2 comentários:
De Zé da Burra o Alentejano a 10 de Fevereiro de 2009 às 10:16
Vi o programa na TV ontem e fiquei indignado com as declarações daquele "empresário" que disse precisar de 10 trabalhadores mas que não consegue encontrá-los; que os "PORTUGUESES NÃO QUEREM TRABALHAR". É uma afronta aos milhares de portugueses desempregados, aos que são forçados a emigrar para trabalhar no estrangeiro e aos que morreram de regresso a casa ou ao trabalho nas estradas espanholas. ACREDITO QUE ELE QUEIRA TRABALHADORES MAS NÃO QUEIRA PAGAR-LHES CONVENIENTEMENTE, DE CONTRÁRIO OS QUE VÃO TRABALHAR ATÉ PARA A VIZINHA GALIZA FICARIAM POR CERTO NA TERRA E NÃO SE SUJEITAVAM A FAZER CENTENAS DE QUILÓMETROS POR DIA. SERÁ QUE QUER TRABALHADORES A 450 EUROS? Será que ele sabe quanto custa um só almoço numa qualquer taverna da sua terra? e o resto? e o jantar? e a família? e a casa? a saúde? a educação dos filho? 450 euros poderá ser uma ajuda à economia familiar mas não é um salário para quem trabalha 8 horas e 22 dias por mês.
Não é por acaso que o país está cheio de imigrantes enquanto os nossos compatriotas continuam a emigrar cada vez mais. Os trabalhadores a 450 euros são fundamentalmente estrangeiros que visam apenas poupar algum dinheiro para o cambiar de regresso aos seus países. Mas, muitos desses já se estão passando a outros países da UE ou regressando aos seus países porque os salários em Portugal mal chegam para sobreviver. Até faço um esforço para acreditar que o negócio desse senhor não permita pagar mais, mas a ser assim não é suficientemente rentável para o nosso país e deve ser repensado. Não é por isso que, infelizmente, muitas empresas até estão fechando as portas ou mudando para o extremo oriente?


De alfredo a 6 de Fevereiro de 2009 às 16:48
Oh Jorge Ferreira vou votar em si nas próximas eleições. Porra, pá! Você não é só economista mas bruxo. Porra, pá. Adivinha tudo. Sabe o futuro. Eu bem avisei disto, bem avisei daquilo. Nem os economistas nos E.U.A. Já sabia que a quimonda iria ter mau futuro. Candidate-se. Você quanto a mim ainda vai longe. Não faça como o outro que um amigo disse que ele ainda havia de ir longe e hoje é imigrante na Austrália.


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