

Importanza dele parole

PARTIDOS DOS LIVROS

Blog do espaço de memória e do pátio das letras
D'outro tempo
Lerblog
Mundo pessoa

PARTIDOS DAS REVISTAS

Alameda digital
Leonardo, revista de filosofia portuguesa

PARTIDOS DA TAUROMAQUIA

Lides alentejanas
Toiradas

PARTIDOS DOS BLOGUES

aniversários de blogues
Blog do dia dn
Blogpatrol
Blogpulse
Blogsearch
Blogservatório
Blogs em lí­ngua portuguesa
Moblig
Orochi's blog
Sapo blogs
Technorati
Weblog

PARTIDOS DA POLÍTICA

Bloco de esquerda
Centro democrático social
Os verdes
Partido comunista português
Nova democracia
Partido social-democrata
Partido socialista


PARTIDOS DOS JOGOS OLÍMPICOS

Atenas 2004
Pequim 2008
Comité olí­mpico internacional
Comité olí­mpico de portugal

PARTIDOS DOS JORNALISTAS

a capital
Jornal do diabo
O comércio do porto



TAMBÉM JÁ ESTIVE AQUI
Blogue do não
Câmara de comuns
Eleições 2009
Nova vaga
Novo Rumo
O carmo e a trindade
O eleito
Olissipo
Ota não
Portal lisboa
RCP ONLINE
Semanário
Sportugal
Tomarpartido
ARQUIVOS

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

subscrever feeds
tags

efemérides(867)

borda d'água(850)

blogues(777)

josé sócrates(537)

ps(339)

psd(221)

cavaco silva(199)

pessoal(182)

justiça(180)

educação(150)

comunicação social(139)

política(137)

cds(126)

crise(121)

desporto(120)

cml(116)

futebol(111)

homónimos(110)

benfica(109)

governo(106)

união europeia(105)

corrupção(96)

freeport de alcochete(96)

pcp(93)

legislativas 2009(77)

direito(71)

nova democracia(70)

economia(68)

estado(66)

portugal(66)

livros(62)

aborto(60)

aveiro(60)

ota(59)

impostos(58)

bancos(55)

luís filipe menezes(55)

referendo europeu(54)

bloco de esquerda(51)

madeira(51)

manuela ferreira leite(51)

assembleia da república(50)

tomar(49)

ministério público(48)

europeias 2009(47)

autárquicas 2009(45)

pessoas(45)

tabaco(44)

paulo portas(43)

sindicatos(41)

despesa pública(40)

criminalidade(38)

eua(38)

santana lopes(38)

debate mensal(37)

lisboa(35)

tvnet(35)

farc(33)

mário lino(33)

teixeira dos santos(33)

financiamento partidário(32)

manuel monteiro(32)

marques mendes(30)

polícias(30)

bloco central(29)

partidos políticos(29)

alberto joão jardim(28)

autarquias(28)

orçamento do estado(28)

vital moreira(28)

sociedade(27)

terrorismo(27)

antónio costa(26)

universidade independente(26)

durão barroso(25)

homossexuais(25)

inquéritos parlamentares(25)

irlanda(25)

esquerda(24)

f. c. porto(24)

manuel alegre(24)

carmona rodrigues(23)

desemprego(23)

direita(23)

elites de portugal(23)

natal(23)

referendo(23)

apito dourado(22)

recordar é viver(22)

banco de portugal(21)

combustíveis(21)

música(21)

pinto monteiro(21)

bcp(20)

constituição(20)

liberdade(20)

saúde(19)

augusto santos silva(18)

cia(18)

luís amado(18)

todas as tags