Quinta-feira, 31 de Maio de 2007
Para acabar com a corrupção o Supremo Tribunal da Tailândia dissolveu alguns partidos políticos. Foi na Tailândia. Foi na Tailândia.
(Via Combustões)


publicado por Jorge Ferreira às 17:37 | link do post | comentar

Francisco Louçã apoia sem reservas as propostas do Governo sobre as tais TIC's.


publicado por Jorge Ferreira às 17:36 | link do post | comentar

No debate mensal, Paulo Portas, apertado por Sócrates, quer fazer de conta que não era do mesmo Governo que apresentou o projecto da Ota em Bruxelas. O passado pesa. Aliás, entre 2002 e 2005 a verdadinha é que esta espécie de mini-Marques Mendes (fiz uma coisa, digo outra), não esteve cá.


publicado por Jorge Ferreira às 17:31 | link do post | comentar | ver comentários (1)

O debate vai desinteressante. Oportunidade, portanto, para variar de assunto. O Montenegro foi admitido na FIFA. É o 208º país a entrar. Já o Sporting parece uma equipa em lenta decomposição. Tello, Nani, e outros vão sair. Com quem julgam que vão jogar na Liga dos Campeões? Uma sugestão: em homenagem à afamada escola de formação podiam inscrever os juniores.

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publicado por Jorge Ferreira às 16:49 | link do post | comentar

Sócrates chama arrogante e pede humildade a Jérónimo de Sousa. Isso mesmo, leram bem: humildade.


publicado por Jorge Ferreira às 16:36 | link do post | comentar

A responder a Alberto Martins e a Jerónimo de Sousa Sócrates fala das TIC's. O PM deste GOV já fez a PA onde se pode falar à balda?


publicado por Jorge Ferreira às 16:02 | link do post | comentar

Diz Marques Mendes de José Sócrates. Depois do segundo ter acusado o primeiro de oportunista. No caso DREN, Marques Mendes desmonta o discurso vazio, fugitivo, ambíguo de Sócrates, dizendo que o grave é haver o inquérito e não o seu desfecho.


publicado por Jorge Ferreira às 15:57 | link do post | comentar

Sócrates diz que um Primeiro-Ministro não interfere em processos disciplinares. Pois. Adiante. E está esclarecido. Uma pouca vergonha é o que é. Quanto ao resto Sócrates tenta provar que o PSD tem mais méritos na nomeação de comissários políticos do que o PS. E introduz o caso de Lisboa na campanha. O Primeiro-Ministro despiu o fato e vestiu a t-shirt de Secretário-Geral do PS. Assim vai o debate mensal com o Secretário-Geral do PS.


publicado por Jorge Ferreira às 15:52 | link do post | comentar

Sócrates inflexível sobre a Ota. E insiste que a decisão foi tomada em 1999 e confirmada pelo Governo de Durão Barroso que apresentou o projecto em Bruxelas para ser financiado. E explora as contradições do PSD sobre a Ota. Que não são poucas, diga-se.


publicado por Jorge Ferreira às 15:42 | link do post | comentar

José Sócrates lembra que a lei da declaração ao fisco das doações entre entre pais, filhos, avós e netos era uma lei do CDS e do PSD. Estão bem uns para os outros.


publicado por Jorge Ferreira às 15:40 | link do post | comentar

Boa resposta de Sócrates a Marques Mendes sobre a não consideração dos erros de português nas provas de aferição de português. Os critérios vêm do tempo de Marques Mendes e dos desgovernos do PSD, nos quais Marques Mendes orgulhosamente participou. Conclusão: nem um nem outro servem para o país!


publicado por Jorge Ferreira às 15:32 | link do post | comentar

Boa intervenção de Marques Mendes, com cinco medidas alternativas no tema escolhido pelo próprio Primeiro-Ministro: a competitividade. Sobre a actualidade Marques Mendes só não abordou das que eu escolhi, as questões europeias. Certamente porque aí concorda com Sócrates no essencial.


publicado por Jorge Ferreira às 15:27 | link do post | comentar

Talvez por o tema ser entusiasmante, a bancada da maioria esqueceu-se de aplaudir a intervenção de Sócrates. Só a custo saíram uns aplausos.


publicado por Jorge Ferreira às 14:56 | link do post | comentar

José Sócrates, escolheu para tema do debate mensal, esta quinta-feira, na Assembleia da República, as políticas de «acesso às tecnologias de informação (TI) e competitividade». Paradoxalmente este revela-se um tema de banda estreita relativamente aos assuntos sobre os quais o Governo e especialmente o Primeiro-Ministro devem explicações aos portugueses. A Ota e as suas trapalhadas, o ministro iberista da Ota e as suas trapalhadas, as perseguições socialistas de que é exemplo o inacreditável caso do Professor Charrua e outras trapalhadas, o aumento do desemprego, o que fazer com a próxima Presidência europeia, que alterações a introduzir na congelada Constituição europeia, assunto não falta.


publicado por Jorge Ferreira às 14:52 | link do post | comentar

Jorge Ferreira, Presidente da Junta de Freguesia de Galegos Sta. Maria, no concelho de Barcelos.


publicado por Jorge Ferreira às 14:50 | link do post | comentar


(Walt Whitman)

Em 1759, na Pensilvânia, por pressão de grupos religiosos, era proibida a representação de peças de teatro. A multa era de 500 libras inglesas. Em 1809, morre Franz Joseph Haydn. Em 1819, nasce Walt Whitman. Em 1962, Adolf Eichman, o mais famoso capturado de Simon Wiesenthal, é enforcado em Israel por crimes de guerra.


publicado por Jorge Ferreira às 12:09 | link do post | comentar

O debate mensal com o Primeiro-Ministro, hoje no Tomar Partido.


publicado por Jorge Ferreira às 12:07 | link do post | comentar

Quarta-feira, 30 de Maio de 2007
Na hora do balanço da greve geral parcial, particular, parcelar, Carvalho da Silva recusou avançar com números globais de adesão, porque «as pessoas não são números», mas forneceu dados sectoriais e acusou o Governo de divulgar valores «mentirosos». Ora aí está uma lógica imbatível. Eu não digo a verdade , mas o que tu dizes é mentira. Um extase do sindicalismo moderno.


publicado por Jorge Ferreira às 22:40 | link do post | comentar | ver comentários (1)


(Renato Sampaio)
Este homem merece um ministério!


publicado por Jorge Ferreira às 22:38 | link do post | comentar

O presidente da distrital socialista do Porto, Renato Sampaio, disse hoje à agência Lusa que o professor Fernando Charrua insultou o primeiro-ministro, José Sócrates, "em vários momentos e em diferentes locais públicos da DREN". Ora aqui está uma testemunha polivalente e especializada. A galeria das iniquidades socialistas vai aumentando. Bom, pelo menos ficamos a saber o resultado do processo disciplinar por antecipação. Aguardo a apresentação da competente queixa-crime contra o insultador, ou vão-se acanhar no processo disciplinar que controlam?


publicado por Jorge Ferreira às 22:27 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Diálogo numa pastelaria de Lisboa:

Cliente: - Quero um pastel de Chaves, por favor.
Empregado:- De Chaves?
Cliente: -Sim.
Empregado: -Faz favor (o empregado, pondo o pastel de Chaves no balcão, à frente da Cliente).
Cliente: Aquece-me um bocadinho?

O empregado foi aquecer o pastel de Chaves.


publicado por Jorge Ferreira às 18:23 | link do post | comentar

(Do blogue de camapnha de Jerónimo de Sousa)

Desde que Sócrates tomou conta do país gerou-se um certo chique à esquerda. Carvalho da Silva, um sindicalista que não exerce um posto de trabalho há décadas, é o máximo expoente desse chique. Em desgraça no PCP (ele não queria o simulacro de greve geral de hoje, qual geral, qual carapuça!), teve de se sujeitar às ordens do Comité Central. Há quem queira promover o homem a Manuel Alegre de segunda nas próximas eleições presidenciais. Como independente certamente... O resto do caviar não teve alternativa senão ir atrás do diktat e dar uma de operário ofendido. Como compete exclusivamente aos trabalhadores definir o âmbito da greve, não é preciso razão. Qualquer uma serve. O problema é outro: é que as greves deixaram de ter consequência porque o mundo mudou. Quem se lembra da última greve geral? Ninguém. O que restará desta? Nada, excepto a palhaçada do costume sobre os números e umas páginas de jornal amanhã. Os sindicatos e o PCP não mudaram. Tanto pior para a realidade. E Sócrates agradece.


publicado por Jorge Ferreira às 12:31 | link do post | comentar | ver comentários (1)

(Duryea)

Em 1672 nasce Pedro O Grande, o pai da Rússia. Em 1431 Joana d'Arc é queimada pela Inquisição em Rouen acusada de heresia e feitiçaria. Em 1908 foi beatificada e em 1920 canonizada. É obra... E em 1906, um Duryea choca com uma bicicleta, naquilo que foi o primeiro acidente rodoviário da história.


publicado por Jorge Ferreira às 12:08 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Com aquela tendência para a banalidade que o caracteriza Cavaco Silva afirmou que a greve é um direito constitucional. E que não comenta greves que ainda não se realizaram. Se eu fosse jornalista pedia-lhe uma declaração amanhã. Talvez obtivesse então a resposta de que o Presidente não comenta greves que já se realizaram. Mas fez bem Cavaco Silva em divulgar a Constituição. Ninguém sabia que o direito à greve é um direito constitucional. Que bom.


publicado por Jorge Ferreira às 10:18 | link do post | comentar

Eu trabalho.

P. S. O Sitemeter aderiu à greve geral?


publicado por Jorge Ferreira às 01:56 | link do post | comentar

O PSD quer registar a internet na ERC (por favor, Senhora Secretária-Geral da AR, uma formaçãozita em You Tube já, para os Senhores Deputados) e o mesmo PSD quer discutir o medo nas redacções (será nas redacções dos putos que andam nas escolas onde se podem dar erros de orografia e passar de ano?). Há aqui qualquer coisa que não bate certo. Não é só com Sócrates que temos de ter paciência. Com o PSD também.


publicado por Jorge Ferreira às 01:55 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Terça-feira, 29 de Maio de 2007
O ridículo número diplomático do jogging de José Sócrates revelou-se particularmente rocambolesco no caso da visita à Rússia. O czar em exercício mandou fechar a Praça Vermelha para que o jogging pudesse decorrer em tranquilidade ocidental. Depois do sexo seguro, temos a nova moda do jogging seguro, o jogging dos czares, quiçá uma espécie de direito fundamental de quarta geração. Haja paciência.


publicado por Jorge Ferreira às 17:43 | link do post | comentar

António Costa pode ter-se farto do Partido antes mesmo de o dirigir. Pode ter-se farto do Governo antes mesmo de o dirigir. Pode ter-se farto do Parlamento antes mesmo de o presidir. Com uma Comissão de Honra tão reumática só lhe resta um grandioso destino. Confrontar-se com Durão Barroso e instalar-se em Belém daqui a 9 anos. Afinal de contas nem isso é novo em Lisboa. O seu antigo colega de escritório Jorge Samapio fez o mesmo, apenas com uma nuance: teve oportunidade de se fartar do Partido. Uma Comissão de Honra daquelas não merece outra pequenez que não Belém.


publicado por Jorge Ferreira às 12:14 | link do post | comentar

É na sexta-feira. O ministro de Portugal que acha que Portugal não devia existir vai à Assembleia da República. Mais um dia Gato Fedorento, num Parlamento perto de si.


publicado por Jorge Ferreira às 00:50 | link do post | comentar

Segunda-feira, 28 de Maio de 2007
Manuel Monteiro decidiu apresentar a sua candidatura à CML com o acto simbólico de bloquer o edifício da EMEL com um fita, exactamente como a EMEL costuma fazer aos carros. Boa ideia. A EMEL é uma das empresas municipais mais dispensáveis e estúpidas que Lisboa tem. A EMEL só começou a revelar alguma eficácia qundo contratou com uma empresa privada a prestação do serviço que a EMEL devia fazer. Para isto bastava um Vereador, não era necessária uma empresa municipal. Além disso a EMEL não passa de um défice e de uma agência partidária de colocação de desempregados partidários. Bom começo.
(publicado em O Carmo e a Trindade)


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Jorge Ferreira, secretário adjunto da Segurança Pública em Rondonópolis.


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EXMO. SENHOR
PROF. CARMONA RODRIGUES
CANDIDATO À CML


Lisboa, 25 de Maio de 2007

Exmo. Senhor,

Foi com a maior surpresa que o vi declarar que se vai recandidatar à Câmara Municipal de Lisboa, e foi ainda maior a surpresa vê-lo candidatar-se contra os partidos. Como se até agora tivesse vivido na estratosfera.

A verdade é que V. Exa. é o maior símbolo da instrumentalização e da promiscuidade partidária da Câmara de Lisboa. Nomeou assessores partidários, tomou atitudes em obediência a interesses partidários, obedeceu a ditames em função de interesses partidários. V. Exa. é o mais fiel intérprete da partidarite e dos piores vícios da política portuguesa. A postura que agora decidiu adoptar demonstra uma hipocrisia política que deve ser denunciada.

Permito-me recordar-lhe a tentativa de compra do apoio da Nova Democracia nas eleições autárquicas de 2005, mediante a oferta de um lugar numa administração qualquer (a expressão pertence a V. Exa., numa entrevista à revista Sábado) depois de ter aceite a minha inclusão nas listas que então patrocinou, na qualidade de independente, a qualidade de que agora tanto se reclama, para a Assembleia Municipal. Já nessa altura V. Exa. era homem de partido, concretamente do PSD, que agora tanto abjura e como bom homem de partido obedeceu e voltou com a palavra atrás. Deve ter, então, percebido que na política nem todos andam à procura de tacho, nem todos se vendem por lugares e que ainda há quem lute apenas por projectos e convicções.

A gestão de V. Exa. na Câmara Municipal de Lisboa fica para a história como o maior desastre político de Lisboa. Votar na sua candidatura nas eleições intercalares seria votar na perpetuação dos maiores vícios que têm inquinado a gestão da Câmara Municipal de Lisboa: empresas municipais a rodos para distribuir tachos às clientelas com fartura, sempre à custa do erário público, nomeações de assessores sem conta para pagar ordenados a pessoal político inútil, sempre à custa do erário público, é votar num despesismo desenfreado que fez da dívida da CML uma dívida monstruosa, é votar numa cidade parada, atrasada, suja, sem alma nem futuro.

O melhor que V. Exa. teria a fazer era pedir desculpa por tudo aos lisboetas e recolher-se a um período sabático de reflexão. Mas não. V. Exa. parece apostado em continuar a sua obra. Insistir em prestar maus serviços públicos é um sadismo político que, espero, não tenha correspondência em votos.

A sua candidatura não passa de uma vingança pessoal contra o Partido que sempre serviu, na CML e no Governo, e que decidiu deixar de o apoiar. Lisboa, é uma questão secundária, nessa vingança pessoal.

Lisboa merece mais. Mas, sobretudo, muito melhor.

Ainda está a tempo de poupar Lisboa. Talvez esteja chegada a hora de dar mais ouvidos ao António Pedro do que ao Prof. Carmona Rodrigues.


publicado por Jorge Ferreira às 02:08 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Domingo, 27 de Maio de 2007
"Onde estão os políticos socialistas? Aqueles que conhecemos, cujas ideias pesaram alguma coisa e que são responsáveis pelo seu passado? Uns saneados, outros afastados. Uns reformaram-se da política, outros foram encostados. Uns foram promovidos ao céu, outros mudaram de profissão. Uns foram viajar, outros ganhar dinheiro. Uns desapareceram sem deixar vestígios, outros estão empregados nas empresas que dependem do Governo. Manuel Alegre resiste, mas já não conta. Medeiros Ferreira ensina e escreve. Jaime Gama preside sem poderes. João Cravinho emigrou. Jorge Coelho está a milhas de distância e vai dizendo, sem convicção, que o socialismo ainda existe. António Vitorino, eterno desejado, exerce a sua profissão. Almeida Santos justifica tudo. Freitas do Amaral reformou-se. Alberto Martins apagou-se. Mário Soares ocupa-se da globalização. Carlos César limitou-se definitivamente aos Açores. João Soares espera. Helena Roseta foi à sua vida independente. Os grandes autarcas do partido estão reduzidos à insignificância. O Grupo Parlamentar parece um jardim-escola sedado. Os sindicalistas quase não existem. O actual pensamento dos socialistas resume-se a uma lengalenga pragmática, justificativa e repetitiva sobre a inevitabilidade do governo e da luta contra o défice. O ideário contemporâneo dos socialistas portugueses é mais silencioso do que a meditação budista. Ainda por cima, Sócrates percebeu depressa que nunca o sentimento público esteve, como hoje, tão adverso e tão farto da política e dos políticos. Sem hesitar, apanhou a onda.Desengane-se quem pensa que as gafes dos ministros incomodam Sócrates. Não mais do que picadas de mosquito. As gafes entretêm a opinião, mobilizam a imprensa, distraem a oposição e ocupam o Parlamento. Mas nada de essencial está em causa. Os disparates de Manuel Pinho fazem rir toda a gente. As tontarias e a prestidigitação estatística de Mário Lino são pura diversão. E não se pense que a irrelevância da maior parte dos ministros, que nada têm a dizer para além dos seus assuntos técnicos, perturba o primeiro-ministro. É assim que ele os quer, como se fossem directores-gerais. Só o problema da Universidade Independente e dos seus diplomas o incomodou realmente. Mas tratava-se, politicamente, de questão menor. Percebeu que as suas fragilidades podiam ser expostas e que nem tudo estava sob controlo. Mas nada de semelhante se repetirá."
António Barreto, no Público de hoje.

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publicado por Jorge Ferreira às 19:27 | link do post | comentar | ver comentários (3)



(Leitão com tomate no focinho)

O João cometeu a simpatia de considerar que o Tomar Partido é um blogue com tomates. Eu, confesso e obssessivo adepto dos Leitões, fico agradecido com a distinções conferida pelo Rei deles. Este é um blogue livre de condecorações presidenciais, como está lá em cima no cabeçalho, mas não um blogue livre de condecorações blogueiras.

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publicado por Jorge Ferreira às 18:55 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sábado, 26 de Maio de 2007
Dois bons amigos aqui do Tomar Partido mudaram de roupa. Os Incontinentes Verbais tornaram-se incontinentes gráficos e O Hoje Há Conquilhas está mais à PS.

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publicado por Jorge Ferreira às 20:11 | link do post | comentar | ver comentários (1)

(Barleria Cristata L.)

Algumas vozes respeitáveis têm tido nas últimas semanas palavras de esperança num novo ciclo do CDS. Compreende-se: para quem não está para se dar à trabalheira de tentar fazer algo de novo e com o PSD em cacos, resta o CDS. Hoje devem ter ficado esclarecidas essas vozes. Este CDS não é igual ao anterior, o que seria péssimo. É pior. A entrevista de Luís Guedes ao Expresso revela que o CDS é mais uma variante do PS, doutrinariamente estatista e socialmente desequilibrado e uma variante do Bloco de Esquerda nos temas fracturantes. E a fractura está exposta. A grande novidade da entrevista é a entrada do CDS no lobby gay.

"O Bloco de Esquerda e o PS trarão os seus temas fracturantes: os casamentos homossexuais e depois a eutanásia. Eu acho que as pessoas que não concordam com o casamento entre homossexuais e com a adopção por homossexuais devem tomar também uma posição. Ou são contra tudo, ou acham que a forma de prevenir um retrocesso social é dizer que em relação aos homossexuais e às escolhas que as pessoas fazem, é tempo de em Portugal se permitir a contratualização civil das relações entre homossexuais. Há um contrato civil para pessoas do mesmo sexo em tudo equiparável ao casamento, mas que não é o casamento que é gerador de família e que possibilita a adopção." Louçã, a ILGA, o movimento GLBT e tutti quanti ganharam o dia. Ainda os vamos ver todos a manifestarem-se pela causa.


publicado por Jorge Ferreira às 18:17 | link do post | comentar | ver comentários (3)

No Ota Não.

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publicado por Jorge Ferreira às 17:14 | link do post | comentar

Os Bichos Carpinteiros fazem dois aninhos e o Praça da República em Beja (algures no deserto) fez quatro. Duas referencias na blogoesfera e, hoje em dia começa a ser necessário dizê-lo, duas referencias de liberdade. Que continuem por muitos anos.

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publicado por Jorge Ferreira às 15:57 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quanto mais o tempo passa mais me irrita ter acertado nas últimas eleições presidenciais quando decidi que não votaria em Cavaco Silva. Irrita-me porque desejaria ter-me enganado. Era bom que Cavaco Silva fosse o Presidente que eu julgava que ele não era capaz de ser. Mas não. Infelizmente acertei. As afirmações que ontem fez sobre a Ota, a fingir que está a tentar pôr o Governo na ordem sobre a Ota são a maior demonstração do que previ. O país não tem feito outra coisa senão debater a Ota. A Assembleia da República não quer discutir a Ota porque depachou em 11 minutos a discussão de uma petição da Nova Democracia sobre a Ota. Propôr que o Parlamento debata a Ota é inconsequente. O Presidente podia promover várias iniciativas nesse sentido, mas Cavaco não quer. O Presidente podia sugerir a convocação de um referendo, mas não gosta de referendos. O Presidente podia... mas não quer. O Presidente é uma mera decoração estratégica de Sócrates. Deixêmo-lo, pois, sossegado no seu exílio dourado em Belém.


publicado por Jorge Ferreira às 15:08 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 25 de Maio de 2007
O juiz-presidente do Colectivo de Juízes disse hoje, durante a sessão do julgamento do «saco azul» de Felgueiras, que José Sócrates e os parlamentares podem optar por depor por escrito, sublinhando que «tal deverá ser a prerrogativa usada para o efeito».O primeiro-ministro foi arrolado como testemunha pelo arguido Horácio Costa, o qual tem afirmado que «quando Sócrates era ministro do Ambiente e dirigente nacional do PS foi avisado da existência de um ´saco azul` de recolha de fundos para as campanhas do PS/Felgueiras». Na lista de 62 testemunhas que a defesa de Fátima Felgueiras apresentou há muitos membros do PS: Armando Vara, Narciso Miranda, Mesquita Machado, Francisco Assis (este arrolado por Júlio Faria), e Carlos Zorrinho, entre outros. Os socialistas estão uma verdadeira emoção. E o país, para onde vai o país?


publicado por Jorge Ferreira às 21:22 | link do post | comentar

Pedro Santana Lopes excedeu-se e reconheceu. Eis um bom exemplo da má moeda. Este Governo socialista, a suposta boa moeda farta-se de dar péssimos exemplos e nem um assomo de arrependimento ou um pedido de desculpas. A Casa da Moeda, que para o efeito mora actualmente em Belém, continua a autenticar a boa moeda.


publicado por Jorge Ferreira às 15:50 | link do post | comentar | ver comentários (3)

Caros Amigos,

A pedido do cómico Mário Lino - entertainer de almoços e de convívios de autarcas do Oeste - estou a organizar, para um dos próximos sábados, um passeio ao Oásis Alcochete. A concentração está prevista para a porta do Ministério das Obras Públicas - à Sé - de onde partirá a caravana de jipes 4X4 que atravessará a Ponte Vasco da Gama com destino ao Deserto a Sul do Tejo.

A primeira paragem será na Área de Serviço da Margem Sul, onde os nossos experientes motoristas necessitam baixar a pressão dos pneus, necessária à circulação nas dunas. O trajecto até ao Oásis, onde serão servidos carapaus assados e enguias do Tejo, poderá ser feito, por escolha e conveniência dos participantes, quer continuando na caravana de jipes ou em dromedário (uma só bossa), o que torna a aventura muito mais excitante, pois tirando os beduínos tratadores e a areia, os participantes não encontrarão: "pessoas, escolas, hospitais, hotéis, indústria ou comércio"!

Reunidos os participantes será servido o almoço, em tendas, com pratos tradicionais do Oásis Alcochete. À tarde, a seguir ao pôr-do-sol no deserto - espectáculo sempre deslumbrante - será servido um chá de menta, após o que, a caravana regressa nos jipes, com paragem na área de Serviço da Ponte Vasco da Gama, para reposição da pressão dos pneus.

ALERTA: O tempo urge. Segundo as sábias e oportunas declarações do Dr. Almeida Santos, M. I. Presidente do PS as pontes são alvos dos terroristas pois podem ser dinamitadas a qualquer momento, pelo que não se devem construir novas devemos aproveitar as que temos, enquanto estão de pé.

Conto convosco para esta inesquecível aventura ao Deserto a Sul do Tejo!

MUITA ATENÇÃO: A cada participante será exigida uma declaração por escrito onde se comprometem, durante toda a aventura, a não referir qualquer das seguintes palavras: diploma, curso, Independente, engenheiro, fax e inglês técnico.

PS - Lamento informar, mas só estão disponíveis dromedários (1 bossa). Segundo o humorista Mário Lino, os camelos andam por aí à solta...
(de email acabado de erecber, enviado por Gabriela Carvalho)


publicado por Jorge Ferreira às 14:49 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Carta do Guarda Abel à Al Qaeda, no Porto Croft.
Cidades Assassinadas (Lisboa), pelo Miguel Castelo Branco, no Combustões.
Afirma Pereira, por José António Barreiros.
A hipocrisia, por André Abrantes do Amaral, em O Insurgente.
Aditamento so Estatuto Disciplinar dos Funcionários Públicos, verdadeiramente de gargalhada, em O Jumento.

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publicado por Jorge Ferreira às 14:22 | link do post | comentar

Nos idos de noventa, quando o cavaquismo atingiu o auge do autismo, do autoritarismo e dos disparates, o país vivia sufocado. Foi aí que um célebre Presidente da República resolveu proclamar o direito à indignação. Aqui fica a sugestão ao Professor Cavaco: que tal fazer o mesmo, ou será que ainda não chega? Será preciso chegar ao ponto de ter de se bloquear uma ponte? Espero bem que não, porque isso revelaria não só que Cavaco Silva era excessivamente susceptível a pontes, como significaria que Almeida Santos afinal estava certo quanto ao risco que as pontes representam para a ordem pública.


publicado por Jorge Ferreira às 14:15 | link do post | comentar

Depois de uma semana desastrosa para o Governo, eis que os desastres parecem transferir-se para os Editoriais do Diário de Notícias. O editorialista acha fantástico como o Governo resiste aos disparates que fez nos últimos dias, obtendo o PS maioria absoluta. Eu acho fantástico como é que o editorialista queria que a sondagem, que foi feita entre 15 e 18 de Maio havia de reflectir os disparates ocorridos de 19 de Maio para cá. Gatos escondidos...
(via Gabriel Silva, do Blasfémias)


publicado por Jorge Ferreira às 14:02 | link do post | comentar

(Mistérios que a Ibéria Tece)

O que espanta em Mário Lino já não é a teimosia sobre a Ota. Afinal de contas, de teimosos todos temos um pouco, embora também seja verdade que as minhas teimosias são pagas por mim e não pelos contribuintes, ao contrário do que sucede com as teimosias do ministro que, a continuarem no estado obsessivo em que se encontram, vão ser pagas a peso de ouro por todos nós.

O que espanta em Mário Lino já não é o facto de ser ministro de um Estado que acha que não devia existir e ser, portanto, lícito perguntar ao Primeiro-Ministro que o escolheu e mantém no cargo, se está em condições de garantir ao país que o seu ministro prossegue os interesses nacionais e não aquilo que o ministro julga ser os interesses da Ibéria política que defende às claras.

Afinal de contas, é histórico que algumas das nossas alegadas elites venderam-se a Castela no passado, o que permitiu a filipização da Pátria nos idos do século XVI. Sem essa venda, a filipização não teria, pelo menos, sido tão fácil como foi e tão difícil de terminar como foi.

Também já não espanta em Mário Lino que se permita zombar do Primeiro-Ministro em público, declarando-se engenheiro com licenciatura e diploma e devidamente inscrito na Ordem dos Engenheiros, suscitando risotas gerais na audiência. É certo que nessa altura ainda a audiência não sabia que poderia incorrer em processos disciplinares pela liberdade do riso. Mas mesmo assim, surpreendeu o ministro com tão grande imprudência sobre a trapalhada do percurso académico de José Sócrates.

Mas, na verdade e pasme-se!, ainda há coisas que espantam em Mário Lino. Este político inclui-se naquele grupo de elite que nunca desilude. Consegue superar-se quando e onde menos se espera.

No final de um almoço promovido pela Ordem dos Economistas sobre a Ota, o ministro disse apenas que “a margem sul é um deserto” e por isso seria uma “obra faraónica” fazer aí o futuro aeroporto de Lisboa. “Na margem sul não há cidades, não há gente, não há hospitais, nem hotéis nem comércio”, opinou, observador e atento, o nosso preclaro governante, acrescentando que, de acordo com um estudo recente, “seria necessário deslocar milhões de pessoas” para essa zona para justificar a construção do novo aeroporto.

Segundo Mário Lino, fazer um aeroporto “no Poceirão ou nas Faias” seria o mesmo “que construir Brasília no Alto Alentejo”. Depois do dislate, sobreveio-lhe o mau gosto. Mário Lino não resistiu a comparar a opção sul do Tejo a um doente aparentemente de boa saúde, mas “com um cancro nos pulmões”.Não sabemos se Mário Lino está a fazer um campeonato individual do disparate para levar José Sócrates a demiti-lo e poder ir fazer umas férias das maçadas governamentais porventura numa estância turística espanhola. Mas se não é assim, já só uma coisa espanta em Mário Lino: a sua intocabilidade.

Quem tem medo do ministro? E porquê? E o que espera o Presidente da República para mostrar que existe e não é apenas uma alínea da rubrica dos Encargos Gerais da Nação no Orçamento de Estado? Deve haver quem sabe.

(publicado na edição de hoje do Semanário)


publicado por Jorge Ferreira às 00:04 | link do post | comentar | ver comentários (1)

(Há que sacar, sacar, sacar)

Osvaldo de Castro, hoje um socialista, pertence àquele lote de pessoal político que transitou do PCP para o PS, quando, depois do muro de Berlim abrir brechas descobriu o lado sinistro e totalitário do sistema político que apoiou, em que militou e pelo qual tentou convencer muita gente, com um assinalável fracasso, fracasso que, aliás, só pode saudar-se em nome da liberdade e da democracia.

Hoje é presidente da comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias da Assembleia da República. Esta semana, Osvaldo de Castro defendeu que ainda é possível alterar a Lei de Financiamento dos partidos políticos , a fim de permitir a atribuição de subvenções públicas aos partidos e grupos de cidadãos que concorram às eleições em Lisboa.

Considerou que a lei é omissa e conclui daí ser necessário suprir essa omissão, já que a lei nada diz quanto a eleições intercalares. A lei prevê apenas a atribuição de uma subvenção pública aos partidos e grupos de cidadãos eleitores que «concorram simultaneamente aos dois órgãos municipais» - câmara e assembleia municipal. No entanto, a lei é omissa quanto à realização de eleições intercalares, o caso das eleições de 15 de Julho, nas quais só está em causa a eleição para a câmara municipal.

Este facto originou dúvidas por parte de alguns partidos políticos, que questionaram a Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP). De acordo com as recomendações da ECFP, publicadas segunda-feira no sítio do Tribunal Constitucional, caberá à Assembleia da República decidir se a subvenção será ou não atribuída.

Questionado sobre esta questão, Osvaldo de Castro considerou que a «omissão» da lei poderá ser suprida «atempadamente (…) Acrescentar umas expressões será suficiente para abranger as intercalares. Parece-me simples», afirmou, sublinhando, no entanto, que «será necessário que algum partido tome a iniciativa».

Recorde-se que a lei do financiamento dos partidos e das campanhas eleitorais prevê um limite máximo de despesas de 1.350 salários mínimos nacionais [403 euros] para a campanha em Lisboa. A subvenção a atribuir é de valor total equivalente ao do limite de despesas admitidas para o município - 816.075 euros.

A tentativa de alterar à pressão esta lei é verdadeiramente escandalosa. Os partidos do sistema, quando se trata do seu dinheiro, são lestos a detectar lacunas da lei e rápidos a legislar para aumentarem as notas na sua própria carteira. Esta golpada legal que está em cogitação é, sobretudo, uma afronta a um país que os partidos do sistema puseram de pantanas. Com o desemprego a níveis históricos e a pobreza declarada e envergonhada a aumentar, os partidos do sistema sob a liderança insuperável do PS, preparam-se para exibir um desprezo indigno pelas dificuldades dos cidadãos. Sobretudo se considerarmos que estas eleições se realizam para uma Câmara Municipal que deve 832 milhões de euros, que não paga a ninguém, que é um paradigma do clientelismo partidário, esta iniciativa é particularmente chocante. Mas também é verdade que está ao nível do desastre que tem sido a gestão de Lisboa de há muito tempo para cá.

(publicado na edição de hoje do Diário de Aveiro)


publicado por Jorge Ferreira às 00:03 | link do post | comentar

Jorge Ferrreira, Presidente da Associação de Estudantes do pólo de Miranda do Douro da UTAD.


publicado por Jorge Ferreira às 00:02 | link do post | comentar

Quinta-feira, 24 de Maio de 2007
De Edith Teixeira Santos, no Retalhos de Edith. Cuidado com os processos...


publicado por Jorge Ferreira às 22:57 | link do post | comentar

No passado dia 22 de Maio passaram nove anos do falecimento de Francisco Lucas Pires. Fui seu aluno, mas não seu amigo. Fui adversário político. Mas isso não me impede de reconhecer que se há pessoa que teve pensamento coerente sobre a Europa foi ele, embora nos antípodas do meu. Muitas das coisas que se fizeram na União Europeia, é justo reconhecer, foram antecipadas por Lucas Pires muitos anos antes. Liberal a outrance antes de tempo, no seu célebre Grupo de Ofir, jamais se confundiria com os patetas oportunistas que recentemente descobriram que dizer-se liberal é capaz de estar a dar como efeito cosmético das ideias que não se tem. Francisco Lucas Pires podia ter muitos defeitos mas não era definitivamente uma cabeça de aluguer. Já que os seus amigos parecem esquecidos, aqui fica a lembrança.


(Francisco Lucas Pires)


publicado por Jorge Ferreira às 20:08 | link do post | comentar

JORGE FERREIRA

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