Terça-feira, 08.09.09

Antes da primeira deslocação à região autónoma Alberto João Jardim ninguém deve dar crédito a qualquer líder do PSD que seja. A Madeira é o verdadómetro do PSD.



publicado por Jorge Ferreira às 10:22 | link do post | comentar

Quinta-feira, 16.07.09

Eu não defendo que a Constituição exiba uma lista nominativa de todos os totalitarismos que fazem mal à saúde individual e colectiva que o legislador decida proibir, pois que nenhum decreto tem força para os impedir de florescer. Eu defendo é a eliminação da norma constitucional que proíbe partidos que professem a ideologia fascista. Além disso, se os outros totalitarismos são permitidos, não faz sentido proibir apenas um deles.



publicado por Jorge Ferreira às 17:14 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Terça-feira, 11.11.08

Uma verdadeira anedota é este modo de desgovernar e insultar os contribuintes que pagam esta fantochada.



publicado por Jorge Ferreira às 22:44 | link do post | comentar

Domingo, 13.07.08

Alberto João Jardim diz que é a verdadeira oposição ao Governo de Sócrates. Ele é capaz de ter razão. E o problema é precisamente ser ele a verdadeira oposição ao Governo. É que só beneficia o Governo ter uma oposição deste jaez.



publicado por Jorge Ferreira às 21:14 | link do post | comentar

Quarta-feira, 02.07.08

Alberto João Jardim anunciou que vai fazer um referendo na Madeira sobre uma proposta de revisão constitucional a apresentar à Assembleia da República. É uma boa ideia, que certamente deixará enervado o Presidente da República e talvez o seu próprio partido. Um dos mais qualificados polícias da Constituição, Vital Moreira já veio dizer que não pode ser, já que "os referendos regionais só podem versar sobre matérias de competência decisória regional (legislativa ou política), não estando obviamente a revisão constitucional entre essas competências." Não percebo o argumento, já que é competência da Assembleia Legislativa Regional aprovar propostas de alteração à Constituição e é sobre a proposta que foi anunciado o referendo.
 

 

(publicado no Camara de Comuns)



publicado por Jorge Ferreira às 11:58 | link do post | comentar

Quarta-feira, 14.05.08

Alberto João Jardim, confirmou hoje que não se candidata à liderança do partido e que o seu candidato à presidência social-democrata é Pedro Santana Lopes. Isto é: Alberto João Jardim é um fenómeno puramente local, sem expressão nacional, que nem no seu partido tem as tais tropas. É um General só, acantonado numa ilha cujo destino é esse mesmo, ficar acantonado numa ilha. Resta-me saber se vai ou não ao Congresso, senão aquilo vai ser uma sensaboria.



publicado por Jorge Ferreira às 16:23 | link do post | comentar

Parece que Alberto João Jardim vai dizer hoje que não se candidata a líder do PSD e, pior, vai dizer que não vai ao Congresso do PSD. Se quanto à primeira questão nada tenho a opôr, já quanto à segunda, na qualidade de espectador de televisão, tenho tudo a opôr. É que se Alberto João Jardim não fôr ao Congresso aquilo arrisca-se a não ter graça nenhuma.



publicado por Jorge Ferreira às 13:16 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Quarta-feira, 23.04.08

Atendendo ao ponto a que chegámos não duvido que Alberto João Jardim tenha perfil e capacidade para liderar o PSD, como diz o inimitável Guilherme Silva. A continuarmos assim, o Inimigo Público corre sérios riscos de fechar e os Gatos Fedorentos poderão ver adiado sine die o seu regresso à televisão. É que por muita imaginação que tenham nunca farão rir tanto como a realidade.



publicado por Jorge Ferreira às 17:38 | link do post | comentar | ver comentários (3)

Domingo, 20.04.08

"A Madeira precisava de mão firme em Alberto João Jardim e nos seus abusos. Precisava de um PR que o colocasse na ordem. Se nem o Presidente da Republica interrompe o circo que Jardim promove há 30 anos, gozando descaradamente com a cara do Continente que o subsidia, esqueçam lá isso..."

Pedro Rolo Duarte




publicado por Jorge Ferreira às 13:55 | link do post | comentar

Sexta-feira, 18.04.08

Baptista Bastos referia-se esta semana na sua coluna do Diário de Notícias ao “triunfo dos porcos” para ilustrar a esmagadora vitória de Sílvio Berlusconi em Itália, que fez implodir a Sinistra de forma absolutamente histórica. O país da instabilidade, o país com mais Governos por metro quadrado, se calhar cansado de circo político contínuo, fez um intervalo na tradição e deu a terceira oportunidade a Berlusconi.

 

O homem pode ser pouco recomendável. De quando em vez diz umas alarvidades, anda com maquilhagem e fatos de substituição no carro, estica a pele como Sócrates vai ao Parlamento, e, pior de tudo, tem relações promíscuas com a comunicação social e com os tribunais, que quer vergar á força de lei, prevalecendo-se do seu poder político para se imunizar judicialmente (como, aliás, Chirac fez). Pois pode ser pouco recomendável, mas ganhou as eleições. Apesar de toda esta porcaria, Berlusconi não é da família de alguns porcos que há pelo mundo fora que nem a votos se permitem sujeitar e, diga-se, fazem coisas bem piores do que negócios e tráfico de influências. Cuba? Coreia? Irão? Como chamará Baptista Bastos a esses? Porcos de primeira ou porcos de segunda?

 

Por cá temos um fenómeno parecido: Alberto João Jardim. Com algumas especificidades, a Madeira é uma mini-Itália de Sílvio. O Governo tem jornais, os negócios são suspeitos, o clima é de medo de alguém se opôr ao chefe do partido, o qual, aliás, é mais um partido regional do que o PSD que todos conhecemos. Também há trapalhadas com o Ministério Público local.

 

Argumenta-se frequentemente que o homem ganha eleições como eu mudo de camisa e é verdade. Mas os outros deputados, que os deputados de Jardim insultam sem limite nem temor na Assembleia Regional também foram eleitos, argumento este muito menos utilizado não percebo bem porquê.

 

Claro que há pior que Alberto João Jardim: Mugabe, Ahmadinejad, Kim Jong II, um ror de dirigentes chineses, os Castro, é tudo bem pior. Só que não se pode comparar a qualidade e a seriedade de uma democracia pelo padrão de ditaduras sanguinárias.

 

Nestes termos, já não há pachorra para os dislates de Jardim. Com uma agravante: não há, na República, quem ponha o senhor na ordem. Resta a esperança que desta vez ele tenha sido sincero quando disse que este é mesmo o último mandato. É que a avaliar pelas ocorrências do último Congresso Regional secreto, em que Alberto João pôs os congressistas a apaludir carnavalescamente o seu sucessor sem se saber quem vai ser, não é certo que seja para valer.

(publicado na edição de hoje do Semanário)

(Silvio Berlusconi)



publicado por Jorge Ferreira às 11:07 | link do post | comentar

Quinta-feira, 17.04.08

Cavaco Silva, ainda às voltas na Madeira, prometeu hoje voltar à Madeira no próximo mandato de Jardim. Este, surpreendido, lembrou que já afirmou que este é o seu último mandato. É como quem diz: tu prometes uma coisa e fazes outra, já assim foi e assim será. Ora aqui está uma subtileza deliciosa. Cavaco silva chamou mentiroso a Jardim. Embora inconsequente, a subtileza presidencial deve ter irritado bastante o político local.



publicado por Jorge Ferreira às 15:39 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quarta-feira, 16.04.08

Cavaco Silva recebeu hoje o PS e o PC madeirenses. Depois de Alberto João ter dito que não havia sessão solene no Parlamento regional porque não apresentava aquela gente, leia-se os deputados da oposição, a ninguém, prova-se, afinal, que Jardim não faz falta para o pessoal se conhecer todo.



publicado por Jorge Ferreira às 11:56 | link do post | comentar

Terça-feira, 15.04.08

Cavaco Silva, disse no Funchal, após uma audiência concedida a Alberto João Jardim, que tinha tido uma «audiência normal», mas esclareceu que «hoje foi um dia perfeito».  A audiência «correu bastante bem», acabou por dizer o Chefe de Estado à saída do Palácio de S. Lourenço. Esta é «a demonstração de que o Presidente da República traz bonança para a Região Autónoma da Madeira», enfatizou. Eu não duvido do Presidente. Nem duvido do dia perfeito, nem duvido que ele tenha levado a bonança à Madeira. Apenas duvido que um país com políticos tão perfeitos como Cavaco Silva e Alberto João seja um país perfeito.



publicado por Jorge Ferreira às 23:57 | link do post | comentar

Ninguém me tira da cabeça que Alberto João Jardim pretendeu ensombrar a visita do "Sr. Silva" à Madeira, com as afirmações boçais que proferiu. Está habituado a que toda a gente aceite os dislates que cultiva em dizer de quando em vez e aproveitou o seu grau de inimputabilidade discursiva para diminuir o brilho da visita presidencial. Seguro que está que a falta de reacção à altura de Cavaco Silva lhe permitirá reforçar o estatuto de intocável que a República sempre lhe cedeu e lhe proporcionará uma pequena vingança sobre o Cavaco Silva que contribuiu, como é reconhecido, para a queda do Governo PSD/CDS, o que Alberto João parece disposto a não perdoar. Quem se mete com Jardim, também leva. Quanto ao Presidente da República, com mais indirectas ou menos, regressará rápido ao Palácio, tentando fazer esquecer depressa a figura de subserviência que Alberto João o obrigou a ir fazer à Madeira. Já agora, uma correcção de argumento: não foi só Alberto João Jardim que foi eleito na Madeira, os deputados regionais também o foram. Respeitem-se todos, pois.



publicado por Jorge Ferreira às 12:51 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Terça-feira, 08.04.08
O melhor remédio para certas maleitas é o humor e a ironia. A Madeira não foge à regra. Estou com o Baltasar Aguiar: construa-se a estátua ao homem. Com a escada interior e tudo.


publicado por Jorge Ferreira às 14:26 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Domingo, 30.03.08
O PS Madeira está outra vez em pé de guerra. Jaime Gama, anos depois de ter chamado Bokassa a Alberto João Jardim, decidiu agora elogiar o homem e a obra. No contexto em que se tem desenrolado a política madeirense, o PS Madeira bem se pode considerar orfão. Esta alquimia política de fazer de um Bokassa um exemplo a elogiar corre o risco de deitar o PS Madeira no caldeirão do alquimista. E cheira a esturro.


publicado por Jorge Ferreira às 18:05 | link do post | comentar

Segunda-feira, 17.03.08
Trinta anos depois Alberto João Jardim continua a dar o seu bailinho da Madeira aos contribuintes portugueses.


publicado por Jorge Ferreira às 13:11 | link do post | comentar

Quarta-feira, 23.01.08
O cartaz da Nova Democracia sobre a mafia. Por enquanto, é no Funchal.


publicado por Jorge Ferreira às 09:51 | link do post | comentar

Segunda-feira, 21.01.08
«Temos de ser uma máfia no bom sentido e ajudar-nos sempre uns aos outros». A frase é de ... quem havia de ser? Alberto João Jardim. Ser um criminoso no bom sentido. Eis uma noção que me transcende: o bom sentido do crime. Esta ideia de haver um lado bom, solidário, honroso, na Mafia remonta aos primórdios da defesa pública dos mafiosos desde a década de 70 do século XIX na Sicília. Contra esta ideia benigna da Mafia têm combatido cidadãos, polícias, magistrados, tribunais e, alguns, poucos, políticos ao longo dos séculos. É bom saber quem, em Portugal, se põe do lado de quem. Seria de bradar aos céus, senão fosse brincar com o fogo.


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Sábado, 28.07.07
Aqui no Continente colonialista tudo o que Alberto João Jardim diga ou faça é lido e analisado à lupa do pior que Alberto João Jardim já disse e já fez. Mas no problema do aborto, quer parecer-me que o homem não está destituído de razão. O aborto livre até ás dez semanas deixou de ser crime em todo o território nacional. Na Madeira, enquanto não fôr independente, também. Questão diferente é saber se o Governo Regional é obrigado a pagá-los. Eu acho que não é. O que resultou do referendo foi a liberalização do aborto em estabelecimento de saúde autorizado. O aborto nos serviços públicos de saúde não foi referendado. Coisa bem diferente é obrigar o Governo Regional a pagar abortos nos serviços públicos regionais de saúde, matéria que entra já no domínio da autonomia até á luz das normas da Lei das Finanças Regionais que a esquerda aplaudiu (Artigo 12º: "A regionalização de serviços e a transferência de poderes prosseguem de acordo com aConstituição e a lei, devendo ser sempre acompanhadas dos correspondentes meios financeiros para fazer face aos respectivos encargos."). Parece que no Continente também vão existir largas porções do território onde os estabelecimentos públicos de saúde não vão fazer abortos. Então como é?


publicado por Jorge Ferreira às 16:50 | link do post | comentar

Terça-feira, 19.06.07
Hoje Alberto João Jardim toma posse. Convidou Sócrates, como faz todo o sentido. O Primeiro-Ministro vai enviar um secretário de Estado. Não faz sentido nenhum. Para Sócrates a Madeira não existe. É o melhor frete que pode fazer a Alberto João Jardim. Não vai lá, não faz campanha pelos seus, não exerce os poderes de representação institucional. Quem é Primeiro-Ministro da República não pode nem deve pôr à frente da representação institucional os seus ódios de estimação pessoal, que parece que são muitos. Nem a provocar Sócrates é bom: se o fosse, teria enviado o ministro das Finanças ou o ministro dos Negócios Estrangeiros.


publicado por Jorge Ferreira às 12:34 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sábado, 19.05.07
«Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim (Funchal, 4 de Fevereiro de 1943) é um jornalista e político português, actual presidente do Governo Regional da Madeira. É um dos políticos mais polémicos e com o QI mais baixo do actual regime em Portugal», é possível ler logo nas primeiras linhas. É o que está escrito na Wikipédia, a enciclopédia on-line que já tem gerado polémica noutras entradas, uma vez que o texto pode ser escrito por qualquer pessoa. Certamente que este não terá sido aprovado pelo crónico presidente do Governo Regional da Madeira. Sabendo de antemão que o QI não é proporcional às qualidades necessárias para ganhar eleições, sempre gostaria de saber como é que o autor da entrada mediu o QI.
PS-Entretanto parece que a referência ao QI desapareceu.


publicado por Jorge Ferreira às 19:36 | link do post | comentar

Domingo, 06.05.07

(Video de campanha)

Convém escrever antes de se saber os resultados, para não se cair na suspeição do "ah e tal depois é fácil falar". Hoje, com a reeelição provável de Alberto João Jardim, José Sócrates dá o segundo golpe na sua credibilidade. Por perder umas eleições que só se realizaram contra ele? Não. Mas simplesmente por, cobardolamente, não ter posto um dedo dos pés que fosse na Madeira a dar a cara na campanha do seu Partido. Mostrou medo. Mostrou que não tem fibra de verdadeiro líder. E quero também registar a campanha heróica que os candidatos da Nova Democracia fizeram. Mesmo insultados e fisicamente agredidos e ameaçados, perante a costumeira passividade das instituições, mesmo sem o dinheiro para a campanha que o sistema só dá aos partidos do sistema, mesmo sem cartazes, eles provaram que na Madeira não é só o Governo que deve mudar. A oposição também precisa mudar. Seja qual fôr o resultado que obtiverem, a campanha que fizeram ficará na história.


publicado por Jorge Ferreira às 15:26 | link do post | comentar

Quinta-feira, 03.05.07
O impagável Alberto João Jardim decidiu pagar uma dívida. Até aqui nada a opor, se bem que seja uma novidade, se atentarmos na monstruosidade cavaquista que é a dívida que o senhor fez lá na Região a contar que nós todos a pagássemos. As boas contas fazem os bons homens. E decidiu pagá-la à Senhora Maria, a ilustre madeirense que lhe cuidou dos filhos. Até aqui, continuamos bem: a gratidão é bonita e apanágio dos grandes.

Mas e até na grandeza há sempre um pequeno mas, Alberto João Jardim, que ultimamente anda enervado demais (para quem tem tanta certeza do seu destino) com a Nova Democracia, decidiu pagar essa dívida com o dinheiro do pessoal todo. Exactamente: ofereceu à Senhora Maria uma estradita lá para a terra.

Eu fico todo contente sempre que se faz uma estrada. Desde que o asfalto não rebente às primeiras chuvas. Mas sou sincero, acho um pouco RASCA distribuir presentes pessoais com o dinheiro dos colonialistas de Lisboa. A não ser que Alberto João, amigo do seu amigo, me dispense a Senhora Maria durante uns dias para tomar conta de umas crianças que conheço e também precisam. Assim é que era mesmo política SÉRIA. Se não for assim, é apenas política de pé de chinelo, mas de CHINELO ALHEIO, à custa do trabalho daqueles que o mãos largas madeirense gosta tanto de insultar malcriadamente.
(publicado na edição de hoje do Democracia Liberal)


publicado por Jorge Ferreira às 10:26 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quarta-feira, 02.05.07
O país que se agacha aos Gatos Fedorentos, o humor, digamos assim, consentido, já torce o nariz ao Manuel Bexiga. Eu gosto e quero apresentar-vos o homem que põe os nervos em franja a Alberto João Jardim, a pontos de..., a pontos de..., bem talvez um dia conte. Senhoras e Senhores, Manuel Bexiga.


publicado por Jorge Ferreira às 12:09 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sábado, 28.04.07
Na Madeira. E o jardim da intimidação. Na Madeira.


publicado por Jorge Ferreira às 15:20 | link do post | comentar

Quarta-feira, 21.02.07
A demissão de Alberto João Jardim é, apesar de tudo, um facto interessante. Mostra várias coisas. Primeira: na Madeira o PS não existe nem tem um líder alternativo para a chefia do Governo Regional. Segunda: com o continente farto de assistir ao escandaloso endividamento regional tipicamente socialista, que é a maior contradição entre o discurso e a prática de Alberto João Jardim, as próximas eleições regionais acabarão por fortalecer a posição de Sócrates no país, que o passará a ver como o político que não teve medo de enfrentar a chantagem orçamental recorrente de Jardim. Todos ficam felizes. Um porque refresca a legitimidade para poder continuar a falar e ganha mais uns anitos de mandato. O outro porque vê reforçada a sua imagem. O resto é estilo e feitios, ou seja, imagem e psicologia. A vida, essa, continua.


publicado por Jorge Ferreira às 10:18 | link do post | comentar

Segunda-feira, 19.02.07
Alberto João Jardim demite-se. Sem dinheiro não há como brilhar. Só não me parece bem esta ocorrência na segunda-feira de Carnaval. Será para levar a sério ou ainda é um prolongamento do corso de ontem? Vai haver eleições regionais. Não quererão as Excelências todas do sistema aproveitar para um referendozito sobre a independência da Região? Assim, acabava-se a querela financeira.


publicado por Jorge Ferreira às 19:06 | link do post | comentar

JORGE FERREIRA

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